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CowParade São Paulo 2010 / Circuito das Vacas
A exposição estará nas ruas no dia 22 de janeiro abrindo as comemorações do aniversário de São Paulo

Nos 456 anos da cidade, o público será presenteado com a maior exposição a céu aberto do mundo. Pela segunda vez, entre 22 de janeiro e 21 de março, a CowParade alegrará as ruas com um inusitado rebanho colorido e irreverente com cerca de 90 vacas em tamanho natural, feitas em fibra de vidro, criadas especialmente para o evento e assinadas por artistas plásticos, designers, grafiteiros, arquitetos que vivem e são apaixonados por São Paulo.
   A CowParade, mostrará obras assinadas por Inez Saragoza, Sônia Menna Barreto, Maramgoní, Marcelo Faisal, Marcello Serpa, Hans Hossi, Morandini, Reynaldo Berto, Luciana Mariano, C. Sidoti, Antonio de Olinda, Glauco Diógenes, Lucas Pennachi, Toligadoboe, entre outros.
   As vaquinhas estarão espalhadas pela cidade em pontos de grande fluxo de público, como Av. Paulista, Av. Brig. Faria Lima, Oscar Freire, Av. Cidade Jardim, Av. Henrique Schaumann, estações do Metrô, rodoviárias, museus, shoppings, parques e praças.
   As obras que serão expostas, foram patrocinadas por 27 empresas privadas, além das produzidas pela TopTrends, detentora dos direitos de produção do evento no Brasil e no final da exposição serão leiloadas. O resultado obtido vai para entidades beneficentes e ongs. Este ano irá para a Gol de Letra e Ong Florecer(Paraisópolis).
   Seus nomes e temas criativos, em alguns casos, brincam com o termo “cow” gerando divertidos títulos para as peças que remetem à fantasia, chamam atenção para problemas e belezas da cidade, homenageiam figuras pop, discutem assuntos atuais do dia a dia de uma das maiores metrópoles do mundo. Cowgestionamento, atenta para o calvário que é nosso trânsito; Cowçada, Vaca de Sampa, Pujança, Urbana, Vaca da Garoa homenageiam a cidade; Vaca Tattoo, Do Pasto à Passarela lembram as diferentes tribos que circulam incansáveis; Cicowvia, 100% Brasileira, Vá Carbono, Cowleta Seletiva falam de sustentabilidade, fazem lembrar que precisamos poluir menos e cuidar mais da cidade e do mundo; Micowjackson, Cowlorida, Cowfeína, Wooooodstock, confirmam que o bom humor persiste, mesmo dentro do caos. E é essa a proposta da CowParade, levar por onde passa a arte, beleza, integração, cultura e muita alegria.
   Parte do gracioso rebanho foi produzido em galpão próprio da TopTrends e alguns artistas preferiram trabalhar em seus ateliês.

   É um dos poucos projetos que envolvem a comunidade por inteiro: empresas, artistas locais, terceiro setor e o público, todos trabalhando em conjunto para a criação e o sucesso do evento cujo objetivo é valorizar a arte, embelezar a cidade, proporcionar uma forma de entretenimento e democratizar a cultura.
   Paulistanos de qualquer idade e classe social são movidos pela irresistível atração exercida pelo rebanho que ocupará a cidade por dois meses com suas esculturas instaladas em pontos estratégicos, de grande acesso de público. A maior parte em espaços abertos, livres para o olhar, a contemplação e, sobretudo, a diversão.
   Faz quatro anos que elas estiveram por aqui, e todos se lembram. As vaquinhas pretendem bater todos os recordes de sorriso, fotos e público nessa nova edição. Trata-se da CowParade – Circuito das Vacas, exposição de arte que há 11 anos circula o mundo todo. Ela já passou por 58 cidades no mundo e no Brasil por São Paulo (2005), Curitiba e Belo Horizonte (ambas em 2006) e Rio de Janeiro (2007), e foi vista por mais de 150 milhões de pessoas.
   A CowParade começou em 1998 quando o artista suíço Pascal Knapp criou diversas esculturas em formato de vaca com a clara intenção de provocar o riso. Em 2000 os direitos das esculturas de Knapp foram comprados pela americana CowParade Holding Inc. e outras 4 mil vacas criadas em todos os continentes.
   Desde então, foram produzidas 230 miniaturas das vaquinhas mais aplaudidas, em tiragens limitadas e numeradas. De seis em seis meses são editadas novas séries que são comercializadas no Brasil por diversas lojas de presentes e pelo site Submarino. E detalhe: delas, algumas são obras de artistas brasileiros como a famosa escultura da primeira edição da Cowparade São Paulo: Rodo Logo Existo, criada por Kiko Cesar, Felipe Madureira e Luiz Almeida e patrocinada pela Pirelli.
   Outra meta é promover a responsabilidade social. Por isso, ao final de cada temporada numa cidade, as vaquinhas são arrematadas em leilões beneficentes com renda revertida para obras sociais das comunidades envolvidas. O projeto já arrecadou quase R$ 3 milhões para ações de responsabilidade social no Brasil.
   Quem assina a edição aqui é a Toptrends, em parceria com a Farah Service, representante da CowParade no Brasil. Empresa brasileira criada em 2004 com a missão de popularizar a arte e a cultura através de projetos especiais como este que é um dos maiores e mais bem-sucedidos eventos contemporâneos de exposição de arte de rua do mundo.
   Números da CowParade - Arrecadou US$ 21 milhões para ações de responsabilidade social no mundo todo / Movimenta US$ 75 milhões em produtos de licenciamento / Em 2000 foi eleita como uma das 10 maiores idéias de marketing entre 1.000, pelo jornal Advertising Age / Foi considerado pelo prefeito Rudy Giuliani o evento do milênio quando da sua edição em 2000, em Nova York  / São necessários 50kg de fibra de vidro para cada escultura / A exposição já passou por 58 cidades no mundo todo / Já foram criadas 4.400 vacas em todo mundo / São Paulo foi a primeira cidade da América do Sul a receber a exposição.
   Serviço - CowParade São Paulo 2010 - Circuito das Vacas / De 22/01 a 21/03/2010 / Realização: Toptrends e Farah Service / Apoio: Secretaria da Cultura da Prefeitura da Cidade de São Paulo / Patrocínio Master: Ipiranga / Para patrocinar uma escultura: Entre em contato com a Toptrends – Fone 3082.0560 / Entidades beneficentes: Fundação Gol de Letra e outras / Mais informações:
www.toptrends.com.br / www.cowparade.com.br / www.cowparade.com.br/sp

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Espetáculo teatral sobre o triângulo amoroso que resultou na morte de Euclides da Cunha

