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Uma invulgar visão da Street Art curitibana

Livro de professor da UFPR retrata obras registradas nas ruas da cidade

O professor de Sociologia da Universidade Federal do Paraná, fotógrafo e pesquisador de arte urbana Angelo José da Silva lançou na quarta-feira, dia 16, na Itiban Comics Shop, o livro “Em Busca do Paraíso Perdido”, em que retrata, de forma peculiar, o universo da Street Art curitibana. A obra, feita de forma artesanal (impressa, cortada, montada, colada e costurada à mão), funde algumas das principais técnicas de registro e reprodução de imagens. “Os trabalhos captados nas ruas ao longo dos últimos dez anos foram fotografados com uso de filme; os fotogramas foram lidos por um scanner e, depois, convertidos em telas de serigrafia, que são a matriz de impressão do livro”, explica Angelo.

   Além de esteticamente muito interessante, o livro também condensa em termos práticos diversos conceitos e aproximações teóricas feitos por Angelo em suas pesquisas como sociólogo - ele é coordenador do Centro de Estudos de Cultura e Imagem da América Latina da UFPR. “Além de trabalhar com a imagem em termos sociológicos, também busquei somar elementos de fotografia, estudos urbanos e estudos da emoção. Não de forma acadêmica, mas alquímica”, sintetiza.

   O livro foi editado por Daniel Barbosa, da editora Caderno Listrado. O próprio Daniel, que fez parte desse movimento de street art e teve alguns de seus trabalhos fotografados. “Há várias obras sobre a Street Art, mas elas são produzidas pelos próprios artistas. Uma das principais virtudes do livro do Angelo, penso eu, reside no fato de ser a obra de um observador comum – incomum, na verdade - dessas manifestações.”

   Por sua proposta e seu caráter artesanal, o livro tem tiragem limitada: são apenas duzentos exemplares, numerados e assinados pelo autor. Destes, cinqüenta compõem uma espécie de “edição especial” – eles vêm acondicionados em caixas luva, também encadernadas com papelão e revestidas com tecido serigrafado. “Quisemos oferecer um livro que fosse, em si, uma obra de arte. Que expressasse nossa estima pela Street Art, pela fotografia, pelas técnicas tradicionais de impressão e encadernação. Acredito que alcançamos esse objetivo”, afirma Angelo./ www.cadernolistrado.com.br

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 “A Gente Transforma Parque Santo Antonio com Suvinil ao Vivo” lança “Espaço Caçamba Solidária” na Casa Cor

Na quarta-feira, dia 16, o designer Marcelo Rosenbaum e parceiros do projeto “A Gente Transforma Parque Santo Antonio com Suvinil ao Vivo” visitaram a Casa Cor para lançar oficialmente o “Espaço Caçamba Solidária” na Casa Cor. A Caçamba Solidária, ficará próxima à Casa Talento, e receberá resíduos e materiais doados por expositores e fornecedores, que serão destinados ao projeto.

   Ao final do evento, em 13 de julho, será feita a coleta dos materiais, como painéis de madeira, fios, revestimento de pisos e paredes que serão utilizados no desenvolvimento de móveis e equipamentos urbanos para o “Campo do Astro”, durante a Semana Mão na Massa que acontecerá em julho, no Parque Santo Antonio, zona sul de SP. O reuso do descarte da desmontagem dos ambientes da Casa Cor está em sintonia com a tendência do Upcycling, que dá novo valor a materiais de qualidade que perdem sua função. Mais informações, www.agentetransforma.com.br

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Caleidoscópio inspira novas obras de Lara Matana

Exposição inédita acontece na Galeria Lourdina Jean Rabieh

Um dos nomes mais expressivos da escultura brasileira, Lara Donatoni Matana, radicada há 27 anos em Cuiabá, apresenta a exposição Caleidoscópio, na Galeria Lourdina Jean Rabieh, de 22 de junho a 24 de julho, em São Paulo.

