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do Custódio
Poemas do Jardim
Leituras da Mona
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Uma invulgar visão da
Street Art curitibana
Livro de professor da UFPR retrata obras registradas nas ruas da
cidade
O professor de
Sociologia da Universidade Federal do Paraná, fotógrafo e
pesquisador de arte urbana Angelo José da Silva lançou na
quarta-feira, dia 16, na Itiban Comics Shop, o livro “Em Busca do
Paraíso Perdido”, em que retrata, de forma peculiar, o universo da
Street Art curitibana. A obra, feita
de
forma artesanal (impressa, cortada, montada, colada e costurada à
mão), funde algumas das principais técnicas de registro e reprodução
de imagens. “Os trabalhos captados nas ruas ao longo dos últimos dez
anos foram fotografados com uso de filme; os fotogramas foram lidos
por um scanner e, depois, convertidos em telas de serigrafia, que
são a matriz de impressão do livro”, explica Angelo.
Além de
esteticamente muito interessante, o livro também condensa em termos
práticos diversos conceitos e aproximações teóricas feitos por
Angelo em suas pesquisas como sociólogo - ele é coordenador do
Centro de Estudos de Cultura e Imagem da América Latina da UFPR.
“Além de trabalhar com a imagem em termos sociológicos, também
busquei somar elementos de fotografia, estudos urbanos e estudos da
emoção. Não de forma acadêmica, mas alquímica”, sintetiza.
O livro
foi editado por Daniel Barbosa, da editora Caderno Listrado. O
próprio Daniel, que fez parte desse movimento de street art e teve
alguns de seus trabalhos fotografados. “Há várias obras sobre a
Street Art, mas elas são produzidas pelos próprios artistas. Uma das
principais virtudes do livro do Angelo, penso eu, reside no fato de
ser a obra de um observador comum – incomum, na verdade - dessas
manifestações.”
Por sua
proposta e seu caráter artesanal, o livro tem tiragem limitada: são
apenas duzentos exemplares, numerados e assinados pelo autor.
Destes, cinqüenta compõem uma espécie de “edição especial” – eles
vêm acondicionados em caixas luva, também encadernadas com papelão e
revestidas com tecido serigrafado. “Quisemos oferecer um livro que
fosse, em si, uma obra de arte. Que expressasse nossa estima pela
Street Art, pela fotografia, pelas técnicas tradicionais de
impressão e encadernação. Acredito que alcançamos esse objetivo”,
afirma Angelo./ www.cadernolistrado.com.br
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“A Gente
Transforma Parque Santo Antonio com Suvinil ao Vivo” lança “Espaço
Caçamba Solidária” na Casa Cor
Na
quarta-feira, dia 16, o designer Marcelo Rosenbaum e parceiros do
projeto “A Gente Transforma Parque Santo Antonio com Suvinil ao
Vivo” visitaram a Casa Cor para lançar oficialmente o “Espaço
Caçamba Solidária” na Casa Cor. A Caçamba Solidária, ficará próxima
à Casa Talento, e receberá resíduos e materiais doados por
expositores e fornecedores, que serão destinados ao projeto.
Ao final
do evento, em 13 de julho, será feita a coleta dos materiais, como
painéis de madeira, fios, revestimento de pisos e paredes que serão
utilizados no desenvolvimento de móveis e equipamentos urbanos para
o “Campo do Astro”, durante a Semana Mão na Massa que acontecerá em
julho, no Parque Santo Antonio, zona sul de SP. O reuso do descarte
da desmontagem dos ambientes da Casa Cor está em sintonia com a
tendência do Upcycling, que dá novo valor a materiais de qualidade
que perdem sua função. Mais informações, www.agentetransforma.com.br
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Caleidoscópio inspira
novas obras de Lara Matana
Exposição inédita acontece na Galeria Lourdina Jean Rabieh
Um dos nomes mais
expressivos da escultura brasileira, Lara Donatoni Matana, radicada
há 27 anos em Cuiabá, apresenta a exposição Caleidoscópio, na
Galeria Lourdina Jean Rabieh, de 22 de junho a 24 de julho, em São
Paulo.
Pela
segunda vez em exposição na Galeria Lourdina Jean Rabieh,
representante das obras de Lara Matana em São Paulo, a mostra
Caleidoscópio reúne peças compostas delicadamente com finas lâminas
de madeira, coloridas uma a uma, que provocam experiência sensorial
rara nos observadores, semelhante àquelas provocadas pelos
caleidoscópios criados pelo escocês David Brewster (1781-1868). Lara
Matana utiliza resíduos de madeiras reflorestadas e certificadas.
Nas suas criações faz referências às rosáceas góticas, aos arabescos
e às mandalas orientais, consideradas grandes fontes de inspiração
da artista, que poderão ser conferidas em painéis com medidas de
1,50 x 1,50m, aproximadamente.
Sobre o
trabalho com a madeira, Lara Matana conta que elegeu este material
como elemento principal das suas criações por conta do resultado
estético e com as possibilidades de relevos e dimensões variadas que
a madeira oferece à obra.
“A obra
artística de Lara Matana seduz o espectador por suas formas
encantadas e por sua riqueza cromática, pelas tramas delicadas
construídas, meticulosamente, com finas lâminas de madeira tingidas
com cores vivas. Transmite paz interior, inspira viagens cósmicas,
mundos submarinos, simula rosáceas, arabescos, mandalas orientais”,
comenta Paulo Klein, crítico de arte.
Para esta
exposição, serão expostas 10 obras inéditas. As obras estarão à
venda na galeria durante o período de exposição.
Serviço:
Galeria Lourdina Jean Rabieh, Al. Gabriel Monteiro da Silva, 147,
jardins, tel. 3062.7173, de 22 de junho a 24 de julho, segunda a
sexta, das 10h às 19h, sábado das 10h às 14h. Grátis /
www.lourdinajeanrabieh.com.br
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Alunos promovem mostra
de teatro 72ª Mostra do Teatro Escola Macunaíma
Até 26 de julho a 72ª Mostra do Teatro Escola Macunaíma, um dos mais
tradicionais cursos profissionalizantes do país
Serão 56 espetáculos
encenados pelos alunos da escola, inclusive crianças, na maior
mostra de teatro do país.
O
Macunaíma é a única escola que possui 5 teatros completos, para que
os alunos possam exercitar, desde cedo, a interpretação em um palco
de verdade. Uma vivência única, com técnicos especializados,
iluminação e cenários de nível profissional.
As
Mostras de Teatro organizadas pelo Macunaíma têm sido a porta de
entrada no mercado profissional de diversos atores consagrados. Elas
são um diferencial que o Macunaíma tem em relação a outros cursos,
por colocar todo semestre os alunos, os professores e profissionais
para vivenciarem a prática teatral, num evento que envolve mais de
500 pessoas.
Serviço:
Peças em cartaz de 11 a 28 de junho, na sede do Macunaíma, na rua
Adolfo Gordo, 238
Aurora
da Minha Vida / Data: 15, 16 e 17 de junho / Horários: 19:00 e
21:00 hs / Teatro: 3 / Capacidade: 72 / Gênero: Comédia Dramática /
Duração: 70 minutos / Recomendação (idade): 10 anos / Direção: Einat
falbel / Autor: Naum Alves de Souza
Dura
Lex Sed Lex No Cabelo Só Gumex / Data: 16, 17 e 18 de junho /
Horários: 19:00 e 21:00 / Teatro: 2 / Capacidade: 96 / Gênero:
Comédia Musical / Duração: 70 minutos / Recomendação (idade): 12
anos / Direção: Beto Marcondes / Autor: Oduvaldo Vianna Filho
ELAS
/ Data: 16 , 17 e 18 de junho / Horários: 19h e 21h / Teatro: 4 /
Capacidade: 74 / Gênero: Comédia / Duração: 60 min / Recomendação
(idade): 12 anos / Direção: Alex Capelossa / Autor: Aristófanes
Personagens de Shakespeare no Castelo do Rocky Horror / Data:
dias 18, 19 e 20 de junho / Horários: 19 e 21h / Teatro: 1 /
Capacidade: 86 / Gênero: Musical / Duração: 70min / Recomendação
(idade): 14a / Direção: Wanderley Martins
Don
Juan / Datas e Horários: 19, 20 e 21 de junho / dias 19 e 21-
19h00 e 21h00 / dia 20 - 19:30 e 21:30 / Teatro: 3 / Capacidade: 72
/ Gênero: Comédia / Duração: 50min / Recomendação (idade): Livre /
Direção: Renata Mazzei / Autor: Moliére
Ubu
Rei / Datas: 19, 20 e 21/06 / Horários: 19:00 e 21:00 hs, no dia
20/06 o horário será às 19:30 e 21:30hs / Teatro: 4 / Capacidade: 74
/ Gênero: Comédia / Duração: 70 min / Recomendação (idade): 14 anos
/ Direção: Beto Marcondes / Texto: Alfred Jarry
É
pelos sonhos que vamos / Data: 21, 22 e 23 de junho / Horários:
19h e 21h / Teatro: 1 / Capacidade: 86 / Gênero: fábula dramática /
Duração: 70 min. / Recomendação (idade): 10 anos / Direção: Lúcia de
Lellis / Autor: Carlos Sofredinni
Senhora na Boca do Lixo / Data: 22, 23 e 24 fr junho / Horários:
19h e 21h / Teatro: Teatro 3 / Capacidade: 72 / Gênero: Drama /
Duração: 90 minutos / Recomendação (idade): Livre / Direção: Renata
Mazzei / Autor: Jorge Andrade
O
Santo Inquérito / Data: 22, 23 e 24 de Junho / Horários: 19:00hs
e 21:00hs / Teatro 4 / Capacidade: 74 / Gênero: DRAMA / Duração: 75
MINUTOS / Recomendação (idade): livre / Direção: Marcia Azevedo /
Autor: Dias Gomes
A Casa
de Bernarda Alba / Data: 22, 23 e 24 de junho / Horários: 19 hs
e 21 hs / Teatro: 5 / Capacidade: 40 / Gênero: drama / Duração: 70
minutos / Recomendação (idade): 12 anos / Direção: Carolina Costa /
Autor: Federico Garcia Lorca
Bailei
na Curva / Data: 26, 27 e 28 de junho / Horários: 19 hs e 21 hs
/ Teatro: 3 / Capacidade: 72 / Gênero: comédia dramática / Duração:
90 minutos / Recomendação (idade): Livre / Direção: Renata Kamla /
Autor: Júlio Conte
Teatros
do Macunaíma 1, 2, 3, 4 e 5 / Os ingressos custam R$ 14,00, meia
entrada para estudantes e terceira idade, e R$ 3,00 para os alunos
da escola / Os ingressos podem ser adquiridos, a partir de 9 de
novembro na sede do Macunaíma e também pelo site
www.macunaima.com.br / Rua Adolpho Gordo, 238 – Barra Funda / (11)
3667.0807 / www.macunaima.com.br
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Exposição “Hexa Neles
Brasil”
No futebol, nada é
mais eficiente do que um drible. Sinônimo de genialidade e
característica presente nos grandes craques do esporte, o drible é a
fuga do óbvio, é o elemento que desconserta o adversário e o
princípio ou a razão de muitos gols. Essa foi a inspiração da
Panamericana Escola de
Arte
e Design para elaborar a exposição “Hexa Neles Brasil”, em homenagem
à campanha da seleção brasileira na Copa da África de 2010, que vale
nada menos do que o possível sexto título de campeão mundial para
nossa seleção.
Aberto ao
público, o evento, que acontece de 15/06 a 10/08 na Rua Groenlândia
– nº 77, em São Paulo, reúne 100 cartazes feitos com muita
criatividade por alunos de diversos cursos, elaborados com técnicas
de desenho, pintura e design gráfico, que exploram a influência
cultural do país-sede. Entre os destaques, um dos cartazes exibe uma
mala de couro preto em formato de taça da Copa do Mundo, pronta para
receber o troféu e trazê-lo da África para o Brasil. Outro exibe um
boneco de pano nas cores da bandeira do Brasil espetado por
alfinetes, fazendo alusão ao Vodu, religião que teve origem no
continente africano. Há ainda um em que a palavra Hexa é seguida por
um símbolo de copyright com a letra B, ou seja, de que o Hexa será
uma marca exclusivamente brasileira.
Serviço:
Exposição HEXA NELES BRASIL / Local: Panamericana Escola de Arte e
Design / Unidade Groenlândia - Rua Groenlândia – nº 77 [(11)
3887.4200] / Horário: 2ª a 6ª, das 9h às 21h. Sábados, das 9h às
13h. Aos domingos, não abre / Preço: Grátis / Mais informações: (11)
3661.8511
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Simple Comunicação
anuncia 3ª edição da Micro/Art/Gallery com exposição de Paulo
O’Meira
Agência abriu suas portas para o vernissage no último dia 10. Como
convite, O’Meira criou 150 telas exclusivas que serão assinadas no
coquetel
Inaugurada
em agosto do ano passado, a Simple micro/art/gallery é um espaço
dedicado a uma nova geração de artistas ligados às novas tecnologias
e suportes. O vernissage de sua terceira exposição, acontece na
próxima quinta-feira (10), às 19h para convidados, com coquetel
apoiado pelas marcas da Pernod Ricard atendidas pela Simple: o
espumante Mumm e o whiskey Jameson O artista da vez é um paulistano
de apenas 24 anos, mas com um repertório de causar inveja. Paulo
O’Meira – ou O’Meira, como gosta e prefere ser chamado – é formado
em Artes Gráficas, só que muito antes disso aprendeu a tratar a arte
com desapego, abrindo mão de criar obras para si e transformando a
cidade numa espécie de grande tela.
Com suas
intervenções urbanas retratando temas da caótica São Paulo, O’Meira
não demorou a ser descoberto pela pintora Mônica Nador e em 2004
ingressou no JAMAC, ateliê que fez seu trabalho correr o mundo. Hoje
o artista também é parte do projeto “Grafitti com Pipoca”, ainda
está colhendo os louros da sua participação na última Cow Parede de
São Paulo e é presença confirmada na próxima virada cultural da
cidade.
A
micro/art/gallery foi criada pela Simple Comunicação como uma forma
de prestigiar o trabalho de novos artistas com trabalhos inéditos ou
quase. As exposições duram em média três meses e ocupam as paredes
da agência localizada em frente a uma bucólica praça da Vila
Madalena.