Temporada de 5 de fevereiro a 21 de março

NEm 2010, o Centro Cultural Banco do Brasil abre sua programação teatral com o espetáculo Piedade, com a Cia. Bendita Trupe. Piedade apresenta um encontro póstumo em que se defrontam as três figuras centrais do crime ocorrido em 1909 e conhecido como "A Tragédia da Piedade": Euclides da Cunha, escritor de Os Sertões, que busca vingar sua honra indo armado de encontro ao amante de sua esposa; Anna da Cunha, que mesmo após o escândalo da traição e da morte de Euclides casa-se com seu amante; e Dilermando de Assis, o jovem campeão de tiro que mata Euclides em legítima defesa, passando a ser permanentemente atacado pela opinião pública.
   Piedade estreia em 4 de fevereiro para convidados no teatro do Centro Cultural Banco do Brasil – São Paulo e segue temporada até 21 de março. A montagem comemora os 10 anos da Cia. Bendita Trupe, parceria entre a diretora Johana Albuquerque e a atriz Jacqueline Obrigon. A dupla convidou o dramaturgo Antônio Rogério Toscano para escrever o texto e os atores Leopoldo Pacheco (como o brilhante e atormentado Euclides) e Daniel Alvim (o garboso e apaixonado Dilermando) para, junto com Jacqueline (a forte e pioneira Anna), integrarem o elenco deste projeto. O espetáculo dá continuidade às comemorações dos 100 anos da morte de Euclides da Cunha (20/1/1866-15/8/1909), um dos pilares da literatura brasileira.
   Para Marcelo Mendonça, diretor do CCBB São Paulo, “Piedade, além de homenagear o autor de uma das mais importantes obras da literatura nacional, é uma oportunidade do público poder refletir e construir um novo olhar sobre o importante episódio que sensibilizou a sociedade à época e está representado nesta montagem atual feita pela direção e elenco da peça.”
   A montagem foi concebida pela diretora Johana Albuquerque que coordena o trabalho da equipe: o cenógrafo Marcelo Larrea, a figurinista Marina Reis, a iluminadora Lucia Chedieck e o compositor Pedro Birenbaum. A direção de produção é da Cia. Bendita Trupe, com patrocínio do Banco do Brasil e realização do Centro Cultural Banco do Brasil.
   O Espetáculo, por Johana Albuquerque
   Em Piedade, Euclides, Anna e Dilermando são colocados frente a frente depois da morte, revivendo e reconversando sobre os fatos acontecidos, num colóquio em que cada um tem a chance de dizer aquilo que nunca foi dito, na tentativa de reconstruir sua imagem diante do outro. Mais do que um julgamento póstumo, trata-se de uma possibilidade de redenção: um resgate ao passado que, através da exposição das diferenças e desavenças, traz um novo olhar sobre os personagens, esclarecendo as razões de terem deixado os acontecimentos ganharem a dimensão do inexorável.
   Flashes de cenas, depoimentos, memórias, fragmentos de cartas, diários, diálogos e triálogos vão trazendo a tona os fatos e sentimentos que sucederam, culminaram e antecederam o famoso crime.
   Euclides da Cunha, Anna da Cunha, posteriormente, de Assis, e Dilermando de Assis foram vítimas da hipocrisia, mediocridade e conservadorismo que determinava as relações afetivas do começo do século XX. Sexo, paixão e morte estão presentes em quaisquer vidas e a qualquer momento podem desviar os rumos sociais para uma situação inóspita e irrevogável. Hoje, a Tragédia da Piedade merece ser revisitada em sua totalidade com um olhar renovado da modernidade, mostrando que aquele famigerado incidente poderia ocorrer com qualquer um.
   Piedade é um espetáculo que não julga, mas apresenta os elementos para que a plateia, atue, um século adiante, como júri e cúmplice desta fatalidade, publicamente conhecida como "Tragédia da Piedade”.
   
Ficha Técnica: Patrocínio: Banco do Brasil / Realização: Centro Cultural Banco do Brasil – São Paulo / Texto: Antônio Rogério Toscano / Direção Geral: Johana Albuquerque / Elenco: Leopoldo Pacheco, Jacqueline Obrigon e Daniel Alvim / Cenário: Marcelo Larrea / Figurinos: Marina Reis / Iluminação: Lucia Chedieck / Trilha Sonora: Pedro Birenbaum / Fotos: Maria Clara Diniz / Designer gráfico: Cláudio Queiroz / Produção Executiva: Stella Marini / Gerência de Produção: José Maria Pereira Jr / Direção de Produção: Cia. Bendita Trupe (Johana Albuquerque e Jacqueline Obrigon)
 
 PIEDADE Serviço: Estreia 4 de fevereiro de 2010, quinta-feira, às 19h30 (apenas para convidados) / Temporada: de 5 de fevereiro a 21 de março / Quarta a sábado, às 19h30, e domingo, às 18h / Local: Teatro do CCBB (125 lugares) / Duração: 70 minutos / Classificação Indicativa: 14 anos / Ingresso: R$15,00 e R$7,00 (meia-entrada para estudantes, professores, correntistas do Banco do Brasil e maiores de 60 anos) / Horário da bilheteria: de terça a domingo, das 10h às 20h / Informações: (11) 3113-3651 ou 3113-3652 / www.bb.com.br/cultura / Ingresso antecipado: www.ingressorapido.com.br / (11) 4003-1212 / Centro Cultural Banco do Brasil – São Paulo / R. Álvares Penteado, 112, Centro / Próximo às estações Sé e São Bento do Metrô / 11 3113 3651 / 11 3113 3652 / www.bb.com.br/cultura / www.twitter.com/ccbb_sp

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História da Arte, Arquitetura e Vestuário com Cyro del Nero
Através de aulas expositivas, ilustradas por imagens representativas de diferentes momentos da Cyro del Nerohistória da arte, arquitetura, design e vestuário, os alunos entrarão em contacto com a evolução da expressão artística mundial e discutirão os signos básicos das principais escolas e suas composições características, sob o ponto de vista de um diretor de arte/cenógrafo. É voltado para estudantes, profissionais e interessados nas seguintes áreas: artes visuais, arquitetura, moda e design de interiores. / Curso teórico / Nível: intermediário
   Cyro del Nero - Cenógrafo, escritor e professor titular da cadeira de Indumentária Teatral da Pós-Graduação da Escola de Comunicações e Arte da Universidade de São Paulo (ECA/USP). Foi responsável pelo cenário e pelo figurino de inúmeras montagens teatrais e pela cenografia de eventos em diversos países. É autor do livro Com ou Sem a Folha da Parreira, que aborda a história da moda.

   História da Arte, Arquitetura e Vestuário com Cyro del Nero / Data: de 30 de março à 13 de abril (3ª e 5ª) / Horário: das 19h às 22h / 4 aulas | 12 horas / Preço: R$ 300,00 + 1 parcela de R$ 300,00 / Local: Escola São Paulo / Rua Augusta, 2239 / Informações e Reservas: (11) 3060.3636 www.escolasaopaulo.org

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A obra e o destino / Mostra inédita leva trabalhos de Odilla Mestriner ao Espaço Cultural Citi