   Pela segunda vez em exposição na Galeria Lourdina Jean Rabieh, representante das obras de Lara Matana em São Paulo, a mostra Caleidoscópio reúne peças compostas delicadamente com finas lâminas de madeira, coloridas uma a uma, que provocam experiência sensorial rara nos observadores, semelhante àquelas provocadas pelos caleidoscópios criados pelo escocês David Brewster (1781-1868). Lara Matana utiliza resíduos de madeiras reflorestadas e certificadas. Nas suas criações faz referências às rosáceas góticas, aos arabescos e às mandalas orientais, consideradas grandes fontes de inspiração da artista, que poderão ser conferidas em painéis com medidas de 1,50 x 1,50m, aproximadamente.

   Sobre o trabalho com a madeira, Lara Matana conta que elegeu este material como elemento principal das suas criações por conta do resultado estético e com as possibilidades de relevos e dimensões variadas que a madeira oferece à obra.

   “A obra artística de Lara Matana seduz o espectador por suas formas encantadas e por sua riqueza cromática, pelas tramas delicadas construídas, meticulosamente, com finas lâminas de madeira tingidas com cores vivas. Transmite paz interior, inspira viagens cósmicas, mundos submarinos, simula rosáceas, arabescos, mandalas orientais”, comenta Paulo Klein, crítico de arte.

   Para esta exposição, serão expostas 10 obras inéditas. As obras estarão à venda na galeria durante o período de exposição.

   Serviço: Galeria Lourdina Jean Rabieh, Al. Gabriel Monteiro da Silva, 147, jardins, tel. 3062.7173, de 22 de junho a 24 de julho, segunda a sexta, das 10h às 19h, sábado das 10h às 14h. Grátis / www.lourdinajeanrabieh.com.br

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Alunos promovem mostra de teatro 72ª Mostra do Teatro Escola Macunaíma

Até 26 de julho a 72ª Mostra do Teatro Escola Macunaíma, um dos mais tradicionais cursos profissionalizantes do país

Serão 56 espetáculos encenados pelos alunos da escola, inclusive crianças, na maior mostra de teatro do país.

   O Macunaíma é a única escola que possui 5 teatros completos, para que os alunos possam exercitar, desde cedo, a interpretação em um palco de verdade. Uma vivência única, com técnicos especializados, iluminação e cenários de nível profissional.

   As Mostras de Teatro organizadas pelo Macunaíma têm sido a porta de entrada no mercado profissional de diversos atores consagrados. Elas são um diferencial que o Macunaíma tem em relação a outros cursos, por colocar todo semestre os alunos, os professores e profissionais para vivenciarem a prática teatral, num evento que envolve mais de 500 pessoas.

   Serviço: Peças em cartaz de 11 a 28 de junho, na sede do Macunaíma, na rua Adolfo Gordo, 238

   Aurora da Minha Vida / Data: 15, 16 e 17 de junho / Horários: 19:00 e 21:00 hs / Teatro: 3 / Capacidade: 72 / Gênero: Comédia Dramática / Duração: 70 minutos / Recomendação (idade): 10 anos / Direção: Einat falbel / Autor: Naum Alves de Souza

   Dura Lex Sed Lex No Cabelo Só Gumex / Data: 16, 17 e 18 de junho / Horários: 19:00 e 21:00 / Teatro: 2 / Capacidade: 96 / Gênero: Comédia Musical / Duração: 70 minutos / Recomendação (idade): 12 anos / Direção: Beto Marcondes / Autor: Oduvaldo Vianna Filho

   ELAS / Data: 16 , 17 e 18 de junho / Horários: 19h e 21h / Teatro: 4 / Capacidade: 74 / Gênero: Comédia / Duração: 60 min / Recomendação (idade): 12 anos / Direção: Alex Capelossa / Autor: Aristófanes

