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CowParade São Paulo
2010 / Circuito das Vacas
A
exposição estará nas ruas no dia 22 de janeiro abrindo as
comemorações do aniversário de São Paulo

Nos 456 anos da
cidade, o público será presenteado com a maior exposição a céu
aberto do mundo. Pela segunda vez, entre 22 de janeiro e 21 de
março, a CowParade alegrará as ruas com um inusitado rebanho
colorido e irreverente com cerca de 90 vacas em tamanho natural,
feitas em fibra de vidro, criadas especialmente para o evento e
assinadas por artistas plásticos, designers, grafiteiros, arquitetos
que vivem e são apaixonados por São Paulo.
A CowParade, mostrará obras assinadas por Inez Saragoza, Sônia
Menna Barreto, Maramgoní, Marcelo Faisal, Marcello Serpa, Hans
Hossi, Morandini, Reynaldo Berto, Luciana Mariano, C. Sidoti,
Antonio de Olinda, Glauco Diógenes, Lucas Pennachi, Toligadoboe,
entre outros.
As vaquinhas estarão espalhadas pela cidade em pontos de grande
fluxo de público, como Av. Paulista, Av. Brig. Faria Lima, Oscar
Freire, Av. Cidade Jardim, Av. Henrique Schaumann, estações do
Metrô, rodoviárias, museus, shoppings, parques e praças.
As obras que serão expostas, foram patrocinadas por 27 empresas
privadas, além das produzidas pela TopTrends, detentora dos direitos
de produção do evento no Brasil e no final da exposição serão
leiloadas. O resultado obtido vai para entidades beneficentes e
ongs. Este ano irá para a Gol de Letra e Ong Florecer(Paraisópolis).
Seus nomes e temas criativos, em alguns casos, brincam com o termo
“cow” gerando divertidos títulos para as peças que remetem à
fantasia, chamam atenção para problemas e belezas da cidade,
homenageiam figuras pop, discutem assuntos atuais do dia a dia de
uma das maiores metrópoles do mundo. Cowgestionamento, atenta para o
calvário que é nosso trânsito; Cowçada, Vaca de Sampa, Pujança,
Urbana, Vaca da Garoa homenageiam a cidade; Vaca Tattoo, Do Pasto à
Passarela lembram as diferentes tribos que circulam incansáveis;
Cicowvia, 100% Brasileira, Vá Carbono, Cowleta Seletiva falam de
sustentabilidade, fazem lembrar que precisamos poluir menos e cuidar
mais da cidade e do mundo; Micowjackson, Cowlorida, Cowfeína,
Wooooodstock, confirmam que o bom humor persiste, mesmo dentro do
caos. E é essa a proposta da CowParade, levar por onde passa a arte,
beleza, integração, cultura e muita alegria.
Parte do gracioso rebanho foi produzido em galpão próprio da
TopTrends e alguns artistas preferiram trabalhar em seus ateliês.
É um dos
poucos projetos que envolvem a comunidade por inteiro: empresas,
artistas locais, terceiro setor e o público, todos trabalhando em
conjunto para a criação e o sucesso do evento cujo objetivo é
valorizar a arte, embelezar a cidade, proporcionar uma forma de
entretenimento e democratizar a cultura.
Paulistanos de qualquer idade e classe social são movidos pela
irresistível atração exercida pelo rebanho que ocupará a cidade por
dois meses com suas esculturas instaladas em pontos estratégicos, de
grande acesso de público. A maior parte em espaços abertos, livres
para o olhar, a contemplação e, sobretudo, a diversão.
Faz quatro anos que elas estiveram por aqui, e todos se lembram. As
vaquinhas pretendem bater todos os recordes de sorriso, fotos e
público nessa nova edição. Trata-se da CowParade – Circuito das
Vacas, exposição de arte que há 11 anos circula o mundo todo. Ela já
passou por 58 cidades no mundo e no Brasil por São Paulo (2005),
Curitiba e Belo Horizonte (ambas em 2006) e Rio de Janeiro (2007), e
foi vista por mais de 150 milhões de pessoas.
A CowParade começou em 1998 quando o artista suíço Pascal Knapp
criou diversas esculturas em formato de vaca com a clara intenção de
provocar o riso. Em 2000 os direitos das esculturas de Knapp foram
comprados pela americana CowParade Holding Inc. e outras 4 mil vacas
criadas em todos os continentes.
Desde então, foram produzidas 230 miniaturas das vaquinhas mais
aplaudidas, em tiragens limitadas e numeradas. De seis em seis meses
são editadas novas séries que são comercializadas no Brasil por
diversas lojas de presentes e pelo site Submarino. E detalhe: delas,
algumas são obras de artistas brasileiros como a famosa escultura da
primeira edição da Cowparade São Paulo: Rodo Logo Existo, criada por
Kiko Cesar, Felipe Madureira e Luiz Almeida e patrocinada pela
Pirelli.
Outra meta é promover a responsabilidade social. Por isso, ao final
de cada temporada numa cidade, as vaquinhas são arrematadas em
leilões beneficentes com renda revertida para obras sociais das
comunidades envolvidas. O projeto já arrecadou quase R$ 3 milhões
para ações de responsabilidade social no Brasil.
Quem assina a edição aqui é a Toptrends, em parceria com a Farah
Service, representante da CowParade no Brasil. Empresa brasileira
criada em 2004 com a missão de popularizar a arte e a cultura
através de projetos especiais como este que é um dos maiores e mais
bem-sucedidos eventos contemporâneos de exposição de arte de rua do
mundo.
Números da CowParade - Arrecadou US$ 21 milhões para ações de
responsabilidade social no mundo todo / Movimenta US$ 75 milhões em
produtos de licenciamento / Em 2000 foi eleita como uma das 10
maiores idéias de marketing entre 1.000, pelo jornal Advertising Age
/ Foi considerado pelo prefeito Rudy Giuliani o evento do milênio
quando da sua edição em 2000, em Nova York / São necessários
50kg de fibra de vidro para cada escultura / A exposição já passou
por 58 cidades no mundo todo / Já foram criadas 4.400 vacas em todo
mundo / São Paulo foi a primeira cidade da América do Sul a receber
a exposição.
Serviço - CowParade São Paulo 2010 - Circuito das Vacas / De 22/01
a 21/03/2010 / Realização: Toptrends e Farah Service / Apoio:
Secretaria da Cultura da Prefeitura da Cidade de São Paulo /
Patrocínio Master: Ipiranga / Para patrocinar uma escultura: Entre
em contato com a Toptrends – Fone 3082.0560 / Entidades
beneficentes: Fundação Gol de Letra e outras / Mais informações:
www.toptrends.com.br / www.cowparade.com.br /
www.cowparade.com.br/sp
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Espetáculo teatral
sobre o triângulo amoroso que resultou na morte de Euclides da Cunha
Temporada de 5 de fevereiro a 21 de março

NEm 2010, o Centro
Cultural Banco do Brasil abre sua programação teatral com o
espetáculo Piedade, com a Cia. Bendita Trupe. Piedade apresenta um
encontro póstumo em que se defrontam as três figuras centrais do
crime ocorrido em 1909 e conhecido como "A Tragédia da Piedade":
Euclides da Cunha, escritor de Os Sertões, que busca vingar sua
honra indo armado de encontro ao amante de sua esposa; Anna da
Cunha, que mesmo após o escândalo da traição e da morte de Euclides
casa-se com seu amante; e Dilermando de Assis, o jovem campeão de
tiro que mata Euclides em legítima defesa, passando a ser
permanentemente atacado pela opinião pública.