Até 26 de fevereiro na galeria de arte da Avenida Paulista

Pintora, desenhista e gravadora nascida em Ribeirão Preto, Odilla Mestriner (1928-2009) nunca saiu de sua cidade natal e, mesmo assim, deixou importante contribuição para as artes visuais do país, participando de sete Bienais de São Paulo e tendo suas criações nos acervos dos mais importantes museus e instituições brasileiros.
   A exposição A Obra e o Destino, com curadoria de Jacob Klintowitz, traz 32 trabalhos entre pinturas, desenhos e gravuras, realizados em cinco décadas, de 1960 a 2007, que pontuam sua carreira. Cerca de 40% da mostra é inédita para o grande público, assim como seu caráter antológico, propondo uma leitura mais abrangente e panorâmica da artista. Está é a primeira individual da artista após seu falecimento em 10 de fevereiro do ano passado.
  A Obra e o Destino abre no Espaço CulturaL Citi da Av. Paulista e encerra em 26 de fevereiro de 2010.
   O Espaço Cultural Citi é uma galeria pública visitada mensalmente por cerca de 50 mil pessoas que trafegam entre a Avenida Paulista e a Alameda Santos. O espaço mantém a sua vocação de mostrar obras de arte no centro vital de São Paulo. Desde 2005, passaram por ali as obras de nomes consagrados, como Rubens Gerchman, Luiz Paulo Baravelli, Cláudio Tozzi, Gregório Gruber, Romero Britto, Newton Mesquita, Odetto Guersoni, Ivald Granato, Takashi Fukushima, Caciporé Torres, Sérgio Lucena e a ceramista Shoko Suzuki, além de jovens que se firmam como Luciana Maas e Manu Maltez, entre outros.
   O Espaço Cultural Citi (Av. Paulista, 1111, térreo, fone 11.4009.3000) fica aberto para visitação de segunda a sexta-feira, das 9 às 19 horas; aos sábados, domingos e feriados, das 10 às 17 horas. Acesso a portadores de deficiência física pela Alameda Santos, 1146. A entrada é gratuita.
   Odilla Mestriner, vida poética e o luminoso mistério da arte, por Jacob Klintowitz
   A obra e a vida de certos artistas sempre se constituem em um luminoso mistério, pois parece tão curta a vida para tão grande amor. Eu penso na existência de Odilla Mestriner, emanação que continua a se oferecer como referência e claro enigma. A sua obra multiforme, complexa, corajosa e severa e a sua vida encontram-se, de tal maneira interligadas, que não há distinção entre elas, e a artista, como um personagem absolutamente íntegro e clássico, é o seu próprio destino. Como Medéia, Aquiles ou Antígona, o seu percurso é a trajetória de sua história terrena e divina e ela se torna símbolo de si mesmo e paradigma de um modelo de estrutura nuclear trágica.
   Odilla Mestriner foi uma pintora nascida em Ribeirão Preto (1928 -2009) e de forte inserção na arte brasileira, tendo participado de importantes exposições coletivas, mostras antológicas e de sete edições da Bienal Internacional de São Paulo. Nos últimos anos, chocada com a violência urbana, permaneceu quase integralmente no seu ateliê. O que apenas evidenciou a sua opção pelo silêncio e pelo recolhimento. Em 1987 eu escrevi e desenhei o livro sobre o seu trabalho e ela somente me falava de sua obra e de seus deveres com a arte e a educação da sensibilidade do público. A existência poética de uma pintora.
   A obra de Odilla Mestriner se alicerçou num desenho preciso e numa composição geométrica. É sobre esta sólida base que a sua cor se tornou lírica. Os seus assuntos são referências objetivas – casas, signos zodiacais, pássaros, espantalhos, rostos, paisagens, barcos, andantes – que ela desenvolveu com lógica seqüencial e espírito universal, tornando-os formas da epopéia humana.
   Como desenhista, gravadora e pintora, Odilla Mestriner foi brilhante. E generosa nas obras-homenagem nas quais recria temas de artistas admirados, como Antonio Henrique do Amaral e Lasar Segall.
   Odilla Mestriner foi uma mestra cuja vida de artista talentosa foi dedicada à arte e a enriquecer de qualidade estética a existência das pessoas. Claro enigma? É simples, trata-se de uma rainha.

www.citigroup.com /  www.citi.com.br

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Enquanto houver encanto

Espetáculo do Grupo Oculto do Aparente até 21 de fevereiro

Sucesso de público e crítica em 2009, o espetáculo de mágica e contação de história - Enquanto Houver Encanto, do Grupo Oculto do Aparente – tem nova temporada no Teatro Alfa – de 30 de janeiro a 21 de fevereiro, sábados e domingos, às 17h30
   “Enquanto Houver Encanto” une mágica e mímica em um espetáculo sem palavras destinado a todas as idades. Crianças e adultos irão se encantar com 25 efeitos de mágica encadeados numa narrativa mímica de um viajante que interage com o mundo e encontra encanto no que há de mais simples.

   A atmosfera é criada pela mímica ativa, desenvolvida por Alberto Gaus – diretor do espetáculo – na qual intérprete e gestos estão a serviço da criação de ambientes imaginários denominados por ele de “salões”. Esses “salões” recebem maior destaque do que o mímico e seus gestos, proporcionando ao público uma constante sensação de participação.
   Ricardo Malerbi – autor e intérprete desse espetáculo e co-fundador do grupo Oculto do Aparente, realiza efeitos de manipulação estudados na Magic And Mystery School em Las Vegas, com Jeff McBride, além de efeitos premiados em diversas competições de mágica. A união dessa formação com as diferentes modalidades cênicas, gera, nessa obra uma linguagem inédita.
   Sinopse - Em um rabo de cometa, um viajante inquieto, pousa num planeta misterioso. Logo no início, descobre que seu amigo, um ratinho de esponja “vivo”, veio junto em seu bolso, e ele passa a direcioná-lo para diferentes cenas. Algumas poéticas, como uma dança de focos de luz apoiados magicamente nas mãos vazias ou mesmo levitando em pleno ar; outras divertidas, com aparição de bolas de todos os tipo e jogos desastrados; outras ainda, misteriosas como a manifestação de um dragãozinho cuspidor de fogo a partir de um saco de pano.
   Ficha Técnica - Concepção: Ricardo Malerbi / Direção: Alberto Gaus / Supervisão Mágica: Célio Amino / Elenco: Ricardo Malerbi / Cenário: Bruno Storni, Marcelo Diament e Satoru Nakumo/ Adereços: Oculto do Aparente / Figurino: F. Macchioni/ Trilha: Ricardo Malerbi / Desenho de Luz: Roseli Martinelly / Preparação Corporal: Oculto do Aparente e Solar da Mímica / Produção Artística: Alice Fresnot e Larissa Orlow / Realização: Oculto do Aparente
   Grupo Oculto do Aparente - Grupo formado por mágicos (Célio Amino e Ricardo Malerbi) cujos interesses vão além da mágica tradicional. Tem como interesse principal o estudo de novos caminhos para a mágica através do diálogo com as artes cênicas. Sua primeira realização foi Além da Mágica, de Célio Amino e direção de Ricardo Malerbi. Sua atual realização é Enquanto Houver Encanto, de Ricardo Malerbi com direção de Alberto Gaus.
Ricardo Malerbi: Artista que pesquisa e propõe diálogos entre diferentes linguagens com a arte mágica. Formado mágico pela Academia Brasileira de Arte Mágica em 2000 e manipulador pela Magic and Mistery School (Las Vegas) em 2002, desenvolveu uma técnica na mágica capaz de interagir com outras modalidades cênicas. Formado no curso de Comunicação das Artes do Corpo PUC – SP
  
Serviço – Enquanto Houver Encanto – Teatro Alfa – Sala B / Recomendado para crianças a partir de 3 anos / Temporada: de 30 de janeiro a 21 de fevereiro / Horários: sábados e domingos, às 17h30 / Local: Teatro Alfa – Sala B (R. Bento Branco de Andrade Filho, 722 – tel:5693.4000) / Lotação: 200 lugares / Duração: 55 minutos / Preço: Crianças até 12 anos: R$12,00 - Adultos: R$ 24,00
Como Comprar:Os ingressos dos espetáculos promovidos pelo Instituto Alfa de Cultura no Teatro Alfa estarão à venda sempre com 15 dias de antecedência. / (11) 5693-4000 e 0300-789-3377 (Serviço exclusivo do Teatro Alfa) / www.teatroalfa.com.br

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Senhor Dodói, dos Doutores da Alegria realiza nova temporada em São Paulo

Dirigida por Angelo Brandini, montagem fica em cartaz no Teatro Alfa até 28 de fevereiro