A
exposição de Paulo O’Meira, composta por oito telas, tem entrada
gratuita e vai de 11 de junho a 30 de setembro, sempre das 14h às
18h./ www.simple.com.br
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Estão abertas as
inscrições para a Oficina de Ilustração com Maria Eugenia
O
curso tem como objetivo desenvolver e aprimorar técnicas de
ilustração no aluno levando em conta seu próprio estilo. Serão
apresentadas diversas técnicas de ilustração, utilizando aquarela,
tinta acrílica, gouche, nanquim, desenho e colagem.
Maria Eugenia é
ilustradora da coluna de Nina Horta na Folha de São Paulo. Ilustrou
mais de cinqüenta livros e ganhou muitos prêmios no Brasil e no
exterior, como o Bologna Ragazzi Award de 2001. Participou de muitas
exposições e catálogos internacionais tais como a da Society of
Illustrators de NY, American illustration [2006, 2007], Bologna
Illustrators Exhibition e as Bienais de Ilustração de 1999, 2001 e
2005, em Bratislava.
Serviço:
Curso prático / Nível: básico - intermediário / Data: de 16 de
Agosto a 1º de Setembro (2ª e 4ª) / Horário: das 15h às 18h / 6
aulas | 18 horas / Preço: R$ 750,00 em até 3 parcelas / Inscrições
na Escola São Paulo / Rua Augusta, 2239 / Informações e Reservas:
(11) 3060.3636 / www.escolasaopaulo.org
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Temporada de dança do
teatro alfa em 2010 traz grandes companhias do Brasil, Europa e Ásia
Grupo Corpo, São Paulo Companhia de Dança, Sankai Juku, Sociedade
Masculina, Cloud Gate Dance Theatre, Quasar Cia.de Dança e Ballet du
Grand Théâtre du Genève: assinaturas para os espetáculos à venda a
desde 10 de junho

O Teatro Alfa, uma das
principais salas de espetáculos do país, lança as assinaturas de sua
Temporada de Dança 2010, composta por quatro companhias brasileiras,
três delas com novas criações, uma européia e duas asiáticas, de
grande expressão e de linguagens distintas, significativas na
história da dança das últimas décadas.
As
grandes atrações da sétima Temporada de Dança do Teatro Alfa são:
Grupo Corpo, que apresentará ímã e coreografia a definir em 6 de
junho por votação pelo site da cia., em cinco apresentações de 11 a
15 de agosto; São Paulo Companhia de Dança, quatro apresentações das
coreografias Tema e Variações e as estreias de Seis Danças e
Prelúdio à tarde de um Fauno, de 9 a 12 de setembro; Sankai Juku,
três apresentações da coreografia Tobari – Como num Fluxo
Inesgotável, pela primeira vez apresentado no Brasil, de 14 a 16 de
setembro; Cia. Sociedade Masculina, que estréia duas novas
coreografias de Anderson Braz e Anselmo Zolla, em duas
apresentações, 21 e 22 de setembro; Cloud Gate Dance Theatre, quatro
apresentações da coreografia Whisper of Flowers, inédita no Brasil,
de 2 a 5 de outubro; Ballet du Grand Théâtre de Genève, duas
apresentações das recentes coreografias Blackbird, Dov’è la Lune e
Loin, em 23 e 24 de outubro; Quasar Cia. de Dança, que estréia nova
coreografia de Henrique Rodovalho, em duas apresentações, 6 e 7 de
novembro.
O Teatro
Alfa oferece diversos benefícios para os assinantes. Os preços das
assinaturas variam de R$196,00 a R$535,50, preços já com descontos
de 15% para assinaturas normais e 30% para assinaturas especiais
(estudantes e 3ºidade).
As
assinaturas podem ser feitas a partir de 10 de junho pelo site
www.teatroalfa.com.br ou pelos telefones (11) 5693.4000 e
0300.789.3377.
Entre as
vantagens para os assinantes da Temporada 2009 do Teatro Alfa estão:
15% de desconto nos ingressos dos espetáculos da temporada; 30% de
desconto para 3ª idade e estudantes; poltrona cativa para todos os
espetáculos assinados; 50% de desconto no serviço de Valet Park; 10%
de desconto na compra de ingressos para outros espetáculos da
programação do Teatro Alfa; 4 ingressos para qualquer espetáculo
infantil da Temporada 2010; Kit de Assinatura (ingressos e vouchers)
entregue em casa; pagamento em até três vezes sem juros com cartões
de crédito.
TEMPORADA 2010 - Para a sua sétima temporada consecutiva de
espetáculos de dança, o Teatro Alfa convidou sete significativas
companhias. A expectativa de Elizabeth Machado,
diretora-superintendente, é que “este número mágico traga muita
satisfação e prazer para o público, que acompanha o trabalho de
busca e pesquisa. Trabalho esse que resultou, ao longo desses anos,
em trazer para o nosso palco obras representativas da produção
contemporânea da dança”.
Em 2010,
dois grandes expoentes da dança da Ásia voltam a se apresentar no
palco do Teatro Alfa: o Sankai Juku (Japão) e o Cloud Gate Dance
Theater of Taiwan, referências internacionais de excelência e
qualidade, e que apresentarão pela primeira vez no Brasil suas
recentes criações.
O Ballet
du Grand Théâtre de Genève, companhia de repertório de destaque no
cenário contemporâneo, também apresentará pela primeira vez no
Brasil, um programa com renomados coreógrafos como Sidi Larbi
Cherkaoui e Jírí Kylián.
O Grupo
Corpo, ao comemorar os seus 35 anos, reapresentará sua última
criação ímã - e, inovando, propõe ao público, uma votação via
internet para a escolha da segunda coreografia, que será anunciada a
partir de 6 de junho.
A Quasar,
uma das mais empolgantes expressões da dança brasileira, estreia
nova criação, assim como a São Paulo Companhia de Dança que, a cada
ano, surpreende pela consistência e diversidade na escolha de
repertório.
Complementa a programação, a Sociedade Masculina, companhia paulista
que vem conquistando espaço na cena internacional com um elenco
exclusivamente masculino, de grande força e qualidade técnica, e que
estreará duas coreografias.
A
expectativa do Teatro Alfa é que esses espetáculos da nova
temporada, escolhidos com cuidado e dotados de características tão
especiais, possam proporcionar ótimos e instigantes momentos ao
público que cresce ano após ano.
A
DANÇA DO TEATRO ALFA - Reconhecido por artistas e produtores
culturais como uma das melhores salas de espetáculos do país, o
Teatro Alfa estabeleceu, a partir de 2004, um eixo de programação
focado na dança, uma vocação quase natural daquele que é considerado
pelas companhias como o melhor palco para dança no Brasil.
Desde
então, se apresentaram, entre outros, Grupo Corpo, Sankai Juku, a
Companhia de Pina Bausch, Ballet du Grand Théâtre de Genève,
Charleroi Dance Company – Plan K da Bélgica, Cloud Gate Dance
Theatre de Taiwan, Ballet Stagium, Cisne Negro, Saburo Teshigawara -
Cia. Karas do Japão, Eva Yerbabuena Ballet Flamenco, Cia. de Dança
Deborah Colker, Cia. Nacional de Danza de Nacho Duato, Márcia
Milhazes Companhia de Dança, a Quasar Cia. de Dança, Cie. DCA de
Philippe Decouflé , Ballet de L’Opera de Lyon, Ballet National de
Marseille, São Paulo Cia. de Dança e Ballet Preljocaj.
GRUPO
CORPO 11 a 15 de agosto / Direção artística: Paulo Pederneiras /
Coreografias: Rodrigo Pederneiras / Espetáculos: ímã, música de
Moreno Veloso, Domenico Lancelottti e Kassin, para 21 bailarinos; e
coreografia a definir a partir de votação no site:
www.grupocorpo.com.br
SÃO
PAULO COMPANHIA DE DANÇA 09 a 12 de setembro / Direção: Iracity
Cardoso - Inês Bogéa / Coreografias: Tema e Variações (1947);
Estréias de Seis Danças - estreia e Prelúdio à tarde de um Fauno
SANKAI
JUKU Japão / Direção artística: Ushio Amagatsu / Coreografia:
Tobari – Como num Fluxo Inesgotável, música composta por Takashi
Kako, Yas-Kas, Yochiro Yoshikawa; coreografia para 8 bailarinos /
Duração: 1h25
CIA.
SOCIEDADE MASCULINA 21 e 22 de setembro / Direção artística:
Anselmo Zolla e Vera Laffer / Estreias coreografias de Anderson Braz
(diretor da Cia. Maria Kong de Israel) e Anselmo Zolla
CLOUD
GATE DANCE THEATRE Taiwan - 02 a 05 de outubro / Direção
artística: Lin Hwai-min / Coreografia: Whisper of Flowers; música:
Suítes de Bach para Violoncelo Solo; Coreografia de LIN Hwai-min
para 20 bailarinos / Duração: 1h30
BALLET
DU GRAND THÉÂTRE DE GENÈVE 23 e 24 de outubro / Direção
artística: Philipe Cohen / Coreografias: Blackbird (Jiri Kylián);
Dov’è la Lune (Jean-Christophe Maillot); Loin (Coreografia: Sidi
larbi Cherkaoui)
QUASAR
CIA. DE DANÇA 06 e 07 de novembro / Direção artística: Henrique
Rodovalho / Coreografia: estreia
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Zupi TV, o canal
online de arte contemporânea
A Zupi, portal online e revista de arte, lança o Zupi TV
A Zupi, referência em
arte no país, acaba de lançar o Zupi TV, canal que divulga os
melhores vídeos de graffiti, artes visuais, publicidade, moda,
fotografia e motion graphics feitos no Brasil e no mundo.
Entrevistas com artistas renomados, divulgação de novos talentos,
animações criativas, matérias sobre arte de rua, experimentações
audiovisuais que você não encontra por aí... tudo isso você confere
no Zupi TV, que além de produções próprias e vídeos caçados na web
traz ainda parcerias com feras do mercado, como Avesso TV, que
semanalmente fornece matérias sobre os bastidores de ações e
campanhas publicitárias diferenciadas, e Sampa Graffiti, série de
documentários sobre o melhor do graffiti paulista. / Zupi TV:
www.zupi.tv / Portal Zupi: www.zupi.com.br
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17ª edição do Prêmio
FEMSA de Teatro Infantil e Jovem elege os melhores de 2009
Única premiação da América Latina voltada para o teatro
infanto-juvenil prestigiou os melhores espetáculos de 2009 em evento
exclusivo

Aconteceu no dia 10 de
maio último, a 17ª edição do Prêmio FEMSA de Teatro Infantil e
Jovem, no HSBC, em São Paulo, reunindo cerca de 350 pessoas da
classe artística. O elenco da peça O Colecionador de Crepúsculos
subiu ao palco com muito entusiasmo para receber o tão desejado
troféu de melhor espetáculo jovem. Já a montagem Odisséia de
Arlequino foi agraciada como melhor espetáculo infantil.
Além do
reconhecimento aos principais talentos de 2009, o Grupo FEMSA,
realizador do programa, homenageou a renomada atriz, diretora,
autora e empresária teatral, Nydia Licia Pincherle Cardoso.
Foi uma
noite marcada pela emoção. Nydia ficou lisonjeada com o
reconhecimento e agradeceu. “É um prazer imenso estar aqui e receber
esta homenagem. Agradeço a todos. O teatro infanto-juvenil me trouxe
muita satisfação. Estou extremamente feliz”.
O evento
contou ainda com a presença da atriz Rosi Campos, que entregou o
prêmio de melhor atriz à Veridiana Toledo, por sua atuação no
espetáculo A Odisséia de Arlequino. “É uma delícia receber este
reconhecimento das mãos da Rosi. Foram seis anos até acontecer este
espetáculo e sete até a conquista deste prêmio”, afirma.
Reconhecido por sua intensa interpretação em O Mistério do Fundo do
Pote, Rodrigo Mercadante se mostrou muito emocionado no anúncio da
sua vitória como melhor ator de 2009. “Quero oferecer esse prêmio a
todo o elenco do Grupo Ventoforte”.
O troféu
apresentado nesta edição contou com o talento da artista plástica
Elvira Schuartz e traduz o que a FEMSA entende como elementos
formadores de uma sociedade de sucesso. O vidro representa a ternura
e a tenacidade, a cor transparente a ética e a forma curvada a
flexibilidade para a inovação.
Novidades do prêmio - Uma das mais importantes novidades para
esta edição foi a participação de Ângelo Brandini como roteirista e
diretor da cerimônia. Reconhecido e premiado ator brasileiro,
Brandini traz em seu currículo importantes atuações em programas de
televisão e cinema, além de assinar roteiro e direção de diversos
espetáculos no circuito Rio-São Paulo: Ricardo III, Midnight Clowns
e O Avarento são algumas de suas atuações no teatro. Fim da Linha,
Doutores da Alegria - O Filme e Carandiru podem ser citados como
trabalhos no cinema e, ainda, Malhação (TV Globo) e Senta que lá vem
comédia (TV Cultura), entre outras, marcam suas participações na
televisão.
Na
entrega do prêmio, os melhores profissionais e montagens de 2009
foram escolhidos em 17 categorias: melhor autor de texto original,
autor texto adaptado, direção, cenografia, figurinista, iluminação,
música originalmente composta, trilha sonora, ator e atriz, ator e
atriz coadjuvante, revelação, produção, categoria especial,
espetáculo infantil e espetáculo jovem.