Piedade estreia em 4 de fevereiro para convidados no teatro do
Centro Cultural Banco do Brasil – São Paulo e segue temporada até 21
de março. A montagem comemora os 10 anos da Cia. Bendita Trupe,
parceria entre a diretora Johana Albuquerque e a atriz Jacqueline
Obrigon. A dupla convidou o dramaturgo Antônio Rogério Toscano para
escrever o texto e os atores Leopoldo Pacheco (como o brilhante e
atormentado Euclides) e Daniel Alvim (o garboso e apaixonado
Dilermando) para, junto com Jacqueline (a forte e pioneira Anna),
integrarem o elenco deste projeto. O espetáculo dá continuidade às
comemorações dos 100 anos da morte de Euclides da Cunha
(20/1/1866-15/8/1909), um dos pilares da literatura brasileira.
Para Marcelo Mendonça, diretor do CCBB São Paulo, “Piedade, além de
homenagear o autor de uma das mais importantes obras da literatura
nacional, é uma oportunidade do público poder refletir e construir
um novo olhar sobre o importante episódio que sensibilizou a
sociedade à época e está representado nesta montagem atual feita
pela direção e elenco da peça.”
A montagem foi concebida pela diretora Johana Albuquerque que
coordena o trabalho da equipe: o cenógrafo Marcelo Larrea, a
figurinista Marina Reis, a iluminadora Lucia Chedieck e o compositor
Pedro Birenbaum. A direção de produção é da Cia. Bendita Trupe, com
patrocínio do Banco do Brasil e realização do Centro Cultural Banco
do Brasil.
O Espetáculo, por Johana Albuquerque
Em Piedade, Euclides, Anna e Dilermando são colocados frente a
frente depois da morte, revivendo e reconversando sobre os fatos
acontecidos, num colóquio em que cada um tem a chance de dizer
aquilo que nunca foi dito, na tentativa de reconstruir sua imagem
diante do outro. Mais do que um julgamento póstumo, trata-se de uma
possibilidade de redenção: um resgate ao passado que, através da
exposição das diferenças e desavenças, traz um novo olhar sobre os
personagens, esclarecendo as razões de terem deixado os
acontecimentos ganharem a dimensão do inexorável.
Flashes de cenas, depoimentos, memórias, fragmentos de cartas,
diários, diálogos e triálogos vão trazendo a tona os fatos e
sentimentos que sucederam, culminaram e antecederam o famoso crime.
Euclides da Cunha, Anna da Cunha, posteriormente, de Assis, e
Dilermando de Assis foram vítimas da hipocrisia, mediocridade e
conservadorismo que determinava as relações afetivas do começo do
século XX. Sexo, paixão e morte estão presentes em quaisquer vidas e
a qualquer momento podem desviar os rumos sociais para uma situação
inóspita e irrevogável. Hoje, a Tragédia da Piedade merece ser
revisitada em sua totalidade com um olhar renovado da modernidade,
mostrando que aquele famigerado incidente poderia ocorrer com
qualquer um.
Piedade é um espetáculo que não julga, mas apresenta os elementos
para que a plateia, atue, um século adiante, como júri e cúmplice
desta fatalidade, publicamente conhecida como "Tragédia da Piedade”.
Ficha Técnica:
Patrocínio: Banco do Brasil / Realização: Centro Cultural Banco do
Brasil – São Paulo / Texto: Antônio Rogério Toscano / Direção Geral:
Johana Albuquerque / Elenco: Leopoldo Pacheco, Jacqueline Obrigon e
Daniel Alvim / Cenário: Marcelo Larrea / Figurinos: Marina Reis /
Iluminação: Lucia Chedieck / Trilha Sonora: Pedro Birenbaum / Fotos:
Maria Clara Diniz / Designer gráfico: Cláudio Queiroz / Produção
Executiva: Stella Marini / Gerência de Produção: José Maria Pereira
Jr / Direção de Produção: Cia. Bendita Trupe (Johana Albuquerque e
Jacqueline Obrigon)
PIEDADE Serviço:
Estreia 4 de fevereiro de 2010, quinta-feira, às 19h30 (apenas para
convidados) / Temporada: de 5 de fevereiro a 21 de março / Quarta a
sábado, às 19h30, e domingo, às 18h / Local: Teatro do CCBB (125
lugares) / Duração: 70 minutos / Classificação Indicativa: 14 anos /
Ingresso: R$15,00 e R$7,00 (meia-entrada para estudantes,
professores, correntistas do Banco do Brasil e maiores de 60 anos) /
Horário da bilheteria: de terça a domingo, das 10h às 20h /
Informações: (11) 3113-3651 ou 3113-3652 / www.bb.com.br/cultura /
Ingresso antecipado: www.ingressorapido.com.br / (11) 4003-1212 /
Centro Cultural Banco do Brasil – São Paulo / R. Álvares Penteado,
112, Centro / Próximo às estações Sé e São Bento do Metrô / 11 3113
3651 / 11 3113 3652 / www.bb.com.br/cultura /
www.twitter.com/ccbb_sp
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História da Arte,
Arquitetura e Vestuário com Cyro del Nero
Através de
aulas expositivas, ilustradas por imagens representativas de
diferentes momentos da
história
da arte, arquitetura, design e vestuário, os alunos entrarão em
contacto com a evolução da expressão artística mundial e discutirão
os signos básicos das principais escolas e suas composições
características, sob o ponto de vista de um diretor de
arte/cenógrafo. É voltado para estudantes, profissionais e
interessados nas seguintes áreas: artes visuais, arquitetura, moda e
design de interiores. / Curso teórico / Nível: intermediário
Cyro del Nero - Cenógrafo, escritor e professor titular da cadeira
de Indumentária Teatral da Pós-Graduação da Escola de Comunicações e
Arte da Universidade de São Paulo (ECA/USP). Foi responsável pelo
cenário e pelo figurino de inúmeras montagens teatrais e pela
cenografia de eventos em diversos países. É autor do livro Com ou
Sem a Folha da Parreira, que aborda a história da moda.
História
da Arte, Arquitetura e Vestuário com Cyro del Nero / Data: de 30 de
março à 13 de abril (3ª e 5ª) / Horário: das 19h às 22h / 4 aulas |
12 horas / Preço: R$ 300,00 + 1 parcela de R$ 300,00 / Local: Escola
São Paulo / Rua Augusta, 2239 / Informações e Reservas: (11)
3060.3636 www.escolasaopaulo.org
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A obra e o destino /
Mostra inédita leva trabalhos de Odilla Mestriner ao Espaço Cultural
Citi
Até 26
de fevereiro na galeria de arte da Avenida Paulista

Pintora, desenhista e
gravadora nascida em Ribeirão Preto, Odilla Mestriner (1928-2009)
nunca saiu de sua cidade natal e, mesmo assim, deixou importante
contribuição para as artes visuais do país, participando de sete
Bienais de São Paulo e tendo suas criações nos acervos dos mais
importantes museus e instituições brasileiros.
A exposição A Obra e o Destino, com curadoria de Jacob Klintowitz,
traz 32 trabalhos entre pinturas, desenhos e gravuras, realizados em
cinco décadas, de 1960 a 2007, que pontuam sua carreira. Cerca de
40% da mostra é inédita para o grande público, assim como seu
caráter antológico, propondo uma leitura mais abrangente e
panorâmica da artista. Está é a primeira individual da artista após
seu falecimento em 10 de fevereiro do ano passado.
A Obra e o Destino abre no Espaço CulturaL Citi da Av. Paulista e encerra
em 26 de fevereiro de 2010.
O Espaço Cultural Citi é uma galeria pública visitada mensalmente
por cerca de 50 mil pessoas que trafegam entre a Avenida Paulista e
a Alameda Santos. O espaço mantém a sua vocação de mostrar obras de
arte no centro vital de São Paulo. Desde 2005, passaram por ali as
obras de nomes consagrados, como Rubens Gerchman, Luiz Paulo
Baravelli, Cláudio Tozzi, Gregório Gruber, Romero Britto, Newton
Mesquita, Odetto Guersoni, Ivald Granato, Takashi Fukushima,
Caciporé Torres, Sérgio Lucena e a ceramista Shoko Suzuki, além de
jovens que se firmam como Luciana Maas e Manu Maltez, entre outros.