AVencedor dos prêmios APCA (melhor direção musical – Fernando Escrich) e Coca-Cola FEMSA (melhor roteiro adaptado – Angelo Brandini), o espetáculo infantil “Senhor Dodói”, dos Doutores da Alegria, estreia nova temporada em São Paulo no dia 30 de janeiro, às 16h, no Teatro Alfa (Sala-B).
   A nova temporada paulista terá apresentações aos sábados e domingos, sempre às 16h, e cumpre temporada até o dia 28 de fevereiro.
   A livre adaptação de Ângelo Brandini para a comédia O Doente Imaginário – última peça de Molière, escrita em 1673 – é entremeada por canções que caracterizam os personagens e apresentam a narrativa com irreverência e lirismo. E recorre também aos arquétipos criados pela chamada Commedia dell'Arte, que se baseia em um repertório de personagens pré-estabelecidos e um roteiro descritivo das cenas.
   “Gosto de adaptar textos para este tipo de comédia utilizando a linguagem do palhaço, que é um descendente dessa comédia popular”, comenta Ângelo Brandini, que também assina a direção do espetáculo. Para ele, a temática de “Senhor Dodói” está presente no universo dos Doutores da Alegria. “O texto fala basicamente sobre a relação médico-paciente e, principalmente, na dependência do segundo em relação ao primeiro e a maneira como colocamos nosso destino nas mãos do médico”, explica.
   O elenco é formado por Thaïs Ferrara (Senhor Dodói), Raul Figueiredo (Doutor Ganâncius), Nereu Afonso da Silva (Quase Doutor Tapadus), Claudia Zucheratto (Angélica), Sueli Andrade (Giselda), Roberta Calza (Amado) e Sandro Fontes (Jovêncius).
   Dodói, certo de estar terrivelmente doente, se submete aos cuidados e desmandos do Doutor Ganâncius. Ardiloso e interesseiro, Ganâncius não hesita em prescrever muito extrato de gambá e pílulas de jiló com letra bem garranchuda para “curar” seu doente predileto.
   Quando percebe que poderia economizar consideravelmente em honorários médicos se tivesse um médico na família, Dodói decide casar sua filha Angélica com o sobrinho de Ganâncius, o “quase doutor” Tapadus, apesar da bela jovem estar apaixonada por Amado.

   Doutores da Alegria é uma organização da sociedade civil cuja missão é promover e experiência da alegria junto a crianças hospitalizadas, seus pais e profissionais da saúde. A organização também conta com um núcleo de pesquisa dedicado à arte do palhaço, com foco na produção de conhecimento e criações artísticas, e com a Escola de Palhaços dos Doutores da Alegria, com cursos voltados a públicos diversos.
   Com um elenco de cerca de 45 palhaços profissionais que atuam em hospitais públicos de São Paulo, Rio de Janeiro, Recife e Belo Horizonte, os Doutores da Alegria são reconhecidos em todo o país por seu profissionalismo e atuação inovadora. A organização recebeu o Prêmio Criança 1997 da Fundação Abrinq pelos Direitos da Criança, foi incluída três vezes na lista das 100 melhores práticas globais da divisão Habitat da Organização das Nações Unidas e recebeu também o Prêmio Cultura e Saúde, concedido em junho de 2009 pelo Programa Cultura Viva, iniciativa conjunta dos Ministérios da Cultura e Saúde.
   DOUTORES DA ALEGRIA - www.doutoresdaalegria.org.br
   DOUTORES DA ALEGRIA – TEATRO ALFA (SALA-B)
SENHOR DODÓI - FICHA TÉCNICA / Temporada: até 28 de fevereiro / Texto e direção: Ângelo Brandini
Direção musical: Fernando Escrich / Elenco: Thais Ferrara (Senhor Dodói), Raul Figueiredo (Doutor Ganâncius), Nereu Afonso da Silva (Quase Doutor Tapadus), Claudia Zucheratto (Angélica), Sueli Andrade (Giselda), Roberta Calza (Amado) e Sandro Fontes (Jovêncius) / Duração: 60 minutos / Classificação etária: indicado para crianças a partir de quatro anos
  
Serviço: Local: Teatro Alfa – Sala B / Rua Bento Branco de Andrade Filho, 722 - Santo Amaro - Ao lado da Ponte Transamérica  / Telefone da Bilheteria do Teatro: 5693-4000 / Ingresso Rápido: 4003-1212 - www.ingressorapido.com.br / Ingresso: R$ 12,00(Crianças até 12 anos) e R$ 24,00 (Adultos) / Pagamento com todos os cartões de crédito e débito e dinheiro. Não aceita cheque / Sábados e Domingos, às 16h / Capacidade: 200 lugares / Duração: 60 minutos / Classificação: indicado para crianças a partir de seis anos / Estacionamento: Valet Park = R$ 20,00 - Sefl Park = R$ 12,00

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Estão abertas as inscrições para os cursos do 1º semestre da Escola São Paulo
A Escola São Paulo é um empreendimento inovador no campo educacional. Focada na cultura contemporânea, concentra num único espaço cursos, palestras e workshops que proporcionam ao aluno um intercâmbio ágil entre as várias áreas do conhecimento.

   A agenda de cursos para o primeiro semestre de 2010 já está definida. Entre os cursos oferecidos estão:
   ARTES VISUAIS - 1 ANO DE ARTES Direção Adriano Pedrosa | 2 de março a 30 de novembro
   HISTÓRIA DA ARTE, ARQUITETURA E VESTUARIO Cyro del Nero | 30 de março a 13 de abril
   GRAFITE EM MURAL Loro Verz | 6, 8 e 10 de abril
   ARQUITETURA -1 SEMESTRE DE ARQUITETURA SUSTENTÁVEL Marcos Costa | 25 de mar a 17 de jun
   CINEMA E VÍDEO - 1 ANO DE CINEMA coordenação Philippe Barcinski | 16 de março a 9 de dezembro
   1 SEMESTRE DE CINEMA coordenação Philippe Barcinski | 16 de março a 30 de junho
   1 SEMESTRE DE DIREÇÃO DE ARTE coordenação Vera Hamburger | 18 de março a 29 de junho
   A DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA E A DIREÇÃO DE ARTE NO CINEMA Lauro Escorel | 25 de maio
   FOTOGRAFIA - 1 SEMESTRE DE FOTOGRAFIA coordenação Claudia Jaguaribe | 15 de mar a 26 de jun
   FOTOGRAFANDO EM ESTÚDIO Bob Wolfenson | Data a definir
   GASTRONOMIA - O VINHO E A CULTURA FRANCESA Josimar Melo | 11 e 13 de maio
   GASTRONOMIA CONTEMPORÂNEA Paola Carosella | 29 de abril
   MODA - 1 ANO DE MODA coordenação Geni Ribeiro | 22 de março a 8 de dezembro
   WORKSHOP INTERNACIONAL Marie Rucki | 12 a 16 de abril
   HISTÓRIA DA MODA Denise Pollini | 24 de março a 14 de abril
   NOVAS MÍDIAS - APRENDA A UTILIZAR O TWITTER Lili Ferrari | 13 a 27 de abril
   Escola São Paulo / Rua Augusta, 2239 / (11) 3060.3636 / www.escolasaopaulo.org

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Sertão Sem Fim, o novo livro do fotógrafo Araquém Alcântara

Fotógrafo Araquém Alcântara revela um Brasil perdido no tempo em livro com 90 imagens em preto e branco