Confira a lista completa dos ganhadores: AUTOR DE TEXTO ORIGINAL
- Ilo Krugli – O Mistério do Fundo do Pote / AUTOR DE TEXTO ADAPTADO
- Amauri Falseti – Com o Rei na Barriga / DIREÇÃO
- Kleber Montanheiro – A Odisséia de Arlequino / CENOGRAFIA - Marcia
Abujamra e Marco Lima – A Bruxinha Atrapalhada / FIGURINO -
J.C.Serroni e Telumi Hellen – O Colecionador de Crepúsculos /
ILUMINAÇÃO - Davi de Brito e Vânia Jaconis – O Colecionador de
Crepúsculos / MÚSICA ORIGINALMENTE COMPOSTA - André Abujamra – A
Bruxinha Atrapalhada / TRILHA SONORA - Marcelo Gianini – Esperando
Gordô / ATOR - Rodrigo Mercadante – O Mistério do Fundo do Pote /
ATOR COADJUVANTE - Giovani Tozi – O Colecionador de Crepúsculos /
ATRIZ - Veridiana Toledo – A Odisséia de Arlequino / ATRIZ
COADJUVANTE - Greta Antoine – A Odisséia de Arlequino - REVELAÇÃO -
Ivan Ribeiro – autor – A Incrível Batalha do Tesouro de Laduê /
CATEGORIA ESPECIAL - Beto Lima, Dino Soto e Sidnei Caria – pela
criação dos bonecos – Filhotes da Amazônia / PRODUÇÃO - Solução Arte
Produções Artísticas e Culturais – A Tragédia de Romeu e Julieta /
ESPETÁCULO INFANTIL - A Odisséia de Arlequino / ESPETÁCULO JOVEM - O
Colecionador de Crepúsculos / *Crédito Foto: Ricardo Hara
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Antonio Peticov - a
forma oculta
Mostra inédita reúne 22 obras do artista paulista até 16 de julho no
Espaço Cultural Citi da Avenida Paulista
O Espaço Cultural
Citi, a galeria de arte da Avenida Paulista, apresenta a partir de
24 de maio, a exposição inédita Antonio Peticov – A Forma Oculta,
com 22 trabalhos de tinta acrílica sobre tela que cobrem um período
de 1988 à 2009, com absoluto predomínio de obras realizadas a partir
de 2006. A exposição permanecerá até 16 de julho.
Nascido em Assis, interior de São Paulo, em 1946, Peticov é
autodidata que desde o início da adolescência optou pelas artes
plásticas. Estudante de história da arte, começa a expor na primeira
metade da década de 1960. A partir de 1970, muda-se para Londres,
dali para Milão e, em 1986, para Nova York, retornando ao Brasil
apenas em 1999.
O curador
da exposição, o crítico Jacob Klintowitz, diz: “Antonio Peticov é o
artista da invenção e da descoberta de um universo oculto feito de
beleza, harmonia e magia. É um artista multifacetado e os seus
interesses estéticos e humanos são marcantes, pois obedecem a uma
linha cultural contínua. E não há qualquer diferença entre os
interesses do artista Peticov e do homem Peticov, o que é mais raro
do que se pensa. Esta unidade confere forte autenticidade ao seu
percurso pessoal feito unicamente de reflexão.”
Importante crítico de arte, o poeta Ferreira Gullar observa: “A
sensação que me fica, ao refletir sobre a personalidade de Antonio
Peticov e sua obra tão diversa e instigante, é a de que estou diante
de um artista em pleno domínio de sua técnica, maduro e que, no
entanto, mantém vivo dentro de si um menino ainda encantado com as
formas e as cores do mundo.”
O Espaço
Cultural Citi é uma galeria pública visitada mensalmente por cerca
de 50 mil pessoas que trafegam entre a Avenida Paulista e a Alameda
Santos. O espaço mantém a sua vocação de mostrar obras de arte no
centro vital de São Paulo. Desde 2005, passaram por ali as obras de
nomes consagrados, como Rubens Gerchman, Luiz Paulo Baravelli,
Gregório Gruber, Romero Britto, Newton Mesquita, Odetto Guersoni,
Ivald Granato, Takashi Fukushima, Caciporé Torres, Sérgio Lucena e a
ceramista Shoko Suzuki, além de jovens que se firmam como Luciana
Maas, Maurício Parra, Carola Trimano e Manu Maltez.
Antonio Peticov e a forma oculta, por Jacob Klintowitz - As
anotações visuais de Peticov tratam das relações com a terra,
árvores, paisagens e frutos; o registro do ser humano; as formas
simbólicas; a criação de sistemas lúdicos bidimensionais ou
tridimensionais, que tenham significados subjacentes e ofereçam
leituras em vários níveis. E todas estas construções do espírito são
objeto de constante experimentação, cotejos, remontagens,
comparações, apropriações e, finalmente, de discussão e procura da
herança grega, a proporção áurea, vínculos com a história da arte e
as regras de construção da forma.
Entretanto, nesta atividade esférica feita de brilhos e destaques,
em nenhum momento Antonio Peticov demonstrou ter perdido a sua
fidelidade ao humanismo ou pensou em soluções que não sejam
plásticas e visuais. E não perdeu de vista o público e o público
também não deixou de se comunicar com este artista tão singular.
Neste
caminho, o processo de Antonio Peticov tem sido o da maturação
lenta, o da transformação permanente e, para fazer relação com uma
disciplina arcaica, o da decantação da matéria. Neste artista a
dedicação ao sentimento e a procura de imagens essenciais não o
afasta do público. Desconfio que é justamente nessa veracidade e no
exercício permanente da emoção que as pessoas encontram a sua
empatia com a arte de Peticov. Se aplicarmos à sua trajetória o
mesmo olhar retrospectivo que ele parece, neste momento, dirigir a
si mesmo, encontraremos uma produção de diversificada visualidade.
Mas são as ilusões da aparência, pois tudo está integrado por uma
única emoção, o prazer de vir a conhecer.
Antonio Peticov (Assis SP 1946). Com produção diversificada,
Peticov trabalha com pintura, desenho, gravura, escultura e
ilustração. Faz instalações como Balli Ballet (1982), em Cloudwalk
Farm, Connecticut, e The Big Ladder - Scala Cromatica (1983), para a
New York Art Expo, nos Estados Unidos. Apresenta, em 1989, o Projeto
Natura - Rio Pinheiros na 20ª Bienal de São Paulo, prevendo a
plantação de várias espécies de árvores ao longo do rio Pinheiros.
Em 1992, cria o Projeto Bosque Natura, para a Conferência da
Organização das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e
Desenvolvimento, no Rio de Janeiro. Realiza, em 1990, o mural
Momento Antropofágico com Oswald de Andrade, instalado na estação
República do metrô, em homenagem ao centenário do escritor. Em 2003,
lança o livro Trabalhos Escolhidos, juntamente com a exposição no
MASP. Em suas pinturas trabalha freqüentemente com séries temáticas,
utilizando conceitos da física e da matemática, relacionados ao
espectro de cores e à luz. (Fonte: Enciclopédia Itaú Cultural)
Serviço:
O Espaço Cultural Citi (Av. Paulista, 1111, térreo, fone
11.4009.3000) fica aberto para visitação de segunda a sexta-feira,
das 9 às 19 horas/ aos sábados, domingos e feriados, das 10 às 17
horas / Acesso a pessoas com deficiência física pela Alameda
Santos, 1146 / A entrada é gratuita / www.citi.com.br
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Peças inusitadas unem
cristal e filigrana em exposição de arte em São Paulo
As designers
internacionais brasileiras, Thais Guarnieri e Elvira Schuartz,
apresentarão, no próximo dia 8 de junho, a coleção de jóias Art Éco,
na galeria Espaço Zero, único studio glass da América do Sul. As
designers irão expor peças inusitadas que unem cristal e filigrana.
Produzidas manualmente a coleção é uma viagem ao universo da art
noveau. Além disso, o público que passar pela galeria poderá ver
esculturas que Thais expôs na última SOFA (The International
Expositions of Sculpture Objects & Functional Art) que aconteceu
recentemente em Nova York.
Serviço:
Entrada gratuita / Lançamento da coleção Art Éco / Data: 8 de junho
/ Local: Espaço Zero / Horário: 19h / Endereço: Rua Goiás, 167,
Pacaembu, São Paulo, SP / Tel.: 11 3661-8658
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6° edição do Salon de
Arte Contemporânea no “Carrousel Du Louvre”
No próximo dia 04 de Junho, no “Carrousel du Louvre” em Paris,
França, estará acontecendo a abertura da “6ª Edição do Salão de Arte
Contemporânea”
O evento,
um dos mais importantes Eventos Europeus de Arte Contemporânea,
recebe anualmente
milhares
de visitantes. O Palácio do Louvre abriga atualmente o Museu do
Louvre e o Carrousel du Louvre, um espaço de 7.100 metros quadrados
que é o centro de todas as Convenções e Exposições que ocorrem em
Paris.
Para esta
Mostra, a curadora Geni Settani, da Waylight de Portugal indicou o
artista brasileiro Rafael Murió que irá apresentar a obra
“Tchin-Tchin”
Com 47
anos de carreira, Rafael Murió é hoje um dos artistas brasileiro
mais reconhecido no exterior e vem se destacando por ser um dos
pintores com maior presença em eventos internacionais. Suas obras
estão presentes em acervos de grandes colecionadores, principalmente
europeus, americanos e australianos. Detém inúmeros certificados,
prêmios e menções honrosas, além de registros em diversos guias de
arte.
É membro
da Associação Internacional de Artes Plásticas (AIAP-UNESCO),
Academia Latino-Americana de Arte (ALA), Academia Brasileira de Arte
Cultura e História (ABACH), Associação Paulista de Belas Artes
(APBA), entre outras.
Serviço:
6° EDIÇÃO DO “SALON DE ARTE CONTEMPORÂNEA” / Local: Carrousel du
Louvre – Paris, França / Inauguração: 04 de junho de 2010
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Carlos Motta lança
livro e abre exposição no Museu da Casa Brasileira
No dia 8 de
junho, às 19h30, o arquiteto e designer lança o livro Carlos Motta e
a vida, e abre a exposição < i>Carlos Motta – Móveis de madeira
reutilizada, no Museu da Casa Brasileira.
Com concepção e
projeto de Paulo Lima (publisher) da Trip Editora e Rafic Farah
(arquiteto e designer), Carlos Motta e a vida percorre o caminho que
une vida e obra de seu protagonista – sem ser um catálogo de suas
peças nem tampouco sua biografia. A publicação espelha a convicção
de Motta de que todos os elementos de sua vida se complementam e se
alimentam mutuamente, de maneira indissociável: a família, os
amigos, o surf e o trabalho.
No livro, a história de Carlos Motta e a sua concepção do trabalho
criativo são apresentadas a partir das entrevistas concedidas por
ele a Adélia Borges (jornalista e curadora), Alfredo Pimenta
(arquiteto) e Paulo Lima, combinadas a depoimentos de clientes,
amigos e parentes. Toda essa rede de ideias e declarações se
articula de forma coloquial e espontânea, como se o livro
recuperasse um só longo bate-papo. Gilberto Dimenstein, José
Zaragoza, Paulo Mendes da Rocha, Sérgio Rodrigues e Walter Salles
são alguns dos entrevistados que deixam no livro seu depoimento
sobre Carlos Motta.
Ao longo
de três décadas, o nome de Carlos Motta se estabeleceu no mundo do
desenho industrial e da arquitetura como uma marca muito particular,
que tem por características principais o uso da madeira e a
preocupação com a responsabilidade ambiental e social – preocupação
pioneira, que em Motta nasce não das constatações e necessidades do
mundo de hoje, mas de suas próprias convicções pessoais. Assim, o
arquiteto se tornou referência quanto à obtenção de qualidade com
respeito à natureza e valorização do trabalho artesanal e da
identidade brasileira. Os ideais que orientam seu trabalho aparecem,
no livro, ao longo de todo o relato de sua trajetória, e ganham
expressão máxima no capítulo “Redescobrimento” – no qual se
retratam, em fotos de Fernando Laszlo, vinte peças de mobiliário
feitas com madeira reaproveitada, ou redescoberta.
O design
brasileiro vive um momento especial. Tem demonstrado na última
década o amadurecimento de seus criadores e comprova que as
possibilidades de bom design deixaram de ser restritas ao mercado
externo. Carlos Motta é um dos nomes desta geração de criativos que
reinventou o mobiliário tradicional brasileiro e que tem conquistado
cada vez mais o mercado internacional. Reconhecido por sua
criatividade e sofisticação, o trabalho do designer é destaque em
lojas européias e norte-americanas e em publicações especializadas
(como a edição de junho de 2010 da revista inglesa Wallpaper).
A
publicação vem acompanhada de um DVD, intitulado Carlos Motta nas
ondas da vida. O documentário tem duração de 30 minutos e contempla,
como o livro a vida e o trabalho de Motta.
“Considero o Carlinhos [Motta] um dos grandes designers atuais. Tem
feito trabalhos com madeira reciclada, umas peças incríveis,
maravilhosas, com madeira maciça. E ele faz isso com um entusiasmo
que a gente percebe ser mesmo amor pela madeira e pelo trabalho. Uma
coisa rara. Porque poucos designers fazem um trabalho com a
sinceridade e o entusiasmo dele.” / Sérgio Rodrigues,
arquiteto e designer
“Eu gosto
muito dos móveis dele. Você senta no móvel do Carlos [Motta], você
sente que ele foi pensado de uma maneira diferente à do imóvel
industrial. Da mesma forma que, numa casa dele, você tem outro tipo
de sensação, há essa mesma qualidade perceptiva numa cadeira, num
sofá, numa espreguiçadeira. Por mais que o trabalho dele seja
reconhecido, cada vez mais reconhecido, a compreensão do tempo e do
espaço permanece a mesma. A compreensão do mundo.” /
Walter Salles, cineasta
Ficha:
Português ∙ 1ª edição ∙ 2010 / 180 pp. ∙ 23 x 29,5 cm / ISBN
978-85-7850-027-6 / R$ 90,00
Sobre
a exposição - Carlos Motta – Móveis de Madeira Reutilizada
Com a
exposição Carlos Motta – Móveis de madeira reutilizada, o designer
comprova que através da estética, da técnica construtiva e da
ergonomia é possível desenvolver peças de alta qualidade,
reutilizando-se materiais como a madeira e ferro. A mostra reúne 25
peças de rediscovered wood – madeira de redescobrimento – e será
exibida em São Paulo, entre os meses de junho a julho, no Museu da
Casa Brasileira. Poster iormente, segue para Nova York, durante o
mês de setembro deste ano, e Los Angeles, em março de 2011.
Serviço:
Data: 9 de junho a 4 de julho de 2010 / Horário: terça a domingo,
das 10h às 18h / Local: Museu da Casa Brasileira / Avenida
Brigadeiro Faria Lima, 2705 - Pinheiros – tel.: (11) 3032-3727
Carlos
Motta - Nascido em 1953, Carlos Lichtenfels Motta graduou-se em
arquitetura pela Universidade Brás Cubas, em Mogi das Cruzes (SP),
em 1971, após passar, sem se encontrar, pelos cursos de direito e
publicidade. A escolha profissional o reuniu com a paixão que
alimentava pela
madeira,
seu cheiro e suas formas, desde que, ainda menino, exercitava sua
criatividade fazendo carrinhos de rolimã.