O Espaço Cultural Citi (Av. Paulista, 1111, térreo, fone
11.4009.3000) fica aberto para visitação de segunda a sexta-feira,
das 9 às 19 horas; aos sábados, domingos e feriados, das 10 às 17
horas. Acesso a portadores de deficiência física pela Alameda
Santos, 1146. A entrada é gratuita.
Odilla Mestriner, vida poética e o luminoso mistério da arte, por
Jacob Klintowitz
A obra e a vida de certos artistas sempre se constituem em um
luminoso mistério, pois parece tão curta a vida para tão grande
amor. Eu penso na existência de Odilla Mestriner, emanação que
continua a se oferecer como referência e claro enigma. A sua obra
multiforme, complexa, corajosa e severa e a sua vida encontram-se,
de tal maneira interligadas, que não há distinção entre elas, e a
artista, como um personagem absolutamente íntegro e clássico, é o
seu próprio destino. Como Medéia, Aquiles ou Antígona, o seu
percurso é a trajetória de sua história terrena e divina e ela se
torna símbolo de si mesmo e paradigma de um modelo de estrutura
nuclear trágica.
Odilla Mestriner foi uma pintora nascida em Ribeirão Preto (1928
-2009) e de forte inserção na arte brasileira, tendo participado de
importantes exposições coletivas, mostras antológicas e de sete
edições da Bienal Internacional de São Paulo. Nos últimos anos,
chocada com a violência urbana, permaneceu quase integralmente no
seu ateliê. O que apenas evidenciou a sua opção pelo silêncio e pelo
recolhimento. Em 1987 eu escrevi e desenhei o livro sobre o seu
trabalho e ela somente me falava de sua obra e de seus deveres com a
arte e a educação da sensibilidade do público. A existência poética
de uma pintora.
A obra de Odilla Mestriner se alicerçou num desenho preciso e numa
composição geométrica. É sobre esta sólida base que a sua cor se
tornou lírica. Os seus assuntos são referências objetivas – casas,
signos zodiacais, pássaros, espantalhos, rostos, paisagens, barcos,
andantes – que ela desenvolveu com lógica seqüencial e espírito
universal, tornando-os formas da epopéia humana.
Como desenhista, gravadora e pintora, Odilla Mestriner foi
brilhante. E generosa nas obras-homenagem nas quais recria temas de
artistas admirados, como Antonio Henrique do Amaral e Lasar Segall.
Odilla Mestriner foi uma mestra cuja vida de artista talentosa foi
dedicada à arte e a enriquecer de qualidade estética a existência
das pessoas. Claro enigma? É simples, trata-se de uma rainha.
www.citigroup.com /
www.citi.com.br
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Enquanto houver
encanto
Espetáculo do Grupo Oculto do Aparente até 21 de fevereiro
Sucesso de público e
crítica em 2009, o espetáculo de mágica e contação de história -
Enquanto Houver Encanto, do Grupo Oculto do Aparente – tem nova
temporada no Teatro Alfa – de 30 de janeiro a 21 de fevereiro,
sábados e domingos, às 17h30
“Enquanto Houver Encanto” une mágica e mímica em um espetáculo sem
palavras destinado a todas as idades. Crianças e adultos irão se
encantar com 25 efeitos de mágica encadeados numa narrativa mímica
de um viajante que interage com o mundo e encontra encanto no que há
de mais simples.
A
atmosfera é criada pela mímica ativa, desenvolvida por Alberto Gaus
– diretor do espetáculo – na qual intérprete e gestos estão a
serviço da criação de ambientes imaginários denominados por ele de
“salões”.
Esses “salões” recebem maior destaque do que o mímico e seus gestos,
proporcionando ao público uma constante sensação de participação.
Ricardo Malerbi – autor e intérprete desse espetáculo e co-fundador
do grupo Oculto do Aparente, realiza efeitos de manipulação
estudados na Magic And Mystery School em Las Vegas, com Jeff
McBride, além de efeitos premiados em diversas competições de
mágica. A união dessa formação com as diferentes modalidades
cênicas, gera, nessa obra uma linguagem inédita.
Sinopse - Em um rabo de cometa, um viajante inquieto, pousa num
planeta misterioso. Logo no início, descobre que seu amigo, um
ratinho de esponja “vivo”, veio junto em seu bolso, e ele passa a
direcioná-lo para diferentes cenas. Algumas poéticas, como uma dança
de focos de luz apoiados magicamente nas mãos vazias ou mesmo
levitando em pleno ar; outras divertidas, com aparição de bolas de
todos os tipo e jogos desastrados; outras ainda, misteriosas como a
manifestação de um dragãozinho cuspidor de fogo a partir de um saco
de pano.
Ficha Técnica - Concepção: Ricardo Malerbi / Direção: Alberto Gaus
/ Supervisão Mágica: Célio Amino / Elenco: Ricardo Malerbi /
Cenário: Bruno Storni, Marcelo Diament e Satoru Nakumo/ Adereços:
Oculto do Aparente / Figurino: F. Macchioni/ Trilha: Ricardo Malerbi
/ Desenho de Luz: Roseli Martinelly / Preparação Corporal: Oculto do
Aparente e Solar da Mímica / Produção Artística: Alice Fresnot e
Larissa Orlow / Realização: Oculto do Aparente
Grupo Oculto do Aparente - Grupo formado por mágicos (Célio Amino e
Ricardo Malerbi) cujos interesses vão além da mágica tradicional.
Tem como interesse principal o estudo de novos caminhos para a
mágica através do diálogo com as artes cênicas. Sua primeira
realização foi Além da Mágica, de Célio Amino e direção de Ricardo
Malerbi. Sua atual realização é Enquanto Houver Encanto, de Ricardo
Malerbi com direção de Alberto Gaus.
Ricardo Malerbi: Artista que pesquisa e propõe diálogos entre
diferentes linguagens com a arte mágica. Formado mágico pela
Academia Brasileira de Arte Mágica em 2000 e manipulador pela Magic
and Mistery School (Las Vegas) em 2002, desenvolveu uma técnica na
mágica capaz de interagir com outras modalidades cênicas. Formado no
curso de Comunicação das Artes do Corpo PUC – SP
Serviço
– Enquanto Houver Encanto – Teatro Alfa – Sala B / Recomendado para
crianças a partir de 3 anos / Temporada: de 30 de janeiro a 21 de
fevereiro / Horários: sábados e domingos, às 17h30 / Local: Teatro
Alfa – Sala B (R. Bento Branco de Andrade Filho, 722 –
tel:5693.4000) / Lotação: 200 lugares / Duração: 55 minutos / Preço:
Crianças até 12 anos: R$12,00 - Adultos: R$ 24,00
Como Comprar:Os ingressos dos espetáculos promovidos pelo Instituto
Alfa de Cultura no Teatro Alfa estarão à venda sempre com 15 dias de
antecedência. / (11) 5693-4000 e 0300-789-3377 (Serviço exclusivo do
Teatro Alfa) / www.teatroalfa.com.br
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Senhor Dodói, dos
Doutores da Alegria realiza nova temporada em São Paulo
Dirigida
por Angelo Brandini, montagem fica em cartaz no Teatro Alfa até 28
de fevereiro

AVencedor dos prêmios
APCA (melhor direção musical – Fernando Escrich) e Coca-Cola FEMSA
(melhor roteiro adaptado – Angelo Brandini), o espetáculo infantil
“Senhor Dodói”, dos Doutores da Alegria, estreia nova temporada em
São Paulo no dia 30 de janeiro, às 16h, no Teatro Alfa (Sala-B).