Uma obra diferenciada, com 90 fotos em preto e branco, registradas com equipamento semelhante ao que usava no início de sua carreira, 40 anos atrás: uma câmera Leica, totalmente manual, três lentes e incontáveis rolos de filme Tri-X Pan, um clássico em p&b da Kodak. Posteriormente, as fotos foram tratadas digitalmente, impressas em papel especial italiano Garda Pat com técnica gráfica apurada, e impressionam pela delicada gradação de tons.
   Araquém Alcântara é o notório fotógrafo da natureza brasileira. Já lançou mais de 40 livros, sempre investigando o Brasil, da Mata Atlântica, onde começou há quase 40 anos, à Amazônia, num conjunto que compõe um vasto atlas iconográfico da diversidade animal e vegetal do país. Com este novo “Sertão sem Fim” inova com a revelação de seres humanos tão próprios de uma terra que parecem estar engolindo um ao outro.
   O livro tem texto de apresentação do fotógrafo Eder Chiodetto, que também assina com Araquém a edição das imagens, além do ensaio "O Imaginário do Sertão", de Walnice Nogueira Galvão, professora de teoria literária e literatura comparada da USP, autora de mais de 30 obras, 12 delas dedicadas a Euclides da Cunha e a Canudos. O projeto gráfico é de Victor Burton.
   Sertão Sem Fim (Editora Terra Brasil) tem 176 páginas, com 90 fotos, formato de 30 cm x 31 cm, tiragem de 3 mil exemplares e será comercializado em duas versões: capa dura (R$ 120,00) e edição de luxo (R$ 140,00). O livro foi patrocinado pela empresa Qualicorp.
   A feitura da obra consumiu dois anos de trabalho, sendo o de 2008 dedicado à concepção e ao planejamento, e o de 2009 às 12 peregrinações empreendidas por oito estados brasileiros, somente por estradas de terras, em busca dos vestígios de um mundo perdido no tempo, entre o norte de Minas e o Piauí, onde Araquém transformou em imagens a aridez tantas vezes cantada por Guimarães Rosa, Euclides da Cunha, Graciliano Ramos, Ariano Suassuna e João Cabral de Melo Neto.
   Araquém é o melhor narrador da sua jornada: ”Escolhi mapear o sertão como espaço geográfico o mais desabitado possível, a partir do norte de Minas e depois os interiores de Sergipe, Alagoas, Pernambuco, Paraíba, Piauí, Rio Grande do Norte, Bahia e Ceará, lugares que não estão no mapa, esquecidos pela civilização mais que ainda mantém uma natureza primordial e intocada. No livro está o sertão de terra dura, ocre, agreste, banhado pelo sol escaldante, de estradas empoeiradas, lajedos e pedras calcinadas... Pobreza, fome, seca, fadiga, o amor e o sangue, a possessão das terras, as lutas pelas cabras e carneiros, a vida e a morte, tudo que é elementar no homem está presente nesta terra perdida”, conclui o fotógrafo.
   Com liberdade total, sem nenhum compromisso comercial e amparado pelo patrocínio da empresa Qualicorp, Araquém aventurou-se com a Leica R 6.2 para seus destinos.
   Escolheu máquina e filmes semelhantes aos que usava no início de sua carreira, 40 anos atrás, e aventurou-se com uma Leica R 6.2, totalmente manual, três lentes e incontáveis rolos de filme Tri-X, um clássico em preto e branco da Kodak.
   O resultado são fotos de um país que até hoje a maioria dos brasileiros desconhece. Mostra cenários – e, sobretudo, personagens – que ainda hoje não estão na TV ou na internet apesar de toda diversidade de conteúdo e o alcance dessas mídias.
   Sertão Sem Fim retrata um Brasil ocre, seco, espinhoso. Onde a poeira levanta para os cavalos em disparada e volta a se acomodar como moldura do casebre e dos cactos. Onde o vaqueiro ostenta o traje de couro gasto, mas só nas poucas ocasiões rituais. Onde o único sonho ainda é o de um dia sentir a água correndo fresca e livre.
   Araquém eterniza lugares e personagens que parecem coisa da ficção mas são reais. Seu Nozinho de Cedrolândia é um ícone desse sertão. Assim como senhoras religiosas e os demais passantes de Acaba Vida, Compra Fiado, Buriti Cristalino e Cachoeira do Borudué, entre outras localidades que sim, existem de fato. / www.araquem.com.br

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IQ Art gallery apresenta exposição desfile na tela da artista plástica francesa Lulu

o Espaço Chakras apresenta mostra visual de Lulu, cuja inspiração é a moda e a decoração
A IQ Art Gallery do Espaço Cultural Chakras apresenta de 20 de janeiro até 28 de março, a exposição Desfile na Tela, com dezesseis obras da artista plástica francesa Lulu, que sugere um passeio pelo universo da moda e decoração, por meio de elegantes e sensuais figuras femininas.
   Desde que chegou ao Brasil, há três anos, as cores invadiram a obra de Lulu. Na fase atual, chamada Coleção Outono Inverno 2010, os tons alegres e vibrantes contrastam com as pinceladas mais clássicas das fases anteriores da artista.
   As referências coloridas vêm de toda parte: são estampas de tecidos, azulejos, grafismos saídos das passarelas, mosaicos, papéis de parede e uma infinidade de inspirações revisitadas pelo olhar apurado e sensível de Lulu, que surgem como pano de fundo, ou mesmo, nos figurinos de suas mulheres.
   No conjunto, uma observação atenta mostra que as obras de Lulu apresentam uma mistura perfeita do perfil altivo das parisienses com a alegria espontânea das mulheres brasileiras. Para completar, algumas telas recebem colagens: broches, flores, plumas, aplicações de papéis antigos ou qualquer outro “acessório” escolhido pela artista para enfeitar suas modelos.
   Não é a toa que a mostra se chama Desfile na Tela. Ao longo de dois meses, as telas irão sendo substituídas por Lulu como se fossem realmente modelos numa passarela, mostrando todo o talento e criatividade desta francesa que se apaixonou pela cultura brasileira.
   DESFILE NA TELA - até 28 de março de 2010 / Artista: Lulu / De terça a quinta, das 12h à 1h; sexta e sábado, das 12h às 2h; domingo, das 12h à 0h / Local: IQ Art Gallery do Espaço Cultural Chakras / Grátis / Livre para todos os públicos / Estacionamento: a partir de R$ 10 / Endereço: Rua Dr. Melo Alves, 294, Jardins – São Paulo – SP / Tel. (11) 3062-8813 / www.chakras.com.br

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O único brasileiro no Icograda 2009: Kiko Farkas.

Com mais de 20 anos de carreira, o designer Kiko Farkas possui uma história de sucesso muito pessoal

Movido pela paixão pelo desenho e pelas cores, o designer Kiko Farkas realiza os mais variados projetos artísticos. Livros, painéis para grandes empresas, criação de identidade visual ou projetos autorais ganham de Farkas assinatura muito marcante e de fácil reconhecimento.
   Sua caminhada pelo mundo artístico profissional se iniciou nos anos 80, quando começou a trabalhar para a imprensa de São Paulo, consolidando sua carreira através dos trabalhos realizados para área editorial.
   O artista, que é um dos únicos brasileiros membro da AGI – Alliance Graphique Internationale, prioriza a criatividade e é capaz de utilizar recursos inimagináveis em seus processos de trabalho. A beleza e o humor são ferramentas fundamentais para alcançar seus objetivos como designer gráfico.
   Em 1987 Farkas fundou a Máquina Estúdio, reconhecido como um dos estúdios mais importantes do País, que realiza trabalhos para instituições culturais, pequenas e grandes empresas, editoras, ONGs, e criando relatórios anuais, livros e catálogos de arte, livros infantis (ilustrados por Farkas), revistas, cartazes de mostras culturais, entre outros.
   Nos últimos cinco anos a Máquina Estúdio consolidou-se como estúdio de identidade corporativa após vencer uma concorrência para a criação da marca Brasil para a Embratur.
   Responsável entre 2003 e 2007 por toda comunicação visual da OSESP, Orquestra Sinfônica de São Paulo (cartazes, programas de concerto, e muitas outras peças), Kiko Farkas criou com traços inspirados uma identidade moderna e ousada que veio a ser publicada e exposta em várias partes do mundo. Na coleção de cartazes é possível ver a imagem de chaves criando instrumentos musicais abstratos ou mesmo bandos de pássaros simulando o movimento ensaiado da orquestra, verdadeiras obras de arte, que ganham, em breve, um livro, pela editora CosacNaify, com a coleção completa.
   Em novembro Farkas chegou à Beijing, China, para ser palestrante no Beijing 2009 Icograda, e na Universidade de Nanjing, onde fez também uma exposição individual de seu trabalho. Nestes eventos o designer falou para mais de 2 mil participantes sobre a história do Brasil e sua posição atual no mundo. Abortou outros temas como a riqueza cultural do País, levantando a questão da identidade e da miscigenação das raças. Partindo desses pontos o artista mostrou seus trabalhos e guiou sua apresentação sobre o tema “Criatividade”. / www.kikofarkas.com.br