Ao
término da faculdade, Carlos Motta viajou com a mulher para a
Califórnia. Nos Estados Unidos, passou a ter mais contato com
diversas expressões artísticas e consolidou sua ideia de desenvolver
seus próprios projetos. Ao retornar ao Brasil, em 1978, fundou o
Atelier Carlos Motta, na Vila Madalena.
Motta
ministrou palestras em diversas universidades e foi professor na
graduação em Desenho Industrial na Faculdade Armando Álvares
Penteado (Faap), entre os anos de 2000 e 2004.
Peças
suas estão presentes em casas particulares e em instituições tão
diversas como o Palácio da Alvorada, o Museu de Arte Moderna de São
Paulo (MAM), áreas de convivência de unidades do Sesc e a
Catedral-Basílica de Nossa Senhora Aparecida, entre outros. Além de
exposições individuais no Brasil, seu trabalho integrou coletivas
nos Estados Unidos, França, Holanda, Argentina, Itália e Inglaterra.
O Atelier
Carlos Motta já foi premiado diversas vezes, tanto por seu design
singular como por seu conceito de responsabilidade ambiental e
social no desenvolvimento dos projetos. Destacam-se reconhecimentos
concedidos pelo Museu da Casa Brasileira, o Prêmio Aloísio Magalhães
do Concurso Nacional de Desenho Industrial Fiesp e o Prêmio Planeta
Casa.
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Do surgimento aos dias
atuais. Livro trata a história das universidades brasileiras
Título, publicado pela EdUFSCar, reuniu educadora e arquiteto para
analisar as transformações das instituições ao longo do tempo
A EdUFSCar publicou,
recentemente, o livro "Arquitetura e Educação - câmpus
universitários brasileiros". A obra aborda o percurso histórico da
instituição universitária desde o seu nascimento na Europa medieval
até os dias atuais, apontando a evolução educacional e arquitetônica
das universidades do Brasil.
O livro
tem autoria de Ester Buffa, docente aposentada do Departamento de
Educação da UFSCar e Gelson de Almeida Pinto, professor de
Arquitetura e Urbanismo da Escola de Engenharia de São Carlos
(EESC-USP).
As
universidades surgiram na Inglaterra, no século XVIII. Seguindo o
exemplo britânico, os Estados Unidos implantaram instituições
universitárias com foco na formação de educadores para a população
nativa. As instituições de ensino ficavam fora do perímetro urbano e
próximas aos campos. Esse afastamento dos centros urbanos
possibilitou independência e autonomia para as instituições
norte-americanas.
No
Brasil, as primeiras escolas de ensino superior chegaram com a vinda
do Imperador Dom João VI, que trouxe cursos como Direito, Engenharia
e Medicina. Até então, o único curso superior oferecido era o de
Teologia para formar novos catequizadores. As universidades
brasileiras, como as norte-americanas, também optaram pelo modelo de
cidade universitária, unindo todas as faculdades e cursos espalhados
pelas grandes metrópoles em apenas um ambiente, independente dos
centro urbanos. A intenção era que esses espaços fossem autônomos
com praças de alimentação, transporte, coleta de lixo e opções de
lazer. Entretanto, Gelson de Almeida, um dos autores do livro,
aponta que esse modelo não prosperou no Brasil. "Algumas iniciativas
foram adotadas, mas as cidades universitárias no Brasil continuam
dependendo dos centros urbanos que estão ao redor", aponta o autor.
Essas e
outras análises sobre a trajetória das universidades brasileiras
podem ser conhecidas no livro recém publicado. A obra é fruto de
extensa pesquisa e tem por objetivo apresentar uma nova perspectiva
sobre a evolução das instituições de ensino superior. Dentre as
universidades analisadas no livro estão as Universidades Federais do
Rio de Janeiro e do Rio Grande do Sul, Universidade de Brasília, USP
e Unicamp.
O livro
"Arquitetura e Educação - câmpus universitários brasileiros" já está
disponível para venda na Livraria da EdUFSCar, localizada na área
Norte do campus São Carlos e também pela Internet, em
www.editora.ufscar.br. Outras informações pelo telefone (16)
3351-8962.
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Elevado 3.5
Documentário sobre a vida das pessoas que moram, trabalham e
circulam ao longo do Minhocão, estreia dia 04 de junho nos cinemas

ELEVADO 3.5, dirigido
pelos diretores João Sodré, Maíra Bühler e Paulo Pastorelo, é um
filme sobre o mundo de pessoas que se cruzam ao longo dos 3.5km do
Minhocão, via expressa construída na região central de São Paulo,
durante a ditadura militar. O documentário terá uma exibição
especial ao ar livre, no dia 30 de maio, na via elevada.
Do nível
da rua ao último andar, o espectador é conduzido por diferentes
pontos de vista. Por cima e por baixo da via, à sombra ou nos fios
de luz que desenham uma cidade recortada, o filme se desenrola por
meio do mergulho nas histórias dos personagens. A memória do
alfaiate, do pedreiro, do comerciante, das filhas do imigrante
italiano ou da cantora, cede espaço para imagens de arquivo. As
palavras da cabeleireira transexual, do senhor “diplomado na escola
da vida”, o canto de uma pessoa solitária, inserem novamente o
espectador no presente. Tempos se entrecruzam. Outros personagens
aparecem. Pessoas que estão ali por opção ou não, há muito ou pouco
tempo, de diferentes idades e origens. O Elevado provoca e converge
os olhares: de janela para janela, do segundo andar para a via
expressa, do carro para dentro do apartamento, do ônibus para o
comércio, do comerciante para o transeunte, da cobertura para a
paisagem.
ELEVADO
3.5 venceu o Festival “É tudo verdade / It’s all true” em 2007 e
participou dos seguintes festivais: 24º Festival de Cine de Bogotá,
16º Festival de Biarritz, 22º Festival Del Cinema Latino Americano
(Trieste), 48º Festival dei Popoli (Firenzi), 1º Brazilian Filme
Festival of Toronto, 11º FórumDoc.BH, 29º Festival Del Nuevo Cine
LatinoAmericano (Havana), 20º Rencontres Cinemas D’Amérique Latine
de Toulouse.
Sobre os
diretores:
Paulo
Dominguez Pastorelo é arquiteto e urbanista formado pela
FAU/USP. Iniciou sua carreira de documentarista com o filme Vale o
Homem seus Pertences (52min), realizado em co-produção com STV -
Rede SescSenac de Televisão em 2005. Dirigiu e produziu, em parceria
com João Sodré, o vídeo educativo Desenhos do Mundo e Descobrimentos
Imaginados (14min) para exposição de cartografias de São Paulo no
Museu Paulista em 2005. Foi também 1o assistente de direção do
cineasta Rodolfo Nanni no longa-metragem documentário O Retorno,
premiado no Festival Cine - PE em 2008. Atualmente, finaliza seu
mestrado em cinema na Universidade Sorbonne-Nouvelle Paris III e se
prepara para filmagem do longa-metragem Tokiori – Dobras do Tempo em
agosto deste ano [www.tokiori.wordpress.com].
Maíra
Santi Bühler formou-se em Ciências Sociais pela Universidade de
São Paulo em 2001. Em 2006, defendeu seu mestrado, "Vida e Morte no
Campo Alegre: um Estudo Etnográfico no Jequitinhonha", no
departamento de Antropologia da mesma instituição. Tem formação
complementar e experiência profissional na área de fotografia e
vídeo e trabalha com antropologia e imagem. Dirigiu os documentários
Elevado 3.5 (2007) e A Aranha Vive Daquilo que Tece (2002).
João Clark de Abreu Sodré é arquiteto e urbanista formado
pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São
Paulo (2005) e mestre na mesma instituição com a dissertação
Arquitetura e viagens de formação pelo Brasil, 1938-1962 (2010).
Integra o escritório gruposp, com Alvaro Puntoni, desde 2004.
Produziu, com Paulo Pastorelo, o vídeo educativo Desenhos do Mundo e
Descobrimentos Imaginados para exposição “Cartografia de uma
história. São Paulo colonial: mapas e relatos”, Museu Paulista
(2005).
Ficha Técnica:
Brasil, 2007, 72min / Direção, Pesquisa, Roteiro: João Sodré, Maíra
Bühler & Paulo Pastorelo / Personagens Entrevistados: Luiz Sollazzi,
Alcyr Christoforo, João Batista Correa da Paixão, Ananias Pereira
dos Santos, entre outros / Produtora: Pr!mo Filmes / Produtor
Executivo: Matias Mariani / Diretor de Fotografia: Lula Carvalho /
Técnico de Som: Paulo Seabra / Assistente de Produção: Camila
Camargo & Natália Valiera / Trilha Sonora Original: Eduardo Nazarian
e Guilherme Garbato / Sinopse Curta: Documentário sobre a vida de
pessoas que moram, trabalham e/ou circulam ao longo do Minhocão, via
elevada que atravessa a região central de São Paulo.
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Jornalismo de moda:
crítica, história e mídia com Maria Prata
Jornalista e editora-chefe do canal Fashion TV
O curso propõe uma
reflexão sobre a crítica de moda em diversos veículos nacionais e
internacionais. Serão discutidos os pontos fundamentais para
criticar um desfile. Os alunos entenderão como fazer uma crítica
apresentando seu ponto de vista. É voltado para estudantes,
profissionais e interessados nas seguintes áreas:moda, jornalismo,
marketing e comunicação./ Curso teórico / Nível: básico
Serviço: Data: 17 de
julho - sábado / Horário: das 10h às 17h / 1 aula | 6h / Preço:
520,00 em até 2x / Inscrições na Escola São Paulo / Rua Augusta,
2239 / Informações e Reservas: (11) 3060.3636 /
www.escolasaopaulo.org
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Dassault Systèmes e
Museu de Belas Artes de Boston reconstroem pirâmides virtualmente
Iniciativa leva conteúdo arqueológico ao público geral e à
comunidade científica por meio de simulações e visualizações 3D

A Dassault Systèmes
(DS), líder mundial em 3D, e o Museu de Belas Artes de Boston, um
dos museus de arte mais importantes do mundo localizado nos Estados
Unidos, anunciam parceria para levar o poder do 3D, já bastante
presente no setor industrial, para a arqueologia. A iniciativa
digital, chamada projeto Arquivos de Giza, tem como objetivo reunir
e compartilhar informações arqueológicas sobre as pirâmides no
planalto de Giza, no Egito, com o público geral e estudiosos da
área.
Apoiado
pela Fundação Andrew W. Mello, supervisionada pelo egiptólogo Peter
Der Manuelino, diretor de Arquivos do Museu, e por Philip J. King,
professor de Egiptologia na Universidade de Harvard, o projeto
reuniu, na última década, fotografias digitalizadas de expedições
históricas, diários de escavações e mapas, plantas e croquis dos
antigos túmulos e pirâmides da região. O resultado é o maior banco
de dados e site já montado relacionado ao planalto de Giza
(http://www.mfa.org/Giza). A maioria dos documentos arqueológicos e
das imagens é resultado de mais de 40 anos de escavação do
egiptólogo George Reisner (1867-1942), um dos fundadores da
arqueologia científica moderna, que liderou a expedição da
Universidade de Harvard e do Museu de Belas Artes de Boston ao
Egito. Em uma colaboração internacional única, o projeto Arquivos de
Giza também é parceiro de todas as instituições do mundo que
hospedam as coleções mais importantes relacionadas a Giza.
Para a
DS, o desafio do projeto é direcionar o conhecimento e as
tecnologias para experiências realísticas em 3D para o centro da
educação e pesquisa. A empresa leva ao Projeto Giza a expertise em
3D em tempo real e uma completa gama de soluções para simulação e
visualização de dados arqueológicos, criando experiências
interativas e de imersão para especialistas e para o público em
geral. A DS e o museu criarão novas formas de experiências em
multiplataformas, individuais ou coletivas, por meio de aplicativos
na Internet ou por sistemas virtuais mais complexos e de realidade
aumentada, usando jogos, telas 3D e até mesmo cinemas com objetivo
de proporcionar novos tipos de sensações que proporcionem uma
imersão arqueológica.
A
parceria permitirá a reconstrução em tempo real do planalto de Giza
baseada em dados arqueológicos atuais, além da colaboração entre
tecnologia e arqueologia, que resultará em novos questionamentos
científicos e comunicação. A arqueologia virtual, usando o poder de
ferramentas para simulação e experiências 3D, apresenta novas
hipóteses. “Tais ferramentas e abordagens oferecem uma nova dimensão
à pesquisa da egiptologia, permitindo compartilhamento de inovação e
conhecimento”, diz Peter Der Manuelian. “Na DS, encontramos um
parceiro comprometido com a precisão científica e criatividade
tecnológica.”
Esta
parceria é a continuação dos projetos sobre a pirâmide de Khufu,
iniciados pela DS há três. "O conteúdo do projeto Arquivos de Giza é
uma importante nova fonte para a egiptologia. Peter Der Manuelian
segue os passos de George Reisner, contribuindo diariamente para a
preservação digital da herança histórica da humanidade," disse Mehdi
Tayoubi, diretor de Estratégia Interativa da Dassault Systèmes. "Com
a experiência 3D, criaremos novas formas de interatividade,
colaboração e inovação para os mundos da educação, pesquisa e
público em geral.” /www.3ds.com
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Nitsche e Tozzi: a pop
art brasileira
Mostra inédita com trabalhos de Marcello Nitsche e Claudio Tozzi,
representantes paulistanos da estética pop que consagrou Andy
Warhol, até 21 de maio no Espaço Cultural Citi da Avenida Paulista
O Espaço Cultural
Citi, a galeria de arte da Avenida Paulista, apresenta a exposição
inédita Nitsche e Tozzi: a pop art brasileira, que propõe um diálogo
com a mostra Andy Warhol, Mr. America, que o Citi patrocina na
Estação Pinacoteca, a maior retrospectiva já vista no país da obra
de um dos artistas mais influentes do século XX.
Nascidos em São Paulo, Marcello Nitsche (1942) e Claudio Tozzi
(1944), viveram como jovens artistas no início da década de 1960 o
impacto da pop art da qual Warhol é ícone. A mostra Nitsche e Tozzi:
a pop art brasileira reúne 17 obras de cada artista. A exposição
permanecerá até 21 de maio.
O curador
da exposição, o crítico Jacob Klintowitz, diz: “A pop art é um
produto direto da sociedade de produção e consumo em massa. É a
maneira de a arte ver o universo dos objetos, o mundo das coisas. A
nossa é muito diferente da americana, pois tem um caráter crítico,
irônico, político e, às vezes, carnavalesco. Marcello Nitsche e
Claudio Tozzi estão entre os melhores. Eles são profundamente
originais e conseqüentes e criaram uma extensa iconografia. Com a
atual exposição de Andy Warhol na Pinacoteca de São Paulo, e o
brilho, eficiência e objetividade de seus trabalhos, é uma boa hora
para observar estas diferenças.”