A nova temporada paulista terá apresentações aos sábados e
domingos, sempre às 16h, e cumpre temporada até o dia 28 de
fevereiro.
A livre adaptação de Ângelo Brandini para a comédia O Doente
Imaginário – última peça de Molière, escrita em 1673 – é entremeada
por canções que caracterizam os personagens e apresentam a narrativa
com irreverência e lirismo. E recorre também aos arquétipos criados
pela chamada Commedia dell'Arte, que se baseia em um repertório de
personagens pré-estabelecidos e um roteiro descritivo das cenas.
“Gosto de adaptar textos para este tipo de comédia utilizando a
linguagem do palhaço, que é um descendente dessa comédia popular”,
comenta Ângelo Brandini, que também assina a direção do espetáculo.
Para ele, a temática de “Senhor Dodói” está presente no universo dos
Doutores da Alegria. “O texto fala basicamente sobre a relação
médico-paciente e, principalmente, na dependência do segundo em
relação ao primeiro e a maneira como colocamos nosso destino nas
mãos do médico”, explica.
O elenco é formado por Thaïs Ferrara (Senhor Dodói), Raul
Figueiredo (Doutor Ganâncius), Nereu Afonso da Silva (Quase Doutor
Tapadus), Claudia Zucheratto (Angélica), Sueli Andrade (Giselda),
Roberta Calza (Amado) e Sandro Fontes (Jovêncius).
Dodói, certo de estar terrivelmente doente, se submete aos cuidados
e desmandos do Doutor Ganâncius. Ardiloso e interesseiro, Ganâncius
não hesita em prescrever muito extrato de gambá e pílulas de jiló
com letra bem garranchuda para “curar” seu doente predileto.
Quando percebe que poderia economizar consideravelmente em
honorários médicos se tivesse um médico na família, Dodói decide
casar sua filha Angélica com o sobrinho de Ganâncius, o “quase
doutor” Tapadus, apesar da bela jovem estar apaixonada por Amado.
Doutores
da Alegria é uma organização da sociedade civil cuja missão é
promover e experiência da alegria junto a crianças hospitalizadas,
seus pais e profissionais da saúde. A organização também conta com
um núcleo de pesquisa dedicado à arte do palhaço, com foco na
produção de conhecimento e criações artísticas, e com a Escola de
Palhaços dos Doutores da Alegria, com cursos voltados a públicos
diversos.
Com um elenco de cerca de 45 palhaços profissionais que atuam em
hospitais públicos de São Paulo, Rio de Janeiro, Recife e Belo
Horizonte, os Doutores da Alegria são reconhecidos em todo o país
por seu profissionalismo e atuação inovadora. A organização recebeu
o Prêmio Criança 1997 da Fundação Abrinq pelos Direitos da Criança,
foi incluída três vezes na lista das 100 melhores práticas globais
da divisão Habitat da Organização das Nações Unidas e recebeu também
o Prêmio Cultura e Saúde, concedido em junho de 2009 pelo Programa
Cultura Viva, iniciativa conjunta dos Ministérios da Cultura e
Saúde.
DOUTORES DA ALEGRIA - www.doutoresdaalegria.org.br
DOUTORES DA ALEGRIA – TEATRO ALFA (SALA-B)
SENHOR DODÓI -
FICHA TÉCNICA /
Temporada: até 28 de fevereiro / Texto e direção: Ângelo Brandini
Direção musical: Fernando Escrich / Elenco: Thais Ferrara (Senhor
Dodói), Raul Figueiredo (Doutor Ganâncius), Nereu Afonso da Silva
(Quase Doutor Tapadus), Claudia Zucheratto (Angélica), Sueli Andrade
(Giselda), Roberta Calza (Amado) e Sandro Fontes (Jovêncius) /
Duração: 60 minutos / Classificação etária: indicado para crianças a
partir de quatro anos
Serviço:
Local: Teatro Alfa – Sala B / Rua Bento Branco de Andrade Filho, 722
- Santo Amaro - Ao lado da Ponte Transamérica / Telefone da
Bilheteria do Teatro: 5693-4000 / Ingresso Rápido: 4003-1212 -
www.ingressorapido.com.br / Ingresso: R$ 12,00(Crianças até 12 anos)
e R$ 24,00 (Adultos) / Pagamento com todos os cartões de crédito e
débito e dinheiro. Não aceita cheque / Sábados e Domingos, às 16h /
Capacidade: 200 lugares / Duração: 60 minutos / Classificação:
indicado para crianças a partir de seis anos / Estacionamento: Valet
Park = R$ 20,00 - Sefl Park = R$ 12,00
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Estão abertas as
inscrições para os cursos do 1º semestre da Escola São Paulo
A Escola
São Paulo é um empreendimento inovador no campo educacional. Focada
na cultura contemporânea, concentra num único espaço cursos,
palestras e workshops que proporcionam ao aluno um intercâmbio ágil
entre as várias áreas do conhecimento.
A agenda
de cursos para o primeiro semestre de 2010 já está definida. Entre
os cursos oferecidos estão:
ARTES VISUAIS - 1 ANO DE ARTES Direção Adriano Pedrosa | 2 de março
a 30 de novembro
HISTÓRIA DA ARTE, ARQUITETURA E VESTUARIO Cyro del Nero | 30 de
março a 13 de abril
GRAFITE EM MURAL Loro Verz | 6, 8 e 10 de abril
ARQUITETURA -1 SEMESTRE DE ARQUITETURA SUSTENTÁVEL Marcos Costa |
25 de mar a 17 de jun
CINEMA E VÍDEO - 1 ANO DE CINEMA coordenação Philippe Barcinski |
16 de março a 9 de dezembro
1 SEMESTRE DE CINEMA coordenação Philippe Barcinski | 16 de março a
30 de junho
1 SEMESTRE DE DIREÇÃO DE ARTE coordenação Vera Hamburger | 18 de
março a 29 de junho
A DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA E A DIREÇÃO DE ARTE NO CINEMA Lauro Escorel
| 25 de maio
FOTOGRAFIA - 1 SEMESTRE DE FOTOGRAFIA coordenação Claudia Jaguaribe
| 15 de mar a 26 de jun
FOTOGRAFANDO EM ESTÚDIO Bob Wolfenson | Data a definir
GASTRONOMIA - O VINHO E A CULTURA FRANCESA Josimar Melo | 11 e 13
de maio
GASTRONOMIA CONTEMPORÂNEA Paola Carosella | 29 de abril
MODA - 1 ANO DE MODA coordenação Geni Ribeiro | 22 de março a 8 de
dezembro
WORKSHOP INTERNACIONAL Marie Rucki | 12 a 16 de abril
HISTÓRIA DA MODA Denise Pollini | 24 de março a 14 de abril
NOVAS MÍDIAS - APRENDA A UTILIZAR O TWITTER Lili Ferrari | 13 a 27
de abril
Escola São Paulo / Rua Augusta, 2239 / (11) 3060.3636 /
www.escolasaopaulo.org
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Sertão Sem Fim, o novo
livro do fotógrafo Araquém Alcântara
Fotógrafo Araquém Alcântara revela um Brasil perdido no tempo em
livro com 90 imagens em preto e branco

Uma obra diferenciada, com 90 fotos em preto e branco, registradas
com equipamento semelhante ao que usava no início de sua carreira,
40 anos atrás: uma câmera Leica, totalmente manual, três lentes e
incontáveis rolos de filme Tri-X Pan, um clássico em p&b da Kodak.
Posteriormente, as fotos foram tratadas digitalmente, impressas em
papel especial italiano Garda Pat com técnica gráfica apurada, e
impressionam pela delicada gradação de tons.