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Obra ricamente ilustrada mostra como o vestuário mereceu a atenção de artistas de diversas épocas

Em “Roupa de artista – o vestuário na obra de arte”, editado pela Imprensa Oficial do Estado de São Paulo e a Edusp, a historiadora da arte Cacilda Teixeira da Costa analisa obras desde o Renascimento aos dias atuais. De elemento complementar, a roupa se tornou, no decorrer do tempo, importante protagonista. A edição faz interface com a História da Arte e com a Moda, entendida como criação.

O vestuário, desde o Quattrocento, foi também protagonista na obra de arte, passando a contar uma outra história: a maneira como foi usado, interpretado e transformado por artistas em diferentes contextos até chegar a algumas instalações que se destacam no movimento artístico contemporâneo. Sobre esses temas, discorre a historiadora da arte Cacilda Teixeira da Costa em seu novo livro, “Roupa de artista — o vestuário na obra de arte”, que a Imprensa Oficial do Estado de São Paulo e a Edusp lançam no próximo dia 12 de dezembro, sábado, a partir das 11 horas, na Pinacoteca do Estado, em São Paulo.
   Walter Zanini, importante crítico de arte, assina a apresentação da edição, onde ele destaca a atenção que merece esta contribuição de Cacilda Teixeira da Costa, relacionando os estudos sobre os artistas e o vestuário.
   O livro tem tudo para agradar a quem gosta de história, arte ou moda. Do Renascimento aos dias atuais, obras de uma infinidade de artistas são analisadas pela autora. São pinturas, esculturas, desenhos, gravuras, figurinos, instalações, happenings. Para isso, lança mão de aspectos da história social e da arte, da história da moda, da estética e da semiótica. “Dadas suas relações com o corpo, a identidade, o poder e a sexualidade, tanto a indumentária como adereços e seus desdobramentos são tão instigantes, que poucos mestres, do passado ou contemporâneos, ficaram imunes ao seu extraordinário fascínio”, explica a autora.
   Como mostra Cacilda Teixeira da Costa, descrições pictóricas, interpretações e apropriações do vestuário estão presentes nos principais movimentos da história da arte por meio da pintura, escultura, desenho, gravura, performance e outras categorias artísticas em que foram, de modo alternado ou ao mesmo tempo, elemento complementar, tema principal, meio e suporte de obras de arte. Além disso, contrapondo-se à indumentária, a nudez também está presente em alguns exemplos clássicos dessa relação, como em Ticiano, nas Majas de Goya ou em Manet.
   No decorrer dos séculos, como explica a autora, desenvolveram-se técnicas artísticas específicas e um extraordinário virtuosismo na forma de retratar tecidos, texturas, drapeados e outros detalhes, tanto em pintura como na escultura, que variaram em diferentes tempos e circunstâncias. Como exemplo, há Velázquez, um mestre na descrição pictórica dos trajes da corte. Mas foi na primeira metade do século 19 que o realismo descritivo chegou, talvez na obra de Ingres, ao seu grau mais alto quando, de forma inédita, é dada a mesma importância ao rosto, às mãos e ao vestuário. Porém, logo houve o rompimento paradigmático de Degas, que deixou de lado a representação e utilizou o próprio vestuário como parte integrante da obra de arte, abrindo perspectivas para as vanguardas que viriam em seguida.
   No século 20 assistiu-se ao desenvolvimento da indústria da moda, que se tornou cada vez mais importante e assumiu para si, além da criação, a função da divulgação do vestuário, veiculada pelos meios de comunicação de massa. Os artistas, que até então eram também os árbitros do gosto, perderam sua influência sobre a criação dos trajes e foram substituídos, nessa área, pelos costureiros - hoje chamados de estilistas.
   Fora do campo da arte, por volta de 1770, surgiram as primeiras publicações de moda, como “La Galerie des Modes”, editada entre 1778 e 1787. No início, reproduziam as roupas usadas pelos mais elegantes da época e, em seguida, passaram a apresentar modelos e informações sobre as tendências em voga, causando uma alteração substantiva no campo do vestuário, cuja divulgação começava a fugir do domínio dos pintores.
   A importância do vestuário é hoje cada vez maior, observa a historiadora. “Jovens artistas continuam apropriando-se do vestuário como tema, metáfora ou forma de expressão — fora da moda. Do ângulo da relação com a moda, os estilistas propõem coleções inspiradas nas obras dos artistas e os desfiles são cada vez mais performáticos”.
   A autora - Cacilda Teixeira da Costa é doutora em artes pela Universidade de São Paulo. É especialista em arte moderna e contemporânea no Brasil. Foi coordenadora do setor de vídeo-arte do Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo, curadora do setor de vídeo-arte na XVI Bienal de São Paulo, chefe de programação da Divisão de Artes Plásticas do Centro Cultural São Paulo, diretora técnica Museu de Arte Moderna de São Paulo, curadora independente de várias exposições. É autora de, entre outras obras, "Arte no Brasil 1950-2000" (Alameda Casa Editorial), "Livros de Arte no Brasil" (Cosac & Naify/Itaú Cultural) e "O Sonho e a Técnica, Arquitetura de Ferro no Brasil" (Edusp), vencedor do Prêmio Jabuti 1995.

   Roupa de artista — o vestuário na obra de arte / Cacilda Teixeira da Costa / Imprensa Oficial do Estado de São Paulo / Edusp / 312 páginas, ilustrado, bilíngue / http://livraria.imprensaoficial.com.br

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Museu de Inhotim inspira artesanato feito com cobertor

Matéria-prima é utilizado por grupo de artesãos que une técnica, história e arte
Artesãos de Brumadinho-MG se inspiram na arte contemporânea do Museu de Inhotim para fazer artesanato com cobertor. Capacitados pelo Programa Sebrae de Artesanato, eles descobriram que o material utilizado pelos desabrigados das chuvas podia se transformar em objetos de luxo. Agora o grupo que tem o nome de Descoberta se prepara para comercializar os produtos.
   No início deste ano, os 19 artesãos se uniram por meio do projeto Rede de Produção Comunitária para Turismo em Brumadinho, promovido pelo Museu de Inhotim , com o apoio do Ministério do Turismo e Sebrae-MG.
   A idéia de trabalhar com os cobertores veio com o Programa Sebrae de Artesanato que instigou os participantes a encontrarem uma matéria-prima que remetesse a realidade da cidade. Depois de uma pesquisa, os artesãos perceberam que município recebia muitas doações de cobertores para os desabrigados das enchentes do início do ano.
   Neste período, os artesãos receberam orientações sobre gestão, comercialização e treinamento nas áreas de inovação, associativismo, finanças, atendimento e mercado.
   Eles participaram de oficinas de design que aconteceram dentro do museu, o que facilitou os artesãos a buscarem inspirações em cores, formas e detalhes. Para a consultora Marlette Meneses, o grupo se superou ao associar a matéria-prima à técnica e ao referencial da arte contemporânea. O resultado foi a transformação de cobertores em bolsas, bordados, tapetes, arranjos decorativos, bonecos e colares.
   O trabalho é demorado, já que o cobertor é frágil. Em compensação a matéria-prima tem baixo custo. De acordo com o artesão José Osvaldo de Sousa, um cobertor de solteiro que custa R$ 10 chega a resultar em três bolsas que são vendidas por R$ 90 cada. Os produtos já tem mercado certo. O artesão tem encomendas para lojas de Brumadinho e de Belo Horizonte.
   Para reduzir custos o grupo já pensa em fazer compras conjuntas, o que reduziria o preço dos cobertores, das linhas e agulhas, gerando mais lucro para os artesãos.