As duas
exposições patrocinadas pelo Citi são uma excelente oportunidade
para se usufruir a pop art americana e brasileira separadas por
alguns quilômetros na mesma cidade. Como disse o célebre físico e
crítico de arte Mário Schenberg “uma autêntica arte pop brasileira
só pode nascer em São Paulo, cidade moderna quase sem presença viva
do passado, onde a massificação contemporânea se faz sentir com
força incomparavelmente maior do que nas demais cidades
brasileiras”.
O Espaço
Cultural Citi é uma galeria pública visitada mensalmente por cerca
de 50 mil pessoas que trafegam entre a Avenida Paulista e a Alameda
Santos. O espaço mantém a sua vocação de mostrar obras de arte no
centro vital de São Paulo. Desde 2005, passaram por ali as obras de
nomes consagrados, como Rubens Gerchman, Luiz Paulo Baravelli,
Gregório Gruber, Romero Britto, Newton Mesquita, Odetto Guersoni,
Ivald Granato, Takashi Fukushima, Caciporé Torres, Sérgio Lucena e a
ceramista Shoko Suzuki, além de jovens que se firmam como Luciana
Maas e Manu Maltez, entre outros.
Nitsche e
Tozzi: a pop art brasileira, por Jacob Klintowitz
Marcello
Nitsche é o lúdico criador de universos que reinventam o puer
eternus, a eterna criança. É o que faz emergir em nós. É raro um
artista com tanta espontaneidade no gesto e na invenção estética.
Ele pertence à categoria dos que sabem sem percorrer o caminho do
raciocínio dedutivo. Ele, de repente, sabe. O artista Marcello
Nitsche gosta de andar no limite, entre fronteiras, na terra de
ninguém. É utópico. Ele criou as “pinceladas” em material rígido,
como se fosse uma placa, com os respingos e as falhas das cerdas do
pincel. Não é pintura, escultura ou um objeto tradicional, já que
nem corpo tem, é uma espécie de alma da pincelada. É assim que ele
se move, por estes caminhos incógnitos, desfiladeiros fora do mapa,
mexendo na estrutura das coisas, como uma criança que desmonta o
brinquedo e – surpresa! – quando remonta, o que era um rádio
transforma-se em bicicleta. Isto é impossível. Agora, como explicar
isto para o Nitsche? Ou, melhor, como contar para a bicicleta que
ela não é bicicleta, mas um rádio?
O artista
Claudio Tozzi sempre criou imagens a partir dos objetos e dos
acontecimentos do cotidiano. Os seus modelos foram os personagens e
as cenas que fazem parte da vida de cada um: a notícia do jornal, a
embalagem na gôndola, o destaque do telejornal. Tozzi tornou temas o
"Bandido da Luz Vermelha", os "Astronautas", "Veneza", o "Parafuso",
as "Escadas" e transformou o banal em paradigma, pois os elevou à
condição de imagens do século vinte através das quais é possível
entender o contingente. O artista mostrou o universo de objetos que
impregna a vida atual e tornou equivalentes os vários elementos da
nossa realidade. A história de crime do jornal, a notícia do
astronauta na lua, o parafuso, visões dos canais venezianos, tem
para nós o mesmo impacto e recebem a mesma atenção. São partes
integrantes de um universo de comunicação e de extraordinárias
transformações.
Serviço:O
Espaço Cultural Citi (Av. Paulista, 1111, térreo, fone 11.4009.3000)
fica aberto para visitação de segunda a sexta-feira, das 9 às 19
horas; aos sábados, domingos e feriados, das 10 às 17 horas. Acesso
a portadores de deficiência física pela Alameda Santos, 1146. A
entrada é gratuita. / www.citi.com.br
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Prêmio Jabuti 2010:
Arquitetura, Urbanismo, Fotografia, Comunicação e Artes; Ilustração
de Livros Infantil ou Juvenil; e Reportagem são algumas categorias
da maior premiação literária do País. As inscrições se encerram no
dia 31 de maio.
As inscrições para a
52ª edição do Prêmio Jabuti já estão abertas. As categorias da
premiação são as seguintes: Tradução; Arquitetura e Urbanismo,
Fotografia, Comunicação e Artes; Teoria/Crítica Literária; Projeto
Gráfico; Ilustração de Livro Infantil ou Juvenil; Ciências Exatas,
Tecnologia e Informática; Educação, Psicologia e Psicanálise;
Reportagem; Didático e Paradidático; Economia, Administração e
Negócios; Direito; Biografia; Capa; Poesia; Ciências Humanas;
Ciências Naturais e Ciências da Saúde; Contos e Crônicas; Infantil;
Juvenil; Romance; e Tradução de Obra Literária Espanhol-Português.
Os três
primeiros colocados em cada uma das categorias concorrem aos prêmios
de Livro do Ano de Ficção e Livro do Ano de Não-Ficção.
Podem
concorrer ao Prêmio Jabuti 2010 apenas obras inéditas, editadas no
Brasil, entre 1º de janeiro e 31 de dezembro de 2009. A participação
é aberta a editores, escritores, autores independentes, tradutores,
ilustradores, produtores gráficos e designers.
Câmara
Brasileira do Livro – CBL www.cbl.org.br / As inscrições se encerram
no dia 31 de maio. Mais informações pelo site
www.premiojabuti.org.br
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Fúlvio Stefanini e Rodrigo Lombardi na peça A Grande Volta que
estreia no Teatro FAAP
Fúlvio Stefanini e Rodrigo Lombardi são dirigidos por Marco Ricca no
texto do belga Serge Kribus, o último traduzido por Paulo Autran
Em 2001, Paulo Autran
se apaixonou pela peça Le Grand Retour de Boris S., de Serge Kribus,
começou a traduzi-la e a preparar a sua montagem. Mas o grande
sucesso de Visitando o Sr. Green acabou por mudar seus planos.
Agora, passados alguns anos, Marco Ricca dirige a montagem do
texto
que tanto interessou o grande mestre, A Grande Volta, com Fúlvio
Stefanini e Rodrigo Lombardi interpretando pai e filho,
protagonistas de uma história que fala de amor, comprometimento,
medo, solidão, sonhos, falhas e de um belo encontro. O espetáculo
estréia em 1º. de maio de 2010, no Teatro FAAP (Rua Alagoas, 903,
Higienópolis, São Paulo) onde permanecerá em temporada até 15 de
agosto.
A comédia
dramática A Grande Volta tem cenografia de André Cortez, figurinos
de Letícia Barbiere, iluminação de Maneco Quinderé, trilha sonora de
Eduardo Queiroz e produção de Germano Soares Baia e Giuliano Ricca.
A direção é de Marco Ricca.
Sinopse -
O momento é de crise para o publicitário Henrique (Rodrigo
Lombardi): ele acaba de perder o emprego, sua esposa o deixou
levando o filho pequeno, e, para completar, seu pai Boris (Fúlvio
Stefanini), sem aviso prévio, mudou-se para sua casa. Boris é um
ator velho, ultrapassado, há muito tempo fora dos palcos, que acaba
de ser chamado para viver um personagem clássico - e dos mais
importantes da dramaturgia mundial: o Rei Lear, de Shakespeare.
A peça de
Serge Kribus, tocante e muito bem construída, explora a relação
entre pai e filho e as questões de identidade delas decorrentes. O
tom às vezes irônico e rude leva, a uma profunda humanidade. Nós
somos o que somos, mas também aquilo que os nossos pais nos
transmitiram. Henrique não pode fugir de seu pai, apesar do profundo
desejo que ele tem de distanciar-se dele. A verdade está aí, os dois
homens se parecem. Como em um espelho, pai e filho devolvem um para
o outro o mesmo discurso, os mesmos erros, o mesmo medo e a mesma
loucura.
A
história ameaça transformar-se em tragédia, porém com sensatez, dela
se afasta e se encontra na comédia dramática, com a densidade
sentimental habilmente recheada de certeiros toques de humor.
FICHA TÉCNICA:
Texto: Serge Kribus / Tradução: Paulo Autran / Direção: Marco Ricca
/ Elenco: Fúlvio Stefanini e Rodrigo Lombardi / Cenografia: André
Cortez / Figurinos: Leticia Barbiere / Iluminação: Maneco Quinderé /
Trilha Sonora: Eduardo Queiroz / Fotos: João Caldas / Fotos de
Estúdio: Jairo Goldflus / Programação Visual: Bummub / Assistente de
Direção: Luciana Azevedo / contrarregra: Renato Orbite /técnico de
Luz: Adriano Tosta / técnico de som: Felipe Alexandre / Camareira:
Conceição Telles / Lei Rouanet: Sonia Odila / Administração
Financeira: Argemiro Meirelles Neto / Assistente de Produção: Thiago
Oliveira / Produção Executiva: Carmem Oliveira / Produtores
associados: Germano Soares Baia e Giuliano Ricca / Realização: Mais
Palcos Projetos Culturais e Ricca Produções Artísticas.
SERVIÇO:
A GRANDE VOLTA / Teatro FAAP (Rua Alagoas, 903 – Higienópolis –
tel.: 11.3662.7233) / Horários: sextas, às 21h30, sábados, às 21h;
domingos, às 18h / Preços: R$ 70,00 / Temporada: até 15 de agosto de
2010 / Lotação: 506 lugares / Duração: 75 minutos / Classificação
Etária: 12 anos / Bilheteria: quarta a sábado, das 14h às 20h;
domingo, das 14 às 17h. Aceita cartões Visa, Mastercard e Dinners /
Serviço de venda de Ingressos: (11) 3662.7233 / 3662.7234. Aceita
cartões Visa, Mastercard e Dinners - não cobramos taxa adicional
para venda por telefone e vendas com desconto para estudante,
aposentados e maiores de 65 anos / Estacionamento: gratuito, com
vagas limitadas / Acesso para deficientes / Patrocínio: Porto Seguro
/ Apoios: George V – Casa Branca / Promoção: Rede Globo /
Realização: Mais Palcos Projetos Culturais e Ricca Produções
Artísticas
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O fantástico reparador
de feridas
De Brian Friel com Walter Breda, Mariana Muniz, Fernando Paz e
direção de Domingos Nunez até 16 de maio no Viga Espaço Cênico
Três personagens,
quatro monólogos e a história de uma trupe bastante incomum que
viaja por cidadezinhas do interior, apresentando um número que se
situa entre uma representação teatral e um culto religioso de cunho
sobrenatural. Esse é o ponto de partida para as situações que
acontecem na peça O Fantástico Reparador de Feridas, do irlandês
Brian Friel, dirigida e traduzida por Domingos Nunez, tendo como
protagonistas Walter Breda (comemorando 50 anos de carreira),
Mariana Muniz e Fernando Paz. A produção é da Cia. Ludens, grupo
teatral que se dedica à montagem de textos de dramaturgos da
Irlanda.
Na equipe
de criação, os figurinos são de Chico Cardoso, iluminação de Aline
Santini, trilha sonora original de Ricardo Severo e cenografia da
Cia. Ludens. A direção de produção é de Julio Cesar Pompeo.
Os três
personagens de O Fantástico Reparador de Feridas são Frank, Grace e
Teddy. Frank (Walter
Breda,
indicado ao Prêmio Shell por este espetáculo) é um homem que vive
atormentado por possuir um dom sobre o qual não tem nenhum controle
e tenta aplacar seus questionamentos com doses colossais de uísque.
Sua mulher, Grace (Mariana Muniz, também indicada ao Prêmio Shell),
advogada e filha de um juiz aristocrata, acusa, defende, busca
evidências e comprovações para justificar seu estado mental. Teddy
(Fernando Paz), empresário de artistas exóticos e decadentes,
transita entre a frieza profissional, a admiração por Frank e uma
possível paixão por Grace. Juntos, os três tentam sobreviver
cobrando ingressos de inválidos em apresentações das quais podem
sair curados. De vilarejo em vilarejo vão vivendo suas histórias e
cada um tem sua própria versão dos fatos.
Talvez o
elemento de ligação que permeie a produção dramatúrgica de Friel
seja o seu esforço em discutir através do teatro as diversas formas
de representação da linguagem e suas convenções. Em O Fantástico
Reparador de Feridas Friel constrói sua narrativa totalmente calcada
nas possibilidades da metalinguagem. O rigor da carpintaria teatral,
a ousadia do dramaturgo com este experimento, a temática abordada e
a proposta estética sugerida pelo próprio texto são elementos que
fazem desta peça um dos momentos mais criativos dentro da trajetória
artística do escritor.
Com o
texto construído sobre a estrutura de quatro monólogos, Friel se
propõe questionar a linguagem articulada como instrumento seguro
para um testemunho que ateste com precisão a veracidade dos fatos. A
memória, os sentimentos e interesses escusos são poderosos agentes
que atuam sobre a linguagem no sentido de distorcê-la, amenizá-la,
ridicularizá-la.
Assim,
cada uma das personagens da peça narra diretamente para a platéia,
de acordo com suas próprias conveniências, alguns fatos que
vivenciaram juntas durante uma época. Ao contar suas experiências,
as personagens têm o intuito de convencer os espectadores e a si
próprias de que aquele ponto de vista é o que mais se aproxima do
que realmente aconteceu. Aos poucos, tece-se uma cadeia de
informações que se complementam e se opõem e que, necessariamente,
pela própria natureza da linguagem articulada, levarão os
espectadores a tirar suas próprias conclusões.
Extremamente atual, este texto coloca a questão da manipulação da
linguagem como um dos pilares para uma possível representação do
mundo contemporâneo. Em última análise, tudo depende do ponto de
vista do observador que, de um modo ou de outro, relativiza os
discursos a que está exposto e os reorganiza de acordo com suas
próprias necessidades, sentimentos e limitações. A natureza
religiosa do número que apresentam aproxima o texto do Brasil, em
cujo território proliferam-se igrejas, templos e curandeiros que
prometem tipos variados de curas e arrastam multidões de
necessitados. Seus cultos se transformam em uma mistura de busca por
um sentimento de fé genuína, com demonstrações que facilmente fariam
parte de um “freak show” e exibições de cenas dignas de um filme de
horror.