   Personagens de Shakespeare no Castelo do Rocky Horror / Data: dias 18, 19 e 20 de junho / Horários: 19 e 21h / Teatro: 1 / Capacidade: 86 / Gênero: Musical / Duração: 70min / Recomendação (idade): 14a / Direção: Wanderley Martins

   Don Juan / Datas e Horários: 19, 20 e 21 de junho / dias 19 e 21- 19h00 e 21h00 / dia 20 - 19:30 e 21:30 / Teatro: 3 / Capacidade: 72 / Gênero: Comédia / Duração: 50min / Recomendação (idade): Livre / Direção: Renata Mazzei / Autor: Moliére

   Ubu Rei / Datas: 19, 20 e 21/06 / Horários: 19:00 e 21:00 hs, no dia 20/06 o horário será às 19:30 e 21:30hs / Teatro: 4 / Capacidade: 74 / Gênero: Comédia / Duração: 70 min / Recomendação (idade): 14 anos / Direção: Beto Marcondes / Texto: Alfred Jarry

   É pelos sonhos que vamos / Data: 21, 22 e 23 de junho / Horários: 19h e 21h / Teatro: 1 / Capacidade: 86 / Gênero: fábula dramática / Duração: 70 min. / Recomendação (idade): 10 anos / Direção: Lúcia de Lellis / Autor: Carlos Sofredinni

   Senhora na Boca do Lixo / Data: 22, 23 e 24 fr junho / Horários: 19h e 21h / Teatro: Teatro 3 / Capacidade: 72 / Gênero: Drama / Duração: 90 minutos / Recomendação (idade): Livre / Direção: Renata Mazzei / Autor: Jorge Andrade

   O Santo Inquérito / Data: 22, 23 e 24 de Junho / Horários: 19:00hs e 21:00hs / Teatro 4 / Capacidade: 74 / Gênero: DRAMA / Duração: 75 MINUTOS / Recomendação (idade): livre / Direção: Marcia Azevedo / Autor: Dias Gomes

   A Casa de Bernarda Alba / Data: 22, 23 e 24 de junho / Horários: 19 hs e 21 hs / Teatro: 5 / Capacidade: 40 / Gênero: drama / Duração: 70 minutos / Recomendação (idade): 12 anos / Direção: Carolina Costa / Autor: Federico Garcia Lorca

   Bailei na Curva / Data: 26, 27 e 28 de junho / Horários: 19 hs e 21 hs / Teatro: 3 / Capacidade: 72 / Gênero: comédia dramática / Duração: 90 minutos / Recomendação (idade): Livre / Direção: Renata Kamla / Autor: Júlio Conte

   Teatros do Macunaíma 1, 2, 3, 4 e 5 / Os ingressos custam R$ 14,00, meia entrada para estudantes e terceira idade, e R$ 3,00 para os alunos da escola / Os ingressos podem ser adquiridos, a partir de 9 de novembro na sede do Macunaíma e também pelo site www.macunaima.com.br / Rua Adolpho Gordo, 238 – Barra Funda / (11) 3667.0807 / www.macunaima.com.br

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Exposição “Hexa Neles Brasil”

No futebol, nada é mais eficiente do que um drible. Sinônimo de genialidade e característica presente nos grandes craques do esporte, o drible é a fuga do óbvio, é o elemento que desconserta o adversário e o princípio ou a razão de muitos gols. Essa foi a inspiração da Panamericana Escola de Arte e Design para elaborar a exposição “Hexa Neles Brasil”, em homenagem à campanha da seleção brasileira na Copa da África de 2010, que vale nada menos do que o possível sexto título de campeão mundial para nossa seleção.