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Pós-carreira é tema de novo livro de Julio Sergio Cardozo, ex-presidente da Ernst & Young

Em co-autoria com a jornalista Andrea Giardino, “O Melhor Vem Depois” mostra que, para se aproveitar bem esse período da vida, é preciso planejamento. E quanto antes, melhor. Obra tem prefácio de Abilio Diniz e testemunhos de executivos e ex-presidentes de companhias
É fato, o brasileiro está vivendo mais. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que os brasileiros viverão, em média, até os 72,6 anos – cinco a mais, se comparada à média auferida no final da década de 90. Estima-se que quase 17,5 milhões dos profissionais brasileiros que estão no mercado de trabalho têm mais de 50 anos. Porém, poucos deles criaram alguma estratégia sobre o que farão quando chegar o momento da aposentadoria, ou o pós-carreira, como os especialistas em recursos humanos preferem denominá-lo.
   Para o consultor e ex-presidente da Ernst & Young, Julio Sergio Cardozo, a preparação para o pós-carreira precisa deixar de ser um tabu e começar o quanto antes. "O executivo deve começar a planejar o que vai fazer depois que deixar o mundo corporativo o quanto antes, no auge”, afirma o executivo, que lança, em co-autoria com a jornalista especializada em carreiras Andréa Giardino, ex-Veja, Forbes Brasil, Valor Econômico e, atualmente, editora-assistente da Computerworld Brasil, o livro “O Melhor Vem Depois – Desvendando o Enigma da Longevidade”, pela editora Saraiva.
   Os autores explicam que o livro tem a preocupação de auxiliar o leitor a estabelecer um plano integral de ações que podem ser tomadas durante a trajetória profissional, permitindo um pós-carreira com muitas atividades e sem sustos financeiros. “Ao pesquisarmos informações para estruturarmos o livro, nos deparamos com muitos livros de aconselhamento sobre o assunto, mas tratando-o apenas do ponto de vista financeiro. Porém, acreditamos que uma preparação integral para o pós-carreira é tão necessária quanto para a própria carreira. Para isso, o profissional precisa assumir a posição de CEO de sua própria vida”.
   “Contar com um fôlego financeiro para essa fase transição é muito importante, mas não pode ser o único ponto. O nosso livro foi estruturado para explicar que, além de ter um bom plano de previdência privada, o profissional precisa cuidar também da saúde física, mental e até mesmo sexual, e principalmente traçar estratégias. O que eu quero fazer quando eu sair da minha posição? No que a experiência acumulada durante 30, 40 anos de carreira pode ser útil tanto para a sociedade quanto pela minha própria vida? Qual a marca que eu quero deixar no mundo? São perguntas que devem nortear a cabeça do profissional e que estão contempladas nos capítulos de ‘O Melhor Vem Depois”, reforçam os autores.
   Testemunhos - Julio Sergio Cardozo partiu da própria experiência para formular os elementos que compõem o livro. Recentemente, Cardozo se aposentou pela Ernst & Young, onde se destacou como chairman e CEO da Ernst & Young da América do Sul. Após sua retirada da companhia, fundou a Julio Sergio Cardozo & Associados, consultoria em gestão e carreiras com sede em São Paulo, onde atua como CEO. Hoje, aos 65 anos, Cardozo atua como professor livre docente em controladoria e finanças da Universidade Federal do Rio de Janeiro e da FGV, é articulista e conferencista atuante. “Mesmo contando com uma grande consciência de que esse momento chegaria, é um choque quando se perde o sobrenome corporativo”, explica.
   Esses exemplos não faltam no livro. O empresário Abílio Diniz, em seu prefácio, elogia a atitude dos autores, que trouxeram depoimentos de diversos executivos e profissionais em todas as faixas etárias, mostrando os erros e acertos em relação ao planejamento de carreiras. “O Melhor Vem Depois” conta com depoimentos de: José Francisco Moraes, ex-diretor Mundial de auditoria interna da Bunge / Marcio Kaiser, ex-presidente da Oracle, Telemig e vice-presidente da IBM / Lírio Parisotto, ex-presidente da Videolar / Edson de Godoy Bueno, fundador da Amil / Carlos Ribeiro, ex-presidente da HP / Magnus Gregory; médico-radiologista / Fabio Jorge Celeguim, diretor financeiro e atual CFO da Subway Link, empresa de mídia digital, com atuações na Totvs e Microssiga / Carlos A.C. André, vice-presidente para a América Latina da Informática / Denize Ferreira Rodrigues, professora da Fundação Getulio Vargas (FGV) / Antonio Jorge Kropf, médico / Simone Diniz, engenheira química;
   As histórias contadas por esses personagens devem servir de fonte de inspiração para que o leitor faça suas próprias escolhas, explicam os autores. “O que elas têm em comum é que todos procuraram, ou estão procurando, criar uma marca pessoal. E essa marca não deve se restringir às exigências do ambiente corporativo. Essa atitude determina o sucesso no pós-carreira”, afirma Julio Sergio Cardozo.
   O livro traz um anexo onde o leitor, em qualquer estágio profissional, pode checar quais são os passos que devem ser tomados em seu planejamento pessoal. “As prioridades de carreira invertem-se com o decorrer do tempo. Aos vinte e poucos anos, a formação e a carreira vem em primeiro lugar. Aos quarenta, já é hora de priorizar outros passos”, explica Andréa Giardino.
   O livro também conta com a assessoria técnica de Marcelo de Lucca e Andras Dobroy, headhunters, do médico Paulo Marcos S.Souza, do psicanalista Daniel Kupermann e do atuário Marco Pontes.
   “O Melhor Vem Depois – Desvendando o Enigma da Longevidade”, contará com o lançamento no dia 01º, às 15, na Expomanagement, para convidados. O lançamento geral será no dia 02, às 19h, na livraria Saraiva do Shopping Ibirapuera (av. Ibirapuera, 3.103).
   Ficha Técnica: “O Melhor Vem Depois – Desvendando O Enigma da Longevidade” / Autores: Andrea Giardino e Julio Sergio Cardozo / Editora: Saraivan / 200 páginas mais anexos / Preço Sugerido pela editora: R$ 39,00

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Um reino construído com bits
Cenários digitais dão liberdade criativa a diretores e incrementam especial de final de ano da Turma do Didi na Rede Globo. A cenografia - que inclui um castelo - foi desenvolvida pela Neorama