Serviço:
O FANTÁSTICO REPARADOR
DE FERIDAS / Local: Viga Espaço Cênico (Rua Capote Valente, 1323 –
Pinheiros, São Paulo, SP – tel. 3801.1843) / Temporada: até 16 de
maio / Horários: sexta e sábado, 21h – domingo, 19h / Duração: 100
minutos / Classificação: Recomendada para maiores de 14 anos /
Lotação: 74 lugares / Preços: R$ 30,00 e R$ 15 (meia)/ Reservas:
11.3331-8309 / Instalações: ar-condicionado, acesso a portadores de
necessidades especiais, café.
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Milton Levy em “Show
Stand-up” no teatro Ruth Escobar
Sucesso
de bilheteria, a peça “O dia que comi a pombagira” em sua segunda
temporada nos palcos em SP
Marcado por sessões e
cadeiras extras em quase todas as apresentações a comédia, que
atingiu milhares de espectadores em apenas 5 meses de temporada
conta a trajetória da carreira de Milton Levy – o próprio ator – e
traz, além das cinco histórias verídicas e inusitadas, base do
espetáculo,
novas
esquetes que complementam a apresentação.
Predestinado a ser artista, Levy começa sua narração pela descoberta
de sua vocação pela arte. Dentre muitas tentativas frustradas como
músico e radialista, as histórias chegam ao momento em que o ator se
apaixona pelos palcos e desenrola mais uma série de histórias
divertidas e engraçadas que dão corpo ao espetáculo.
O ponto
alto da apresentação fica a cargo da história que dá nome a peça e
descreve uma viagem feita à baixada santista em companhia de amigos.
O desenrolar da história se passa em um típico bar da época com
situações hilárias.
A ideia
de criar um espetáculo veio com o sucesso de sua participação no
programa do Jô Soares, onde o ator falou um pouco sobre sua vida,
fazendo a plateia e o apresentador se divertirem muito.
Os
convites para estreia dia 10 de abril estão esgotados, tamanho
sucesso da peça. Para o dia 17 de abril os convites já estão à
venda.
FICHA TÉCNICA
- Texto, Direção, Atuação: Milton Levy / Operador de Luz e Som: Ed
Murphy Jr / Temporada até Novembro / Sessões todos os sábados até 27
de novembro / Horário 22h30 / Local
Teatro Ruth Escobar – Sala Miriam Muniz (59 lugares) / Endereço Rua
dos Ingleses, 209 – Bela Vista / Ingressos R$ 20,00 - meia entrada
(estudantes, professores, aposentados e acima de 65 anos) Aceita
cheque e cartões de crédito (Mastercard, Diners e Rede Shop) /
Telefone 11 3289.2358 / Horário de Bilheteria 14 às 21h | Venda
antecipada de ingressos – quinta a domingo / Duração do Espetáculo
50 minutos / Gênero Comédia - Stand-up / Classificação 12 anos /
www.ruthescobar.apetesp.org.br
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Exposição homenageará
São Paulo
Um dos destaques será o centenário de Adoniran Barbosa
A partir do próximo
dia 10 de maio, o pintor Rafael Murió inaugurará a mostra “Flores
para São Paulo”, na Galeria Bric a Brac, sob a curadoria de Vagner
Aniceto. Nesta individual, o artista declara seu amor à cidade,
através da pintura de flores e da lembrança dos principais locais e
atrações que marcaram a história da “terra da garoa”. Murió
lembrará, também, o centenário do cantor e
compositor
Adoniran Barbosa, com um quadro em sua homenagem.
No total
serão apresentadas 35 telas, de diversos tamanhos e técnicas, como
serigrafia, aquarela e acrílico sobre tela e eucatex, utilizadas na
série “Bar Brahma”, que reverencia personalidades, como Cauby
Peixoto, Caetano Veloso, Ary Barroso, entre outros.
Com 47
anos de carreira, Rafael Murió faz contracenar ao classicismo do seu
aprendizado, o romantismo de sua personalidade sonhadora. Ele é um
homem de emoções — emoções estas que são transferidas a todas as
suas obras.
Reconhecido internacionalmente, vem se destacando por ser um dos
pintores com maior presença em eventos internacionais. Recentemente,
participou da Artexpo New York (Estados Unidos), considerada a maior
Feira de Artes do mundo, e foi convidado a representar o Estado de
São Paulo no “XV Circuito Internacional de Arte Brasileira”,
previsto para os meses de maio e junho, em Berlim (Alemanha) e Praga
(República Tcheca), respectivamente.
Suas
obras estão presentes em acervos de grandes colecionadores,
principalmente europeus, americanos e australianos. No País, podem
ser encontrados nos principais leilões do mercado de arte, além de
galerias e museus. Detém inúmeros certificados, prêmios e menções
honrosas, além de registros em diversos guias de arte. É filiado à
Associação Internacional de Artes Plásticas (AIAP UNESCO), à
Associação Internacional de Arte (IAA UNESCO), à Academia
Latino-Americana de Arte (ALA), Academia Brasileira de Arte Cultura
e História (ABACH), à Associação Paulista de Belas Artes (APBA) e ao
Sindicato dos Artistas Plásticos no Estado de São Paulo (SINAPESP).
Serviço
- “Flores para São Paulo” – Exposição individual de Rafael Murió -
Vernissage: dia 11 de maio, a partir das 20h30 / Exposição: de 10 a
29 de maio — segunda a sexta-feira, das 9 às 19 horas, e sábados,
das 9 às 13 horas / Local: Galeria Bric a Brac / Al. Jauaperi, 996 -
Moema / Informações: (11) 5055-0874 / Entrada gratuita
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Exposição: Lauro
Monteiro na Casa da Cultura de Paraty
"Alumbramentos: água, cor, palavra" Aquarelas de Lauro Monteiro
Abertura: dia 01 de
maio de 2010, 20 horas / Exposição: até dia 31 de maio, de quarta à
segunda-feira, das 10 as 18h30 / Local: Casa da Cultura de Paraty /
Rua Dona. Geralda, 177- Centro Histórico, Paraty-RJ
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Roberto Mícoli lança livro
Com textos de Mario
Gioia, (jornalista e crítico de arte) e Stéphane Malysse
(antropólogo e artista multimeios), Roberto Mícoli enfoca a
trajetória, a formação e o processo criativo do artista plástico,
através de uma seleção de suas obras, em mais de cem belas
fotografias assinadas por Salvador de Rosa, Romulo Fialdini e
Valentino Fialdini, entre outros.
Tendo na cor um elemento fundamental e na lona seu material-base, as
composições de Roberto Míc oli se caracterizam pela justaposição de
fragmentos; sua geometria se constrói através de dobras e costuras,
que valorizam o elemento artesanal em seu trabalho.
A
singularidade das criações de Roberto Mícoli, exibida tanto nas
telas como nos objetos escultóricos, é resultado de sua perspectiva
diante de sua obra. Para o artista, sua fruição como criador
necessariamente interfere nas sensações que a obra provocará no
espectador.
A
publicação terá também uma edição especial, denominada Objeto -
livro, que traz como sobrecapa uma tela de Roberto Mícoli dentro de
uma caixa de acrílico. A série foi concebida pelo artista
exclusivamente para essa edição, com tiragem de 50 exemplares
numerados e autografados.
“A fatura
de suas obras se mostra, de certa forma, como uma metáfora de como
Roberto Mícoli pensa a função do fazer artístico em sua vida.
Unidades menores se somam em um conjunto calculado, não conforme um
projeto frio, mas segundo um plano sensorial, no qual a ordenação
das cores é uma ordenação do mundo.”
Roberto
Mícoli nasceu em 1953, em Campinas (SP). Começou a desenhar
orientado pelo pai, desenhista técnico.
O início de sua carreira artística, marcado por influências
múltiplas, do cinema à contracultura, se deu sobretudo através de
salões. A primeira mostra individual na capital paulista, em 1984,
aconteceu na Galeria Kaos Brasilis, espaço multidisciplinar que
congregava boa parte dos novos nomes da arte na época. No mesmo ano,
integraria a coletiva Como vai você, Geração 80?, no Parque Lage, no
Rio de Janeiro, para a compreensão das artes brasileiras do período.
Mícoli
responde hoje por uma obra que, olhada retrospectivamente, pontua o
desenrolar das artes plásticas brasileiras no arco das três últimas
décadas. Se nos debruçarmos sobre sua trajetória, é possível esboçar
algo da arte experimental e de protesto dos anos 1970; ou vislumbrar
os dias efervescentes da redemocratização do país, que ganharam
expressão artística por meio da ruidosa Geração 80; é possível,
ainda, acompanhar o clima de temor e medo da passagem da década de
80 para os anos 1990, com a crescente disseminação da Aids e com a
crise econômica que marcou a era Collor.
Na
atualidade, a obra de Mícoli se insere em um momento de otimismo do
sistema de arte, perpassado pela multiplicidade de instituições,
galerias, mostras e artistas. Peças de Roberto Mícoli integram
distintas coleções particulares e de instituições como o Museu
Paulista de Arte Contemporânea (MAC), o Museu de Arte São Paulo
(MASP), e a Estação Pinacoteca (dentro da coleção da Fundação
Nemirovsky). Além de exposições individuais no Brasil, seu trabalho
esteve em diversas coletivas na Alemanha, Argentina, Bolívia, Chile,
Canadá e Equador.
Ficha
Técnica - Português ∙ 1ª edição ∙ 2010 / 182 pp. ∙ 22 x 28 cm / ISBN
978-85-7850-023-8 / R$ 140,00 / Edição Objeto-livro / Edição
limitada (numerada de 1 a 50) / R$ 2.200,00/ www.bei.com.br
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Cidades imaginadas
iberoamericanas
Imaginários Urbanos é
um projeto coordenado pelo professor Armando Silva (Universidade
Nacional de Bogotá, Colômbia) que já estudou 22 cidades buscando, a
partir da análise de imagens, mídia, arte, literatura, tecnologias e
até álbuns de família, identificar como se constroem as identidades
das cidades neste início de milênio. Mais do que as imagens
proporcionadas pela arquitetura e o urbanismo, o contorno dos
edifícios ou o traçado das ruas, é o conjunto de emoções e
percepções que os habitantes manifestam que montam a personalidade
de cada cidade. As 50 fotografias selecionadas para a exposição
Cidades Imaginadas Iberoamericanas apresentam algumas dessas
percepções: grafites em muros explicitam opiniões políticas,
residências cercadas por grades aludem à preocupação coletiva com a
violência e procissões religiosas atestam a fé dos moradores, por
exemplo.
Tais
sensações, quando colocadas em um plano coletivo, revelam uma
estética urbana que se altera ao longo do tempo, na dinâmica da
história da vida cotidiana do cidadão e de grupos sociais. Há locais
identificados com determinadas emoções ou sensações, mesmo quando
não existem motivos reais para tanto. Alguns bairros são percebidos
como perigosos ainda que, por ações diversas, tenham reduzido o
índice de criminalidade. Outros continuam a exalar uma aura de
boemia, quando na verdade seus bares transformaram-se em ponto de
encontro de executivos. Essa soma de percepções coletivas dá corpo à
cidade e permite analisar os imaginários como um conceito chave para
conhecer a dimensão do ser coletivo urbano.
A
construção dessas formas imaginárias permite uma comparação entre as
formas de produção social da arte pública – em suas diversas formas
- e dos imaginários urbanos. Ambas são ações urbanas, baseadas em
experiências estéticas que atuam fora dos museus e com um sentido
público derivado de questões políticas que perseguem a expansão das
democracias locais. Mas existe uma diferença fundamental: a arte
pública é feita pelos artistas enquanto os imaginários são
produzidos pelos cidadãos. Esta e outras questões o organizador da
exposição, Armando Silva, apresenta em seminário que acontece no
mesmo dia, às 17 horas, com Lisbeth Rebollo Gonçalves (curadora da
exposição), Sylvia Werneck e Hélcio Magalhães (assistentes da
curadoria).
Serviço:
Exposição CIDADES IMAGINADAS IBEROAMERICANAS / Curadoria Lisbeth
Rebollo Gonçalves / Encerramento 23 de maio de 2010 /
Funcionamento terça a domingo 10 às 18 horas (segunda-feira fechado)
/ Local MAC USP Ibirapuera / Pavilhão Ciccillo Matarazzo, 3º piso /
(prédio da Bienal, acesso pela rampa lateral) / Estacionamento no
Parque Ibirapuera com Zona Azul / Telefone 11 5573.9932 /
Agendamento 11 3091.3328 / Entrada franca / www.mac.usp.br
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Cidade Múltipla
O fotógrafo Ricardo Hantzschel abre a exposição com imagens foram
captadas por 5 câmeras pinhole

O fotografo Ricardo
Hantzschel abre a exposição “Cidade Múltipla” no dia 29 de maio,
sábado, às 11 horas na Caixa Cultural São Paulo.
“Cidade
Múltipla” é um ensaio fotográfico que enfoca referências
arquitetônicas da São Paulo do autor, sob o ponto de vista de cinco
diferentes câmeras pinhole.
O
resultado é uma cidade improvável, construída por conjuntos de
instantes que formam camadas de tempo sobrepostas em cada registro;
remetendo a veloz e caótica metamorfose cotidiana da metrópole.
Pinhole
são câmeras artesanais feitas com caixas ou latas vedadas, onde a
luz penetra apenas por
pequenos
furos feitos com uma agulha. Na face oposta ao orifício coloca-se um
papel fotográfico que registra a imagem formada no interior da
câmera.
A beleza
deste aparato, que remonta a descoberta da camera obscura no
Renascimento, está na sua forte presença de acaso e na precariedade,
já que não há lente, obturador, visor ou diafragma. Simplesmente o
ordenamento físico dos raios de luz e a sensibilidade do papel
quimicamente revelado.
Dados
técnicos: o trabalho reúne captação fotográfica tradicional,
digitalização dos negativos e ampliação digital de 14 imagens em
papel base de algodão.
Oficinas
Gratuitas - Durante o período da exposição serão ministradas pela
equipe do projeto:
"Cidade
Invertida - fotografia e linguagem visual", 4 oficinas gratuitas. A
oficina consiste na construção de uma luneta de observação a partir
de lupas e lentes. / Oficina Imagem Invertida / Dias 11/06 e 18/06
às 9h; 25/06 às 15h.