Araquém Alcântara é o notório fotógrafo da natureza brasileira. Já
lançou mais de 40 livros, sempre investigando o Brasil, da Mata
Atlântica, onde começou há quase 40 anos, à Amazônia, num conjunto
que compõe um vasto atlas iconográfico da diversidade animal e
vegetal do país. Com este novo “Sertão sem Fim” inova com a
revelação de seres humanos tão próprios de uma terra que parecem
estar engolindo um ao outro.
O livro tem texto de apresentação do fotógrafo Eder Chiodetto, que
também assina com Araquém a edição das imagens, além do ensaio "O
Imaginário do Sertão", de Walnice Nogueira Galvão, professora de
teoria literária e literatura comparada da USP, autora de mais de 30
obras, 12 delas dedicadas a Euclides da Cunha e a Canudos. O projeto
gráfico é de Victor Burton.
Sertão Sem Fim (Editora Terra Brasil) tem 176 páginas, com 90
fotos, formato de 30 cm x 31 cm, tiragem de 3 mil exemplares e será
comercializado em duas versões: capa dura (R$ 120,00) e edição de
luxo (R$ 140,00). O livro foi patrocinado pela empresa Qualicorp.
A feitura da obra consumiu dois anos de trabalho, sendo o de 2008
dedicado à concepção e ao planejamento, e o de 2009 às 12
peregrinações empreendidas por oito estados brasileiros, somente por
estradas de terras, em busca dos vestígios de um mundo perdido no
tempo, entre o norte de Minas e o Piauí, onde Araquém transformou em
imagens a aridez tantas vezes cantada por Guimarães Rosa, Euclides
da Cunha, Graciliano Ramos, Ariano Suassuna e João Cabral de Melo
Neto.
Araquém é o melhor narrador da sua jornada: ”Escolhi mapear o
sertão como espaço geográfico o mais desabitado possível, a partir
do norte de Minas e depois os interiores de Sergipe, Alagoas,
Pernambuco, Paraíba, Piauí, Rio Grande do Norte, Bahia e Ceará,
lugares que não estão no mapa, esquecidos pela civilização mais que
ainda mantém uma natureza primordial e intocada. No livro está o
sertão de terra dura, ocre, agreste, banhado pelo sol escaldante, de
estradas empoeiradas, lajedos e pedras calcinadas... Pobreza, fome,
seca, fadiga, o amor e o sangue, a possessão das terras, as lutas
pelas cabras e carneiros, a vida e a morte, tudo que é elementar no
homem está presente nesta terra perdida”, conclui o fotógrafo.
Com liberdade total, sem nenhum compromisso comercial e amparado
pelo patrocínio da empresa Qualicorp, Araquém aventurou-se com a
Leica R 6.2 para seus destinos.
Escolheu máquina e filmes semelhantes aos que usava no início de
sua carreira, 40 anos atrás, e aventurou-se com uma Leica R 6.2,
totalmente manual, três lentes e incontáveis rolos de filme Tri-X,
um clássico em preto e branco da Kodak.
O resultado são fotos de um país que até hoje a maioria dos
brasileiros desconhece. Mostra cenários – e, sobretudo, personagens
– que ainda hoje não estão na TV ou na internet apesar de toda
diversidade de conteúdo e o alcance dessas mídias.
Sertão Sem Fim retrata um Brasil ocre, seco, espinhoso. Onde a
poeira levanta para os cavalos em disparada e volta a se acomodar
como moldura do casebre e dos cactos. Onde o vaqueiro ostenta o
traje de couro gasto, mas só nas poucas ocasiões rituais. Onde o
único sonho ainda é o de um dia sentir a água correndo fresca e
livre.
Araquém eterniza lugares e personagens que parecem coisa da ficção
mas são reais. Seu Nozinho de Cedrolândia é um ícone desse sertão.
Assim como senhoras religiosas e os demais passantes de Acaba Vida,
Compra Fiado, Buriti Cristalino e Cachoeira do Borudué, entre outras
localidades que sim, existem de fato. / www.araquem.com.br
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IQ Art gallery
apresenta exposição desfile na tela da artista plástica francesa
Lulu
o Espaço
Chakras apresenta mostra visual de Lulu, cuja inspiração é a moda e
a decoração
A IQ Art Gallery do
Espaço Cultural Chakras apresenta de 20 de janeiro até 28 de março,
a exposição Desfile na Tela, com dezesseis obras da artista plástica
francesa Lulu, que sugere um passeio pelo universo da moda e
decoração, por meio de elegantes e sensuais figuras femininas.
Desde que chegou ao Brasil, há três anos, as cores invadiram a obra
de Lulu. Na fase atual, chamada Coleção Outono Inverno 2010, os tons
alegres e vibrantes contrastam com as pinceladas mais clássicas das
fases anteriores da artista.
As referências coloridas vêm de toda parte: são estampas de
tecidos, azulejos, grafismos saídos das passarelas, mosaicos, papéis
de parede e uma infinidade de inspirações revisitadas pelo olhar
apurado e sensível de Lulu, que surgem como pano de fundo, ou mesmo,
nos figurinos de suas mulheres.
No conjunto, uma observação atenta mostra que as obras de Lulu
apresentam uma mistura perfeita do perfil altivo das parisienses com
a alegria espontânea das mulheres brasileiras. Para completar,
algumas telas recebem colagens: broches, flores, plumas, aplicações
de papéis antigos ou qualquer outro “acessório” escolhido pela
artista para enfeitar suas modelos.
Não é a toa que a mostra se chama Desfile na Tela. Ao longo de dois
meses, as telas irão sendo substituídas por Lulu como se fossem
realmente modelos numa passarela, mostrando todo o talento e
criatividade desta francesa que se apaixonou pela cultura
brasileira.
DESFILE NA TELA - até 28 de março de 2010 / Artista: Lulu / De
terça a quinta, das 12h à 1h; sexta e sábado, das 12h às 2h;
domingo, das 12h à 0h / Local: IQ Art Gallery do Espaço Cultural
Chakras / Grátis / Livre para todos os públicos / Estacionamento: a
partir de R$ 10 / Endereço: Rua Dr. Melo Alves, 294, Jardins – São
Paulo – SP / Tel. (11) 3062-8813 / www.chakras.com.br
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O único brasileiro no
Icograda 2009: Kiko Farkas.
Com mais
de 20 anos de carreira, o designer Kiko Farkas possui uma história
de sucesso muito pessoal
Movido pela paixão
pelo desenho e pelas cores, o designer Kiko Farkas realiza os mais
variados projetos artísticos. Livros, painéis para grandes empresas,
criação de identidade visual ou projetos autorais ganham de Farkas
assinatura muito marcante e de fácil reconhecimento.
Sua caminhada pelo mundo artístico profissional se iniciou nos anos
80, quando começou a trabalhar para a imprensa de São Paulo,
consolidando sua carreira através dos trabalhos realizados para área
editorial.
O artista, que é um dos únicos brasileiros membro da AGI – Alliance
Graphique Internationale, prioriza a criatividade e é capaz de
utilizar recursos inimagináveis em seus processos de trabalho. A
beleza e o humor são ferramentas fundamentais para alcançar seus
objetivos como designer gráfico.
Em 1987 Farkas fundou a Máquina Estúdio, reconhecido como um dos
estúdios mais importantes do País, que realiza trabalhos para
instituições culturais, pequenas e grandes empresas, editoras, ONGs,
e criando relatórios anuais, livros e catálogos de arte, livros
infantis (ilustrados por Farkas), revistas, cartazes de mostras
culturais, entre outros.
Nos últimos cinco anos a Máquina Estúdio consolidou-se como estúdio
de identidade corporativa após vencer uma concorrência para a
criação da marca Brasil para a Embratur.