O reino da Landinóvia na Europa do início do século XIX foi palco de A Princesa e o Vagabundo, especial de fim de ano da Turma do Didi, da Rede Globo. Renato Aragão, Herson Capri, Maria Fernanda Cândido e Livian Aragão, filha do humorista, contracenaram com um imponente castelo real e uma vila camponesa. Mas com um detalhe: toda a Landinóvia foi criada a partir da imaginação dos roteiristas e diretores do programa. A Neorama – butique especializada em animações e filmes de realidade virtual – foi escolhida para dar vida a esse cenário digital.
   Chico Lima, responsável pela área de pesquisa e desenvolvimento de efeitos visuais e pós-produção da Globo, conta que a opção pelo cenário digital permitiu maior liberdade criativa no desenvolvimento do programa. “Foi possível redirecionar recursos para a qualidade e a produtividade das cenas. Ganhamos também maior liberdade de movimentação de câmera para mostrar takes aéreos”, explica.
   Globo e Neorama já haviam trabalhado juntas em 2008. “Contamos com o trabalho da Neorama na extensão visual de prédios e quarteirões da cidade cenográfica da novela Ciranda de Pedra, com um resultado bastante satisfatório”, conta Lima. “Além de oferecer um trabalho excelente, a Neorama consegue transpor essa experiência para modelos animados com a qualidade que precisamos para a televisão”, diz.
   A criação da Landinóvia - Para criar o reino de fantasia, a Neorama recebeu como referências a região da Alsácia Francesa e o Castelo de Chantilly. “Foi um trabalho cuidadoso de pesquisa arquitetônica e histórica. Criamos um edifício com planta em forma de “U”, muito característico dos castelos franceses do século XVII, combinando elementos de Chantilly, do Chateau de Vauz-le-Vicomte e do Palácio das Laranjeiras, no Rio de Janeiro”, explica Márcio Carvalho, diretor da Neorama.
   Para Carvalho, a experiência da Neorama com arquitetura – a empresa já desenvolveu filmes para empreendimentos como o Transbay Transit Center, terminal do trem rápido que chegará a São Francisco, nos EUA – é um diferencial para esse tipo de projeto. “Embora a produção de cenários digitais sirva como pano de fundo para a história a ser contada em primeiro plano, é muito importante que tais cenários sejam convincentes, a ponto de passarem quase despercebidos ao olho do telespectador”, analisa.
   O especial exigiu da Neorama um grande trabalho de pesquisa e busca por novas técnicas. “O desafio de fazer algo tão inovador sempre nos interessa, pois assim conseguimos aumentar o nosso nível de exigência, buscar novas tecnologias e levar a empresa a outro patamar”, afirma. Ele avisa que em A Princesa e o Vagabundo haverá uma cena de mais de um minuto de duração na qual todo o cenário ao redor dos atores é virtual.
   O que é a Neorama - Com escritórios no Brasil e nos EUA, a Neorama é uma butique criativa multidisciplinar, capaz de elaborar cenários digitais e peças promocionais em 3D de produtos ou conceitos, especialmente na área imobiliária. A equipe tem uma sólida base em arquitetura, embora seja composta por especialistas em cinema, música e publicidade.
A Neorama já desenvolveu filmes de apresentação para os empreendimentos The 88, em San Jose; Nurai Nurai Island, em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes; Rocha Vera Corporate, Castelo Branco Office Park, e Espaço Empresarial Nações Unidas, em São Paulo, entre vários outros projetos residenciais, corporativos e urbanísticos. Confira alguns trabalhos elaborados pela Neorama em http://neorama.com/blog/.

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Grupo teatral participa de campanha contra álcool e direção em Guarulhos

Atividades incluem “blitz lúdicas” nos bares e distribuição de material educativo

A combinação de álcool com direção é perigosa e pode levar à morte. Para conscientizar a população das conseqüências deste ato irresponsável, a Prefeitura de Guarulhos (Grande São Paulo) lançou a campanha Álcool e direção não se brindam. A ação conta com “blitz lúdicas” nos principais bares e restaurantes da cidade, além de distribuição de materiais educativos. O objetivo é evitar que as pessoas dirijam depois de consumir bebidas alcoólicas, um mau hábito que aumenta muito no verão.
   As blitz, realizadas pelo grupo teatral Cia. dos Ícones, são realizadas todas as sextas-feiras e vão até o dia 13 de fevereiro. Um personagem da trupe faz a abordagem aos clientes do estabelecimento parceiro, salientando a importância do comportamento preventivo dos condutores, do uso do cinto de segurança e da manutenção dos veículos. A campanha conta ainda com apoio do sindicato e das cooperativas de taxistas, já que o táxi é uma alternativa para quem quer beber, se divertir e voltar para casa com segurança.

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Nádia Bacchi, mãe de Karina Baccki participa da CowParade 2010


A Ong Florescer de Nádia Bacchi, participa da CowParade 2010 com a vaquinha Salomé, feita pelas mulheres de Paraisópolis.
   Em abril, todas as vaquinhas vão a leilão e a arrecadação conseguida pela Salomé irá integralmente para a Ong Florescer. O que for arrematado pelas demais obras será doado para a Ong Gol de Letra.
As coloridas vaquinhas espalharam-se por São Paulo dia 22 de janeiro, abrindo as comemorações do aniversário da cidade e ficam expostas até 21 de março

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Colorgin participa de tributo a Michael Jackson nas estações de trem em São Paulo

Primeira iniciativa de 2010 do projeto Galeria de Arte a Céu Aberto chega às estações da CPTM com homenagem ao rei do pop mundial

Os usuários das linhas da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) que passam pelas regiões de Pirituba, Carapicuíba, Osasco, Mooca e Brás podem conferir uma grande homenagem ao astro da música Michael Jackson, em exposição desde o começo desta semana.
   A divisão Colorgin da Sherwin-Williams, uma das empresas líderes no segmento de tintas no Brasil, é uma das patrocinadoras do evento. Com a linha de produtos Colorgin ARTS, Binho, Bonga, Dingos, Mauro e Graphis, grandes nomes do grafite nacional e internacional, coloriram os muros e paredes destas estações, tendo como referência o documentário This Is It.
   “Participar deste projeto tem um sentido duplamente positivo para nós. Apoiamos ações que incentivam a inclusão social de jovens por meio da arte e acreditamos que esta é uma ótima forma de presentear os fãs brasileiros do músico”, diz Patrícia Fecci, Gerente de Produtos da Sherwin-Williams.
   O Projeto Galeria de Arte a Céu Aberto – Nos Muros da CPTM foi criado no ano passado com o objetivo de democratizar o acesso da sociedade que vive na região central da cidade de São Paulo e de usuários dos trens, além de realizar uma grande exposição de arte pública, com painéis instalados em muros das estações de trem. Os artistas finalizaram a arte no último domingo (17/01), que deve ficar em exposição até abril.

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Especial TV Cultura na Campus Party conversa com criadores do Twinester

Emissora fez cobertura extensa e diária do maior evento de entretenimento eletrônico em rede do mundo

O especial da TV Cultura transmitido diretamente da Campus Party entrevistou André Romani e Christian Aléssio, os dois jovens criadores do Twinester. O serviço permite que os usuários do Twitter criem comunidades e participem das mesmas. A ferramenta já contabiliza mais de três mil comunidades criadas e seis mil usuários registrados. O bate-papo ao vivo vai ao ar a partir das 18h30.
  A atração de uma hora também trouxe uma matéria com Kid Vinil, que participou de uma palestra sobre música e pirataria. Ainda dentro do especial, a galera do Programa Novo, que está ancorando a cobertura, entrevista uma garotinha de 11 anos que é fera dos games.
  O site www.tvcultura.com.br/campusparty oferece informações e a programação da cobertura especial da Cultura na Campus Party.

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