Oficina
Câmera Obscura - Sábado, dia 03/07 das 15h às 17h / A partir de 15
anos / Incrições pelo tel. 11 3321-4400
Serviço:
“Cidade Múltipla” / Exposição do fotografo Ricardo Hantzschel /
Abertura dia 29 de maio, às 11h / Exposição: De 29 de maio a 5 de
julho / Caixa Cultural São Paulo / Galeria Octogonal Praça da Sé,
111 – São Paulo SP / Terça a domingo, das 9h as 21h / Entrada franca
/ Classificação etária: livre / Transporte gratuito para escolas e
instituições públicas / www.caixa.gov.br/caixacultural
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Autores britânico,
irlandês e norueguês confirmam presença na Bienal do Livro de SP
Os
conceituados escritores Conn Iggulden, John Boyne e Jostein Gaarder
participam do evento na capital paulista, que acontece em agosto.
Três grandes nomes da
literatura mundial já confirmaram presença na 21ª Bienal
Internacional do Livro de São Paulo, que acontece de 12 a 22 de
agosto de 2010, no Pavilhão de Exposições do Anhembi, Zona Norte da
capital paulista.
Do Reino
Unido virá o escritor de ficção histórica Conn Iggulden, autor da
mundialmente bem-sucedida coleção “O imperador”, e co-autor, junto a
seu irmão Hal Iggulden, do best-seller “O livro perigoso para
garotos” (Galera Record). Durante a Bienal do Livro, Iggulden fará a
divulgação de seus livros já editados por aqui e participa de sessão
de autógrafos para novos lançamentos em português.
Autor do
consagrado “O mundo de Sofia”, o norueguês Jostein Gaarder
autografará “O castelo dos Pirineus” (Companhia das Letras).
Já o
irlandês John Boyne promove o best-seller “O menino do pijama
listrada”, além de “O garoto no convés” (Companhia das Letras).
A Bienal
do Livro 2010 - Uma programação cultural rica e diversificada,
composta por mais de 700 atividades distribuídas por pelo menos 400
horas durante 11 dias é o que encontrará quem for à 21ª Bienal
Internacional do Livro de São Paulo, de 12 a 22 de agosto de 2010,
no Pavilhão de Exposições do Anhembi, Zona Norte da capital
paulista.
Nesta
edição, novos formatos, grande interatividade e a presença de
conceituados escritores brasileiros e autores internacionais vão
formar a grade mais pluralista dos 40 anos de evento.
Para
enriquecer a programação, a organização da Bienal do Livro convidou
conceituados profissionais para serem curadores das atividades
culturais. Em 2010, a programação focará quatro temas principais:
Livro digital; Lusofonia; Clarice Lispector; e Monteiro Lobato.
Realizada
pela Câmara Brasileira do Livro (CBL) e organizada pela Reed
Exhibitions Alcantara Machado, a 21ª Bienal Internacional do Livro
de São Paulo tem o objetivo de ampliar a base de leitores e
democratizar o acesso ao livro – com reflexos imediatos à cidadania.
A Bienal
do Livro ocupará uma área de 60 mil metros quadrados (o equivalente
a quase oito campos de futebol) do Pavilhão de Exposições do Anhembi
e a expectativa é reunir 350 expositores do Brasil e de fora, que
representam mais de 900 selos editoriais.
Terceiro
maior evento do gênero do mundo – os dois maiores são a Feira do
Livro de Frankfurt e a Feira Internacional do Livro de Turim –, a
Bienal do Livro chega em 2010 a sua 21ª edição, sendo um grande
ambiente cultural onde se apresentam, juntas, as principais
editoras, livrarias e distribuidoras do país, que destacam seus
lançamentos nesse período.
Assim,
além da programação cultural ampla e variada, desenvolvida
especialmente para despertar o gosto pela leitura em todas as faixas
etárias e classes sociais, a feira oferece aos seus visitantes ampla
e diversificada variedade de livros de qualidade de todos os
segmentos.
A Câmara
Brasileira do Livro (CBL), fundada em 1946, tem como missão atender
aos objetivos maiores de seus associados – hoje, são 600 – e ampliar
o mercado editorial por meio da democratização do acesso ao livro e
da promoção de ações para difundir e estimular a leitura.
Para
cumprir de modo adequado essa missão, a entidade desenvolveu
estratégias voltadas à promoção da leitura e ao fortalecimento do
mercado editorial, ancorando-as em três eixos bem definidos e
complementares: ações políticas capazes de garantir voz e peso
institucional a um setor de atividade decisivo para a disseminação
do conhecimento e da cultura; o desenvolvimento do negócio do livro
em todos os segmentos da cadeia produtiva; e amplo apoio aos
associados, não só na prestação de serviços importantes, mas também
na articulação em torno de uma entidade de classe representativa.
Serviço:
21ª BIENAL INTERNACIONAL DO LIVRO DE SÃO PAULO / de 12 a 22 de
agosto de 2010/ Pavilhão de Exposições do Anhembi - Av. Olavo
Fontoura, 1.209 - São Paulo, SP / www.bienaldolivrosp.com.br
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A fotografa Rosa De
Luca lança o livro Arte Vida Minas Gerais
O prefácio é assinado pelo governador de Minas Gerais, Aécio Neves,
e a pela atriz Bruna Lombardi
O livro
mostra imagens da viagem feita pela fotografa a partir de Belo
Horizonte. Foram escolhidos três percursos que resultaram nas
imagens publicadas no livro, o segundo de uma série que se iniciou
com registros no sul da Bahia.
Nas
páginas, Rosa de Luca registra a rara beleza natural dos garimpos e
cachoeiras (Serra do Cipó, Conceição do Mato Dentro, Carrancas), os
diferentes extratos de história, das pinturas rupestres de Barão de
Cocais ao patrimônio colonial (Diamantina, Ouro Preto, Mariana,
Congonhas do Campo, São João Del Rei, Catas Altas e Tiradentes),
buscando sempre os principais núcleos de arte e artesanato
(Bichinho, Prados e o Vale do Jequitinhonha).
Ficha técnica: Edição:
bilingueingles-portugues / Paginas: 240 cor / Preço: R$ 100,00 /
Editora Allestrade / ISBN 97885898545739788589854573 / Patrocinador:
União Química Farmac. Nacional / www.allestrade.com.br
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AnimaTV ganha espaço
na internet
Site exibe animações na íntegra e estabelece interação entre
programa e público, que poderá votar em suas preferidas
O AnimaTV, programa
que abrilhantou por uma semana a grade da TV Cultura, compartilha,
agora, suas histórias repletas de magia e diversão na internet. A
partir desta quarta-feira (10/2), o site
www.tvcultura.com.br/animatv põe no ar, na íntegra, as 17 animações
do especial infanto-juvenil.
A página
ainda abre espaço, entre os dias 10 e 28 de fevereiro, para que os
visitantes votem em sua animação preferida. Os projetos com melhor
colocação ganham o Troféu Internauta, destinado ao primeiro e
segundo lugar. Vale ressaltar que tal processo não interferirá na
seleção dos dois vencedores que receberão, cada um, R$ 950 mil para
a produção de mais 12 filmes.
O
AnimaTV, que entrou na programação da TV Cultura de 25 a 30 de
janeiro, traz histórias que habitam o imaginário da garotada e, ao
mesmo tempo, fincam pé na originalidade. Nelas, fantasia, educação e
valores éticos se misturam para explorar de forma leve e
descontraída o universo de crianças e adolescentes.
O
programa, de iniciativa pública, envolve Secretaria do Audiovisual,
Secretaria de Políticas Culturais do Ministério da Cultura, TV
Brasil, Fundação Padre Anchieta – TV Cultura e Associação Brasileira
das Emissoras Públicas Educativas e Culturais (ABEPEC). Conta também
com o apoio da Associação Brasileira de Cinema de Animação (ABCA)./
www.tvcultura.com.br/animatv
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Livro aborda imigração francesa no
Brasil
Livro mostra aspectos inéditos da imigração francesa no Brasil
durante os séculos 19 e 20
A influência da
cultura francesa no Brasil desde a independência do país em 1822 é
conhecida e estudada. O mesmo não se pode dizer da imigração
francesa no Brasil que interessou poucos estudiosos e é quase
desconhecida nos dois países.
Foi essa
constatação que incentivou os historiadores Laurent Vidal, da
Universidade francesa de la Rochelle, e Tânia Regina de Luca, da
Universidade Estadual Paulista, a organizar o livro Franceses no
Brasil, séculos 19 e 20, lançado na estreia do ano da França no
Brasil.
Comparada
às grandes imigrações italiana, alemã ou japonesa, do final do
século 19 ou início do século 20, a presença de imigrantes franceses
no Brasil é mais do que discreta.
Em 1895,
por exemplo, dos mais de 65 mil estrangeiros que entraram no país,
63% eram italianos, 21% portugueses, quase 7% espanhóis, 3,38%
alemães e somente 1,5% eram franceses.
Mas esse
pequeno número não é a única explicação para a quase invisibilidade
da imigração francesa nas pesquisas. Segundo o historiador francês
Laurent Vidal, a França se considerou, durante muito tempo, como uma
terra de imigração e não de emigração.
"O estado
francês preferia orientar os fluxos imigratórios para as colônias,
como por exemplo, a Argélia e tentavam impedir a imigração para
outros países", explica.
A
historiadora brasileira Tânia Regina de Luca, que co-organizou o
livro, diz que apesar de pouco expressiva, a imigração francesa foi
constante e abrageu vários setores e regiões brasileiras.
Segundo
ela, uma das "revelações importantes" do livro é tentar mostrar que
a imigração francesa no Brasil não foi homogênea, nem exclusivamente
urbana.
"Acho que
o que o livro mostra é a pluralidade dessa imigração. Primeiro, que
ela ocorreu ao longo de todo o século 19 e não somente no final. Os
franceses não se dirigiram exclusivamente para os centros urbanos e
tampouco eram somente imigrantes qualificados", afirma.
O livro
Franceses no Brasil, séculos 19 e 20, organizado por Laurent Vidal e
Tânia Regina de Luca e publicado pela editora Unesp, reúne 22
artigos de vários pesquisadores franceses e brasileiros./ por
Adriana Brandão RFI/ www.rfi.fr
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XV Circuito Internacional de Arte
Brasileira
O pintor Rafael
Murió foi, novamente, um dos selecionados para representar o Estado
de São Paulo durante o “XV Circuito Internacional de Arte
Brasileira”, que acontecerá de 24 a 28 de maio, em Berlim (Alemanha)
e de 28 de junho a 9 julho, em Praga (República Tcheca).
Promovida
pelo Colege Arte de Belo Horizonte, a mostra é considerada um dos
mais importantes eventos culturais promovidos pelo Brasil no
exterior e conta com o apoio institucional do Ministério das
Relações Exteriores e das Embaixadas Brasileiras sediadas nos países
participantes.
Com 47 anos de carreira, Rafael Murió vem se destacando por ser um
dos pintores com maior presença em eventos internacionais.
Recentemente, participou da Artexpo New York (Estados Unidos),
considerada a maior Feira de Artes do mundo. No ano passado, suas
obras estiveram em importantes mostras e galerias de países, como
Chile, Espanha, Estados Unidos, França, Inglaterra e Portugal.
Seus
quadros estão presentes em acervos de grandes colecionadores,
principalmente europeus, americanos e australianos. No País, podem
ser encontrados nos principais leilões do mercado de arte, além de
galerias e museus. Detém inúmeros certificados, prêmios e menções
honrosas, além de registros em diversos guias de arte. É filiado à
Associação Internacional de Artes Plásticas (AIAP UNESCO), à
Associação Internacional de Arte (IAA UNESCO), à Academia
Latino-Americana de Arte (ALA), Academia Brasileira de Arte Cultura
e História (ABACH), à Associação Paulista de Belas Artes (APBA) e ao
Sindicato dos Artistas Plásticos no Estado de São Paulo (SINAPESP).
Programação:
“XV Circuito Internacional de Arte Brasileira” / Data: de 24 a 28 de
maio / Local: Galeria Berlim am Meer - Berlim (Alemanha) / Data: de
28 de junho a 9 de julho / Local: Galeria Dólmen – Praga (República
Tcheca) / Informações: (31) 3234-1280/3261-4652 /
www.colegearte.com.br
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Regina Silveira mostra seu jogo de
luzes e sombras na 9ª edição da revista Dasartes
Publicação chega às bancas com temas que vão desde os direitos
autorais de obras de arte até o por que o “gosto” de cada um não
deve ser discutido
Regina Silveira e sua
exposição no Centro Cultural Banco do Brasil é o destaque da 9ª
edição da revista Dasartes, que estará nas bancas a partir do dia 05
de abril. Ainda nessa edição, discussões
sobre
os direitos autorais; os maiores roubos de obras de artes do mundo;
o movimento futurista; entrevista com Joe Berardo, um dos maiores
colecionadores do mundo; Guy Amado falando por que o “gosto” não se
discute, além de matérias com grandes artistas brasileiros e
internacionais.
Nesta edição das Dasartes, além do destaque para a exposição de
Regina Silveira, no Centro Cultural Banco do Brasil, e traz ainda,
discussões sobre os direitos autorais; os maiores roubos de obras de
artes do mundo; o movimento futurista; entrevista com Joe Berardo,
um dos maiores colecionadores do mundo; Guy Amado falando por que o
“gosto” não se discute, e matérias com grandes artistas brasileiros
e internacionais.
Lançada
em junho de 2008, a revista Dasartes foi idealizada por Liege
Gonzalez, atual editora executiva da revista. Com 29 editorias, a
publicação abrange todo o universo relacionado às artes plásticas do
Brasil e do mundo. A revista é bimestral, com tiragem de 15 mil
exemplares. O site (www.dasartes.com) tem aproximadamente 40 mil
acessos mensais. O público-alvo concentra-se nas classes AA e AB,
faixa etária entre 25 e 65 anos, principalmente colecionadores e
profissionais da arte, como galeristas, museólogos, críticos e
estudantes.
Formada
por um time de 36 colaboradores em constante renovação, a equipe da
Dasartes conta com especialistas e mestres em artes plásticas, a
exemplo da jornalista e mestre em história da arte Fernanda Lopes, o
artista plástico Artur Lescher, cujas obras estão expostas nos
principais museus do país, como MAM SP, Pinacoteca SP e Belas Artes
do Rio de Janeiro; o galerista e leiloeiro James Lisboa, o diretor
do Museu da Arte Contemporânea de Niterói Guilherme Bueno, que
também é editor da revista, entre outros. As edições da revista
podem ser encontradas em bancas, livrarias como Siciliano, Saraiva e
Fnac, galerias de arte e lojas de museus selecionadas. /
www.dasartes.com
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Oficina de Quadrinhos
com Caco Galhardo
Cartunista publica suas tiras 1996 na Folha de São Paulo
A oficina aborda a
produção de quadrinhos, Hqs, charges, cartuns e tiras, seus métodos,
criação, a análise dos trabalhos de outros autores, os conceitos
básicos e aplicação prática em um fanzine desenvolvido na aula. É
voltado para estudantes, profissionais e interessados em artes
visuais, quadrinhos, HQ e design.