Responsável entre 2003 e 2007 por toda comunicação visual da OSESP,
Orquestra Sinfônica de São Paulo (cartazes, programas de concerto, e
muitas outras peças), Kiko Farkas criou com traços inspirados uma
identidade moderna e ousada que veio a ser publicada e exposta em
várias partes do mundo. Na coleção de cartazes é possível ver a
imagem de chaves criando instrumentos musicais abstratos ou mesmo
bandos de pássaros simulando o movimento ensaiado da orquestra,
verdadeiras obras de arte, que ganham, em breve, um livro, pela
editora CosacNaify, com a coleção completa.
Em novembro Farkas chegou à Beijing, China, para ser palestrante no
Beijing 2009 Icograda, e na Universidade de Nanjing, onde fez também
uma exposição individual de seu trabalho. Nestes eventos o designer
falou para mais de 2 mil participantes sobre a história do Brasil e
sua posição atual no mundo. Abortou outros temas como a riqueza
cultural do País, levantando a questão da identidade e da
miscigenação das raças. Partindo desses pontos o artista mostrou
seus trabalhos e guiou sua apresentação sobre o tema “Criatividade”.
/ www.kikofarkas.com.br
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Obra ricamente
ilustrada mostra como o vestuário mereceu a atenção de artistas de
diversas épocas
Em
“Roupa de artista – o vestuário na obra de arte”, editado pela
Imprensa Oficial do Estado de São Paulo e a Edusp, a historiadora da
arte Cacilda Teixeira da Costa analisa obras desde o Renascimento
aos dias atuais. De elemento complementar, a roupa se tornou, no
decorrer do tempo, importante protagonista. A edição faz interface
com a História da Arte e com a Moda, entendida como criação.
O vestuário, desde o Quattrocento, foi também
protagonista na obra de arte, passando a contar uma outra história:
a maneira como foi usado, interpretado e transformado por artistas
em diferentes contextos até chegar a algumas instalações que se
destacam no movimento artístico contemporâneo. Sobre esses temas,
discorre a historiadora da arte Cacilda Teixeira da Costa em seu
novo livro, “Roupa de artista — o vestuário na obra de arte”, que a
Imprensa Oficial do Estado de São Paulo e a Edusp lançam no próximo
dia 12 de dezembro, sábado, a partir das 11 horas, na Pinacoteca do
Estado, em São Paulo.
Walter Zanini, importante crítico de arte, assina a apresentação da
edição, onde ele destaca a atenção que merece esta contribuição de
Cacilda Teixeira da Costa, relacionando os estudos sobre os artistas
e o vestuário.
O livro tem tudo para agradar a quem gosta de história, arte ou
moda. Do Renascimento aos dias atuais, obras de uma infinidade de
artistas são analisadas pela autora. São pinturas, esculturas,
desenhos, gravuras, figurinos, instalações, happenings. Para isso,
lança mão de aspectos da história social e da arte, da história da
moda, da estética e da semiótica. “Dadas suas relações com o corpo,
a identidade, o poder e a sexualidade, tanto a indumentária como
adereços e seus desdobramentos são tão instigantes, que poucos
mestres, do passado ou contemporâneos, ficaram imunes ao seu
extraordinário fascínio”, explica a autora.
Como mostra Cacilda Teixeira da Costa, descrições pictóricas,
interpretações e apropriações do vestuário estão presentes nos
principais movimentos da história da arte por meio da pintura,
escultura, desenho, gravura, performance e outras categorias
artísticas em que foram, de modo alternado ou ao mesmo tempo,
elemento complementar, tema principal, meio e suporte de obras de
arte. Além disso, contrapondo-se à indumentária, a nudez também está
presente em alguns exemplos clássicos dessa relação, como em
Ticiano, nas Majas de Goya ou em Manet.
No decorrer dos séculos, como explica a autora, desenvolveram-se
técnicas artísticas específicas e um extraordinário virtuosismo na
forma de retratar tecidos, texturas, drapeados e outros detalhes,
tanto em pintura como na escultura, que variaram em diferentes
tempos e circunstâncias. Como exemplo, há Velázquez, um mestre na
descrição pictórica dos trajes da corte. Mas foi na primeira metade
do século 19 que o realismo descritivo chegou, talvez na obra de
Ingres, ao seu grau mais alto quando, de forma inédita, é dada a
mesma importância ao rosto, às mãos e ao vestuário. Porém, logo
houve o rompimento paradigmático de Degas, que deixou de lado a
representação e utilizou o próprio vestuário como parte integrante
da obra de arte, abrindo perspectivas para as vanguardas que viriam
em seguida.
No século 20 assistiu-se ao desenvolvimento da indústria da moda,
que se tornou cada vez mais importante e assumiu para si, além da
criação, a função da divulgação do vestuário, veiculada pelos meios
de comunicação de massa. Os artistas, que até então eram também os
árbitros do gosto, perderam sua influência sobre a criação dos
trajes e foram substituídos, nessa área, pelos costureiros - hoje
chamados de estilistas.
Fora do campo da arte, por volta de 1770, surgiram as primeiras
publicações de moda, como “La Galerie des Modes”, editada entre 1778
e 1787. No início, reproduziam as roupas usadas pelos mais elegantes
da época e, em seguida, passaram a apresentar modelos e informações
sobre as tendências em voga, causando uma alteração substantiva no
campo do vestuário, cuja divulgação começava a fugir do domínio dos
pintores.
A importância do vestuário é hoje cada vez maior, observa a
historiadora. “Jovens artistas continuam apropriando-se do vestuário
como tema, metáfora ou forma de expressão — fora da moda. Do ângulo
da relação com a moda, os estilistas propõem coleções inspiradas nas
obras dos artistas e os desfiles são cada vez mais performáticos”.
A autora - Cacilda Teixeira da Costa é doutora em artes pela
Universidade de São Paulo. É especialista em arte moderna e
contemporânea no Brasil. Foi coordenadora do setor de vídeo-arte do
Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo, curadora
do setor de vídeo-arte na XVI Bienal de São Paulo, chefe de
programação da Divisão de Artes Plásticas do Centro Cultural São
Paulo, diretora técnica Museu de Arte Moderna de São Paulo, curadora
independente de várias exposições. É autora de, entre outras obras,
"Arte no Brasil 1950-2000" (Alameda Casa Editorial), "Livros de Arte
no Brasil" (Cosac & Naify/Itaú Cultural) e "O Sonho e a Técnica,
Arquitetura de Ferro no Brasil" (Edusp), vencedor do Prêmio Jabuti
1995.
Roupa
de artista — o vestuário na obra de arte / Cacilda Teixeira da
Costa / Imprensa Oficial do Estado de São Paulo / Edusp / 312
páginas, ilustrado, bilíngue /
http://livraria.imprensaoficial.com.br
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Museu de Inhotim
inspira artesanato feito com cobertor
Matéria-prima é utilizado por grupo de artesãos que une técnica,
história e arte
Artesãos de
Brumadinho-MG se inspiram na arte contemporânea do Museu de Inhotim
para fazer artesanato com cobertor. Capacitados pelo Programa Sebrae
de Artesanato, eles descobriram que o material utilizado pelos
desabrigados das chuvas podia se transformar em objetos de luxo.
Agora o grupo que tem o nome de Descoberta se prepara para
comercializar os produtos.
No início deste ano, os 19 artesãos se uniram por meio do projeto
Rede de Produção Comunitária para Turismo em Brumadinho, promovido
pelo Museu de Inhotim , com o apoio do Ministério do Turismo e
Sebrae-MG.
A idéia de trabalhar com os cobertores veio com o Programa Sebrae
de Artesanato que instigou os participantes a encontrarem uma
matéria-prima que remetesse a realidade da cidade. Depois de uma
pesquisa, os artesãos perceberam que município recebia muitas
doações de cobertores para os desabrigados das enchentes do início
do ano.
Neste período, os artesãos receberam orientações sobre gestão,
comercialização e treinamento nas áreas de inovação, associativismo,
finanças, atendimento e mercado.