O paulistano Caco Galhardo publica desde 1996 sua tira na Folha de
São Paulo. Tem seis livros publicados – duas coletâneas, dois
infantis, uma adaptação de clássico e outro em parceria com o
escritor Marcelo Mirisola. Seus trabalhos são frequentemente
publicados por revistas como Você S/A, Sexy, Gloss e Piauí e alguns
de seus personagens já viraram animações nos canais MTV e Cartoon
Network. Em 2010, também atuou como curador da sessão de humor
gráfico da exposição RISADARIA, realizada no Pavilhão da Bienal em
São Paulo.
Seu novo trabalho, o texto da peça “Meninas da Loja”, com direção de
Fernanda D’Umbra, estréia no final de maio, também em São Paulo.
Mais sobre seu trabalho pode ser acompanhado no site dentro da
estação de humor do UOL: www.cacogalhardo.com.br.
Serviço:
Curso teórico e prático / Nível: básico / Pré-requisitos:
conhecimento básico de desenho e idade mínima de 15 anos / Data: de
1º a 15 de julho / 2ª e 5ª / das 15h30 às 18h / 5 aulas | 12h30 /
Preço: 490,00 em até 2x / Inscrições na Escola São Paulo / Escola
São Paulo / Rua Augusta, 2239 / Informações e Reservas: (11)
3060.3636 / www.escolasaopaulo.org
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Grafiteiros pintam interior da FNAC Paulista
Loja abre suas portas para uma das mais urbanas demonstrações de
arte, que já se tornou a cara de São Paulo. Artistas convidados se
revezarão na pintura do interior da loja
Ao longo de todo este
ano, algumas paredes da loja Fnac Paulista servirão de tela para
alguns dos principais nomes do grafite brasileiro, uma ação que faz
parte do projeto Encontro com a Arte. A cada três meses, artistas
serão convidados a pintar a entrada da loja que fica na Avenida
Paulista e um enorme painel ao lado das escadas rolantes centrais.
Para dar início ao projeto, dois importantes nomes da arte urbana
nacional, Onio e Da Lata. Em paralelo, 14 obras dos dois artistas
ficarão expostas na Galeria Fnac Paulista. Segundo Franklin
Stefanelli, diretor da loja, “é com grande prazer que a Fnac
Paulista, localizada numa das avenidas mais importantes do país,
abre suas portas para acolher a mais autêntica forma de expressão da
arte de rua”.
O projeto
Encontro com a Arte traz, em sua primeira etapa, dois importantes
nomes da Arte Urbana Nacional para dentro dos muros da Fnac: Onio
(DF) e Da Lata (MG). A obra destes artistas vem ao encontro da
proposta inicial de transformação dos locais de passagem em pinturas
mural, destinadas à contemplação visual do público. Além dos dois
painéis produzidos no interior da loja, um conjunto de telas do
acervo pessoal dos artistas completa a exposição.
Onio
escancara sua versatilidade ao propor um jogo caótico de elementos
gráficos que transitam livremente pelas linhas tortas de suas telas.
Seus traços imprimem uma sensação permanente de movimento cuja
dinâmica estabelece diálogos constantes entre figuras isoladas no
interior da obra. A influência direta dos anos 70 cinge sua
linguagem e age por meio dos quadrinhos e da estética psicodélica de
construção simbólica, que norteiam sua composição. As pinturas de
Onio traçam uma releitura do universo visualmente carregado das
grandes cidades e projetam nosso olhar para o interior de seu mundo
colorido.
A obra do
artista Da Lata aguça a percepção, do início ao fim, levando-a ao
universo imaginário, povoado por criaturas fantásticas e, também,
particularmente psicodélicas. Os sutis movimentos dos olhos nos
inscrevem em novas formas de existência profundamente imersas numa
micro-realidade interminável. A densidade cavalar que derrete os
desenhos é consequência direta das ondas de lisergia contidas em
cada traço planejado pelo artista. Da Lata expõe um surrealismo
contemporâneo, altamente vinculado ao inconsciente criativo que
dilacera as barreiras do pensamento racional.
Em suas
múltiplas facetas e interpretações, cada obra sensibiliza o
coletivo, posto que promove um diálogo plural, capaz de navegar
entre todos os públicos e despertar as mais variadas sensações. A
realização do projeto é, ainda, um presente especial para as
crianças, que ganham novas asas para desenvolver um imaginário rico
e intenso./ Fotógrafo Victor Moriyama
Serviço:
Fnac Paulista / Av Paulista 901 e Al Santos 960 (estacionamento),
Jardins, São Paulo - SP / Tel: (11) 2123-2000 / Aberta de segunda a
sábado, das 10h às 22h. Domingos e feriados, das 10h às 21h / Mais
informações e imagens disponíveis no blog
www.encontrocomaarte.tumblr.com
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Centro Cultural Banco
do Nordeste disponibiliza perfil no Twitter e canal de vídeos no You
Tube
O Centro Cultural Banco do Nordeste está disponibilizando dois
canais em mídias sociais: um perfil no microblog Twitter e um canal
de vídeos no You Tube
O perfil no Twitter
(www.twitter.com/ccbnb) está compartilhando e colhendo – junto aos
internautas – informações, sugestões e opiniões sobre a programação
dos três Centros Culturais Banco do Nordeste (Fortaleza; Cariri, em
Juazeiro do Norte, na região sul do Ceará; e Sousa, no alto sertão
paraibano). O perfil atualmente conta com 363 seguidores.
Recentemente, dentro da programação do IV Festival BNB das Artes
Cênicas, a entrevista com o ator, dramaturgo e diretor teatral
Ricardo Guilherme foi tuitada ao vivo no perfil do CCBNB, destacando
e compartilhando frases emitidas pelo artista sobre sua história de
vida e trajetória artística, no decorrer da conversa.
Por sua
vez, o canal do Centro Cultural Banco do Nordeste no You Tube
(www.youtube.com/user/centroculturalbnb) está exibindo vídeos de
entrevistas com os cantores e compositores Raimundo Fagner, Ednardo,
Alceu Valença, Geraldo Azevedo e Antônio Nóbrega, com o dramaturgo,
romancista e poeta Ariano Suassuna e com o ator Emiliano Queiroz,
além de um debate sobre Literatura na Internet e um vídeo
institucional sobre o BNB.
Com duração média total de 55 minutos, cada uma dessas entrevistas e
debate disponível no canal do CCBNB no You Tube está dividida em
cinco a sete blocos. Ao todo, são 44 vídeos publicados no referido
canal, segmentados em sete programas especiais (entrevistas e
debate), mais o vídeo institucional.
Entre os
diferenciais interessantes do acesso a esses vídeos publicados no
canal do CCBNB no You Tube, o designer gráfico do Ambiente de
Comunicação do BNB, Gabriel Ramalho, aponta: “os vídeos podem ser
vistos na Internet, no momento e na ordem em que o internauta
desejar e, também, através de dispositivos móveis, em qualquer
lugar, como Ipod, Iphone e demais smartphones; além disso, os
usuários podem optar por se inscrever no canal de vídeos, recebendo,
assim, todas as atualizações em primeira mão; e todos os vídeos
podem ser compartilhados em blogs, redes sociais ou enviados aos
amigos”.
As
entrevistas foram gravadas no cineteatro do Centro Cultural Banco do
Nordeste-Fortaleza, dentro dos programas Nomes do Nordeste, Literato
e Papo XXI. O Nomes do Nordeste mostra a trajetória de vida e a
atuação artístico-cultural dos principais nomes da cultura
nordestina, por meio de depoimentos de profissionais e artistas
reconhecidos nacional e internacionalmente.
Já o
Literato contempla a realização de palestras com autores
nordestinos, além de debates sobre temas ligados à literatura
regional. Nesses encontros, os leitores são apresentados às idéias
dos autores, discutindo obras ou temas.
Além do
Nomes do Nordeste e do Literato, o CCBNB realiza o Papo XXI. Nesse
programa de debates, o tema central são as tendências da cultura
para o Século XXI. O objetivo é discutir e aprofundar os
conhecimentos sobre temas emergentes da atualidade, com forte
repercussão no Nordeste.
Editados
no formato DVD, as entrevistas, debates, depoimentos e palestras
referentes a esses três programas são veiculados na rede de TVs
públicas brasileiras. Organizadas em cinco coleções de dez volumes,
esses DVDs são distribuídos gratuitamente pelo Centro Cultural Banco
do Nordeste para bibliotecas e estabelecimentos de ensino públicos,
equipamentos culturais e organizações não-governamentais, mediante
solicitação por ofício. A íntegra das entrevistas com os cantores e
compositores Alceu Valença e Geraldo Azevedo também está disponível
em forma de livro.
Veja os
programas disponíveis no canal do Centro Cultural Banco do Nordeste
no You Tube (www.youtube.com/user/centroculturalbnb): Raimundo
Fagner, Ednardo, Alceu Valença, Geraldo Azevedo, Ariano Suassuna e
Antonio Nóbrega, Emiliano Queiroz, Literatura na Internet./
www.bnb.gov.br
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Parques Nacionais Sul
- Cânions e Cataratas
Coleção se inspira na paisagem para incrementar o prazer dos
viajantes com informações e curiosidades

Este é o 4º livro da
série Tempos do Brasil, que se inspira na paisagem para incrementar
o prazer dos viajantes, aproximando-o de seu destino. As
fotografias, de Roberto Linsker e Zé Paiva, são acompanhadas de
informações e curiosidades sobre as regiões retratadas; e o peso e
formato, 16X16cm, foram escolhidos para facilitar o transporte em
malas e mochilas.
“Quase
uma década após o pioneiro Brasil Aventura*, o Brasil já tinha sido
vasculhado por todas as mídias. O pensamento então foi o de
aprofundar o conhecimento sobre algumas regiões, trazendo um pouco
mais de ciência e história”, conta o fotógrafo e editor Roberto
Linsker, que coordena o projeto junto com Wilson Teixeira, geólogo e
professor titular do Instituto de Geociências da Universidade de São
Paulo. Os três primeiros títulos da série são: “Arquipélago Fernando
de Noronha – O Paraíso do Vulcão” / “Chapada Diamantina – Águas no
Sertão” / “Itatiaia - Sentinela das Alturas”.
Parques
Nacionais Sul - Cânions e Cataratas explora o Brasil Meridional,
território que engloba os estados do Paraná, Santa Catarina e Rio
Grande do Sul, onde se localizam o Parque Nacional da Serra Geral, o
Parque Nacional de Aparados da Serra, o Parque Nacional de São
Joaquim e o Parque Nacional do Iguaçu. Seguindo a estrutura da
série, o livro descreve a região em três tempos distintos:
Pelo
tempo geológico, o leitor descobre como um vulcanismo vindo do
centro da Terra, há milhões de anos, formou os primeiros contornos
da paisagem que pouco a pouco e sob as forças da natureza criaram
cenários deslumbrantes, como o das cataratas do rio Iguaçu, dos
Aparados da Serra ou dos Campos Gerais. Entende o porquê da região
concentrar as melhores vinícolas nacionais e conhece o Aquífero
Guarani.
No
capítulo do tempo biológico a fauna e a flora da região convidam
para um passeio pelas matas de araucária, que dividem seu território
com a estimulante erva-mate, matéria-prima para a bebida mais
consumida pela população do sul do país.
Nas
páginas dedicadas aos caminhos do tempo humano, o leitor entra em
contato com a história da ocupação na região, marcada pelo povo
Guarani, pelos missionários jesuítas e pelos imigrantes europeus,
vindos principalmente da Alemanha e da Itália. O livro ressalta
também as grandes batalhas travadas na região.
Os
últimos capítulos contemplam as principais atrações da região e
reservam uma página para um patrimônio da humanidade desaparecido:
Sete Quedas, que submergiram em 1982 quando as comportas do canal de
desvio de Itaipu foram fechadas, subindo o nível do Rio Paraná mais
de 220 metros. Antes de submergir, as quedas percorriam uma extensão
total de 114 metros e seu som podia seu ouvido a uma distância de
até 32 quilômetros. Além de trazer uma manifesto a favor da
preservação da região.
O livro
tem o apoio da Pró-Reitoria de Cultura e Extensão Universitária da
Universidade de São Paulo por meio da Estação Ciência.
Ficha Técnica:
Formato 16 x 16 cm / 204 páginas / 158 imagens / Impressão colorida
/ Preço: R$ 60,00 / ISBN: 9788585981549 / Terra Virgem Editora / Rua
Galeno de Almeida, nº 179 / São Paulo- SP / Tel:11 3081.9932 /
3083.7823 / www.terravirgem.com.br
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Novo
site da ceramista Bia Ferreira da Rosa
www.biaceramica.com.br
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Arte
do bem
Bia Dória
é a mais
nova parceira tecnológica da Montana Química
O time de artistas
apoiados tecnologicamente pela Montana ganha um reforço, a artista
plástica Bia Dória, que transforma madeiras encontradas na natureza
em obras de arte. Raízes, galhos, cipós, troncos de árvore, entre
outros, funcionam como matéria-prima para a artista que desenvolve
um trabalho sensível e requintado.
A Montana
entra com o acabamento que, além de colaborar esteticamente, confere
às obras maior proteção e durabilidade. Bia utiliza o esmalte
poliuretânico texturizado Goffrato, que possui alta resistência
contra riscos e produtos de limpeza e é formulado com pigmentos
isentos de metais pesados, nocivos à saúde.
Além
deste, também pode ser visto em seus trabalhos o emprego do stain
Osmocolor, um preservativo com registro no IBAMA, que possui ação
fungicida e hidrorrepelente. O produto ainda vem com filtro solar, o
que protege ainda mais a madeira da ação das intempéries.
As obras
de Bia Dória podem ser apreciadas em sua galeria, em exposições
itinerantes no mundo todo, ou mesmo nos ambientes da Casa Cor São
Paulo. Para mais informações, acesse o site
http://www.galeriabiadoria.com.br
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jizcom |
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Publicação
arqBrasil
Exibições| MAI 2010
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