Eles participaram de oficinas de design que aconteceram dentro do
museu, o que facilitou os artesãos a buscarem inspirações em cores,
formas e detalhes. Para a consultora Marlette Meneses, o grupo se
superou ao associar a matéria-prima à técnica e ao referencial da
arte contemporânea. O resultado foi a transformação de cobertores em
bolsas, bordados, tapetes, arranjos decorativos, bonecos e colares.
O trabalho é demorado, já que o cobertor é frágil. Em compensação a
matéria-prima tem baixo custo. De acordo com o artesão José Osvaldo
de Sousa, um cobertor de solteiro que custa R$ 10 chega a resultar
em três bolsas que são vendidas por R$ 90 cada. Os produtos já tem
mercado certo. O artesão tem encomendas para lojas de Brumadinho e
de Belo Horizonte.
Para reduzir custos o grupo já pensa em fazer compras conjuntas, o
que reduziria o preço dos cobertores, das linhas e agulhas, gerando
mais lucro para os artesãos.
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Pós-carreira é tema de
novo livro de Julio Sergio Cardozo, ex-presidente da Ernst & Young
Em
co-autoria com a jornalista Andrea Giardino, “O Melhor Vem Depois”
mostra que, para se aproveitar bem esse período da vida, é preciso
planejamento. E quanto antes, melhor. Obra tem prefácio de Abilio
Diniz e testemunhos de executivos e ex-presidentes de companhias
É fato,
o brasileiro está vivendo mais. Dados do Instituto Brasileiro de
Geografia e Estatística (IBGE) mostram que os brasileiros viverão,
em média, até os 72,6 anos – cinco a mais, se comparada à média
auferida no final da década de 90. Estima-se que quase 17,5 milhões
dos profissionais brasileiros que estão no mercado de trabalho têm
mais de 50 anos. Porém, poucos deles criaram alguma estratégia sobre
o que farão quando chegar o momento da aposentadoria, ou o
pós-carreira, como os especialistas em recursos humanos preferem
denominá-lo.
Para o consultor e ex-presidente da Ernst & Young, Julio Sergio
Cardozo, a preparação para o pós-carreira precisa deixar de ser um
tabu e começar o quanto antes. "O executivo deve começar a planejar
o que vai fazer depois que deixar o mundo corporativo o quanto
antes, no auge”, afirma o executivo, que lança, em co-autoria com a
jornalista especializada em carreiras Andréa Giardino, ex-Veja,
Forbes Brasil, Valor Econômico e, atualmente, editora-assistente da
Computerworld Brasil, o livro “O Melhor Vem Depois – Desvendando o
Enigma da Longevidade”, pela editora Saraiva.
Os autores explicam que o livro tem a preocupação de auxiliar o
leitor a estabelecer um plano integral de ações que podem ser
tomadas durante a trajetória profissional, permitindo um
pós-carreira com muitas atividades e sem sustos financeiros. “Ao
pesquisarmos informações para estruturarmos o livro, nos deparamos
com muitos livros de aconselhamento sobre o assunto, mas tratando-o
apenas do ponto de vista financeiro. Porém, acreditamos que uma
preparação integral para o pós-carreira é tão necessária quanto para
a própria carreira. Para isso, o profissional precisa assumir a
posição de CEO de sua própria vida”.
“Contar com um fôlego financeiro para essa fase transição é muito
importante, mas não pode ser o único ponto. O nosso livro foi
estruturado para explicar que, além de ter um bom plano de
previdência privada, o profissional precisa cuidar também da saúde
física, mental e até mesmo sexual, e principalmente traçar
estratégias. O que eu quero fazer quando eu sair da minha posição?
No que a experiência acumulada durante 30, 40 anos de carreira pode
ser útil tanto para a sociedade quanto pela minha própria vida? Qual
a marca que eu quero deixar no mundo? São perguntas que devem
nortear a cabeça do profissional e que estão contempladas nos
capítulos de ‘O Melhor Vem Depois”, reforçam os autores.
Testemunhos - Julio Sergio Cardozo partiu da própria experiência
para formular os elementos que compõem o livro. Recentemente,
Cardozo se aposentou pela Ernst & Young, onde se destacou como
chairman e CEO da Ernst & Young da América do Sul. Após sua retirada
da companhia, fundou a Julio Sergio Cardozo & Associados,
consultoria em gestão e carreiras com sede em São Paulo, onde atua
como CEO. Hoje, aos 65 anos, Cardozo atua como professor livre
docente em controladoria e finanças da Universidade Federal do Rio
de Janeiro e da FGV, é articulista e conferencista atuante. “Mesmo
contando com uma grande consciência de que esse momento chegaria, é
um choque quando se perde o sobrenome corporativo”, explica.
Esses exemplos não faltam no livro. O empresário Abílio Diniz, em
seu prefácio, elogia a atitude dos autores, que trouxeram
depoimentos de diversos executivos e profissionais em todas as
faixas etárias, mostrando os erros e acertos em relação ao
planejamento de carreiras. “O Melhor Vem Depois” conta com
depoimentos de: José Francisco Moraes, ex-diretor Mundial de
auditoria interna da Bunge / Marcio Kaiser, ex-presidente da Oracle,
Telemig e vice-presidente da IBM / Lírio Parisotto, ex-presidente da
Videolar / Edson de Godoy Bueno, fundador da Amil / Carlos Ribeiro,
ex-presidente da HP / Magnus Gregory; médico-radiologista / Fabio
Jorge Celeguim, diretor financeiro e atual CFO da Subway Link,
empresa de mídia digital, com atuações na Totvs e Microssiga /
Carlos A.C. André, vice-presidente para a América Latina da
Informática / Denize Ferreira Rodrigues, professora da Fundação
Getulio Vargas (FGV) / Antonio Jorge Kropf, médico / Simone Diniz,
engenheira química;
As histórias contadas por esses personagens devem servir de fonte
de inspiração para que o leitor faça suas próprias escolhas,
explicam os autores. “O que elas têm em comum é que todos
procuraram, ou estão procurando, criar uma marca pessoal. E essa
marca não deve se restringir às exigências do ambiente corporativo.
Essa atitude determina o sucesso no pós-carreira”, afirma Julio
Sergio Cardozo.
O livro traz um anexo onde o leitor, em qualquer estágio
profissional, pode checar quais são os passos que devem ser tomados
em seu planejamento pessoal. “As prioridades de carreira invertem-se
com o decorrer do tempo. Aos vinte e poucos anos, a formação e a
carreira vem em primeiro lugar. Aos quarenta, já é hora de priorizar
outros passos”, explica Andréa Giardino.
O livro também conta com a assessoria técnica de Marcelo de Lucca e
Andras Dobroy, headhunters, do médico Paulo Marcos S.Souza, do
psicanalista Daniel Kupermann e do atuário Marco Pontes.
“O Melhor Vem Depois – Desvendando o Enigma da Longevidade”,
contará com o lançamento no dia 01º, às 15, na Expomanagement, para
convidados. O lançamento geral será no dia 02, às 19h, na livraria
Saraiva do Shopping Ibirapuera (av. Ibirapuera, 3.103).
Ficha Técnica: “O Melhor Vem Depois – Desvendando O Enigma da
Longevidade” / Autores: Andrea Giardino e Julio Sergio Cardozo /
Editora: Saraivan / 200 páginas mais anexos / Preço Sugerido pela
editora: R$ 39,00
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Um reino construído com bits
Cenários
digitais dão liberdade criativa a diretores e incrementam especial
de final de ano da Turma do Didi na Rede Globo. A cenografia - que
inclui um castelo - foi desenvolvida pela Neorama

O reino da Landinóvia na Europa do início do século XIX foi palco de
A Princesa e o Vagabundo, especial de fim de ano da Turma do Didi,
da Rede Globo. Renato Aragão, Herson Capri, Maria Fernanda Cândido e
Livian Aragão, filha do humorista, contracenaram com um imponente
castelo real e uma vila camponesa. Mas com um detalhe: toda a
Landinóvia foi criada a partir da imaginação dos roteiristas e
diretores do programa. A Neorama – butique especializada em
animações e filmes de realidade virtual – foi escolhida para dar
vida a esse cenário digital.
Chico Lima, responsável pela área de pesquisa e desenvolvimento de
efeitos visuais e pós-produção da Globo, conta que a opção pelo
cenário digital permitiu maior liberdade criativa no desenvolvimento
do programa. “Foi possível redirecionar recursos para a qualidade e
a produtividade das cenas. Ganhamos também maior liberdade de
movimentação de câmera para mostrar takes aéreos”, explica.
Globo e Neorama já haviam trabalhado juntas em 2008. “Contamos com
o trabalho da Neorama na extensão visual de prédios e quarteirões da
cidade cenográfica da novela Ciranda de Pedra, com um resultado
bastante satisfatório”, conta Lima. “Além de oferecer um trabalho
excelente, a Neorama consegue transpor essa experiência para modelos
animados com a qualidade que precisamos para a televisão”, diz.
A criação da Landinóvia - Para criar o reino de fantasia, a Neorama
recebeu como referências a região da Alsácia Francesa e o Castelo de
Chantilly. “Foi um trabalho cuidadoso de pesquisa arquitetônica e
histórica. Criamos um edifício com planta em forma de “U”, muito
característico dos castelos franceses do século XVII, combinando
elementos de Chantilly, do Chateau de Vauz-le-Vicomte e do Palácio
das Laranjeiras, no Rio de Janeiro”, explica Márcio Carvalho,
diretor da Neorama.
Para Carvalho, a experiência da Neorama com arquitetura – a empresa
já desenvolveu filmes para empreendimentos como o Transbay Transit
Center, terminal do trem rápido que chegará a São Francisco, nos EUA
– é um diferencial para esse tipo de projeto. “Embora a produção de
cenários digitais sirva como pano de fundo para a história a ser
contada em primeiro plano, é muito importante que tais cenários
sejam convincentes, a ponto de passarem quase despercebidos ao olho
do telespectador”, analisa.
O especial exigiu da Neorama um grande trabalho de pesquisa e busca
por novas técnicas. “O desafio de fazer algo tão inovador sempre nos
interessa, pois assim conseguimos aumentar o nosso nível de
exigência, buscar novas tecnologias e levar a empresa a outro
patamar”, afirma. Ele avisa que em A Princesa e o Vagabundo haverá
uma cena de mais de um minuto de duração na qual todo o cenário ao
redor dos atores é virtual.
O que é a Neorama - Com escritórios no Brasil e nos EUA, a Neorama
é uma butique criativa multidisciplinar, capaz de elaborar cenários
digitais e peças promocionais em 3D de produtos ou conceitos,
especialmente na área imobiliária. A equipe tem uma sólida base em
arquitetura, embora seja composta por especialistas em cinema,
música e publicidade.
A Neorama já desenvolveu filmes de apresentação para os
empreendimentos The 88, em San Jose; Nurai Nurai Island, em Abu
Dhabi, nos Emirados Árabes; Rocha Vera Corporate, Castelo Branco
Office Park, e Espaço Empresarial Nações Unidas, em São Paulo, entre
vários outros projetos residenciais, corporativos e urbanísticos.
Confira alguns trabalhos elaborados pela Neorama em
http://neorama.com/blog/.
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Grupo teatral
participa de campanha contra álcool e direção em Guarulhos
Atividades incluem “blitz lúdicas” nos bares e distribuição de
material educativo
A combinação de álcool
com direção é perigosa e pode levar à morte. Para conscientizar a
população das conseqüências deste ato irresponsável, a Prefeitura de
Guarulhos (Grande São Paulo) lançou a campanha Álcool e direção não
se brindam. A ação conta com “blitz lúdicas” nos principais bares e
restaurantes da cidade, além de distribuição de materiais
educativos. O objetivo é evitar que as pessoas dirijam depois de
consumir bebidas alcoólicas, um mau hábito que aumenta muito no
verão.
As blitz, realizadas pelo grupo teatral Cia. dos Ícones, são
realizadas todas as sextas-feiras e vão até o dia 13 de fevereiro.
Um personagem da trupe faz a abordagem aos clientes do
estabelecimento parceiro, salientando a importância do comportamento
preventivo dos condutores, do uso do cinto de segurança e da
manutenção dos veículos. A campanha conta ainda com apoio do
sindicato e das cooperativas de taxistas, já que o táxi é uma
alternativa para quem quer beber, se divertir e voltar para casa com
segurança.
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Nádia Bacchi, mãe de
Karina Baccki participa da CowParade 2010

A Ong Florescer de
Nádia Bacchi, participa da CowParade 2010 com a vaquinha Salomé,
feita pelas mulheres de Paraisópolis.
Em abril, todas as vaquinhas vão a leilão e a arrecadação
conseguida pela Salomé irá integralmente para a Ong Florescer. O que
for arrematado pelas demais obras será doado para a Ong Gol de
Letra.
As coloridas vaquinhas espalharam-se por São Paulo dia 22 de
janeiro, abrindo as comemorações do aniversário da cidade e ficam
expostas até 21 de março
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Colorgin participa de
tributo a Michael Jackson nas estações de trem em São Paulo
Primeira
iniciativa de 2010 do projeto Galeria de Arte a Céu Aberto chega às
estações da CPTM com homenagem ao rei do pop mundial
Os usuários das linhas
da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) que passam
pelas regiões de Pirituba, Carapicuíba, Osasco, Mooca e Brás podem
conferir uma grande homenagem ao
astro
da música Michael Jackson, em exposição desde o começo desta semana.
A divisão Colorgin da Sherwin-Williams, uma das empresas líderes no
segmento de tintas no Brasil, é uma das patrocinadoras do evento.
Com a linha de produtos Colorgin ARTS, Binho, Bonga, Dingos, Mauro e
Graphis, grandes nomes do grafite nacional e internacional,
coloriram os muros e paredes destas estações, tendo como referência
o documentário This Is It.
“Participar deste projeto tem um sentido duplamente positivo para
nós. Apoiamos ações que incentivam a inclusão social de jovens por
meio da arte e acreditamos que esta é uma ótima forma de presentear
os fãs brasileiros do músico”, diz Patrícia Fecci, Gerente de
Produtos da Sherwin-Williams.
O Projeto Galeria de Arte a Céu Aberto – Nos Muros da CPTM foi
criado no ano passado com o objetivo de democratizar o acesso da
sociedade que vive na região central da cidade de São Paulo e de
usuários dos trens, além de realizar uma grande exposição de arte
pública, com painéis instalados em muros das estações de trem. Os
artistas finalizaram a arte no último domingo (17/01), que deve
ficar em exposição até abril.
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Especial TV Cultura na
Campus Party conversa com criadores do Twinester
Emissora
fez cobertura extensa e diária do maior evento de entretenimento
eletrônico em rede do mundo
O especial da TV
Cultura transmitido diretamente da Campus Party entrevistou André
Romani e Christian Aléssio, os dois jovens criadores do Twinester. O
serviço permite que os usuários do Twitter criem comunidades e
participem das mesmas. A ferramenta já contabiliza mais de três mil
comunidades criadas e seis mil usuários registrados. O bate-papo ao
vivo vai ao ar a partir das 18h30.
A atração de uma hora também trouxe uma matéria com Kid Vinil, que
participou de uma palestra sobre música e pirataria. Ainda dentro do
especial, a galera do Programa Novo, que está ancorando a cobertura,
entrevista uma garotinha de 11 anos que é fera dos games.
O site www.tvcultura.com.br/campusparty oferece informações e a
programação da cobertura especial da Cultura na Campus Party.
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