   Aberto ao público, o evento, que acontece de 15/06 a 10/08 na Rua Groenlândia – nº 77, em São Paulo, reúne 100 cartazes feitos com muita criatividade por alunos de diversos cursos, elaborados com técnicas de desenho, pintura e design gráfico, que exploram a influência cultural do país-sede. Entre os destaques, um dos cartazes exibe uma mala de couro preto em formato de taça da Copa do Mundo, pronta para receber o troféu e trazê-lo da África para o Brasil. Outro exibe um boneco de pano nas cores da bandeira do Brasil espetado por alfinetes, fazendo alusão ao Vodu, religião que teve origem no continente africano. Há ainda um em que a palavra Hexa é seguida por um símbolo de copyright com a letra B, ou seja, de que o Hexa será uma marca exclusivamente brasileira.

   Serviço: Exposição HEXA NELES BRASIL / Local: Panamericana Escola de Arte e Design / Unidade Groenlândia - Rua Groenlândia – nº 77 [(11) 3887.4200] / Horário: 2ª a 6ª, das 9h às 21h. Sábados, das 9h às 13h. Aos domingos, não abre / Preço: Grátis / Mais informações: (11) 3661.8511

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Simple Comunicação anuncia 3ª edição da Micro/Art/Gallery com exposição de Paulo O’Meira

Agência abriu suas portas para o vernissage no último dia 10. Como convite, O’Meira criou 150 telas exclusivas que serão assinadas no coquetel

Carmen Cidade de O'MeiraInaugurada em agosto do ano passado, a Simple micro/art/gallery é um espaço dedicado a uma nova geração de artistas ligados às novas tecnologias e suportes. O vernissage de sua terceira exposição, acontece na próxima quinta-feira (10), às 19h para convidados, com coquetel apoiado pelas marcas da Pernod Ricard atendidas pela Simple: o espumante Mumm e o whiskey Jameson O artista da vez é um paulistano de apenas 24 anos, mas com um repertório de causar inveja. Paulo O’Meira – ou O’Meira, como gosta e prefere ser chamado – é formado em Artes Gráficas, só que muito antes disso aprendeu a tratar a arte com desapego, abrindo mão de criar obras para si e transformando a cidade numa espécie de grande tela.

   Com suas intervenções urbanas retratando temas da caótica São Paulo, O’Meira não demorou a ser descoberto pela pintora Mônica Nador e em 2004 ingressou no JAMAC, ateliê que fez seu trabalho correr o mundo. Hoje o artista também é parte do projeto “Grafitti com Pipoca”, ainda está colhendo os louros da sua participação na última Cow Parede de São Paulo e é presença confirmada na próxima virada cultural da cidade.

   A micro/art/gallery foi criada pela Simple Comunicação como uma forma de prestigiar o trabalho de novos artistas com trabalhos inéditos ou quase. As exposições duram em média três meses e ocupam as paredes da agência localizada em frente a uma bucólica praça da Vila Madalena.

   A exposição de Paulo O’Meira, composta por oito telas, tem entrada gratuita e vai de 11 de junho a 30 de setembro, sempre das 14h às 18h./ www.simple.com.br

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Estão abertas as inscrições para a Oficina de Ilustração com Maria Eugenia

O curso tem como objetivo desenvolver e aprimorar técnicas de ilustração no aluno levando em conta seu próprio estilo. Serão apresentadas diversas técnicas de ilustração, utilizando aquarela, tinta acrílica, gouche, nanquim, desenho e colagem.

Maria Eugenia é ilustradora da coluna de Nina Horta na Folha de São Paulo. Ilustrou mais de cinqüenta livros e ganhou muitos prêmios no Brasil e no exterior, como o Bologna Ragazzi Award de 2001. Participou de muitas exposições e catálogos internacionais tais como a da Society of Illustrators de NY, American illustration [2006, 2007], Bologna Illustrators Exhibition e as Bienais de Ilustração de 1999, 2001 e 2005, em Bratislava.

Serviço: Curso prático / Nível: básico - intermediário / Data: de 16 de Agosto a 1º de Setembro (2ª e 4ª) / Horário: das 15h às 18h / 6 aulas | 18 horas / Preço: R$ 750,00 em até 3 parcelas / Inscrições na Escola São Paulo / Rua Augusta, 2239 / Informações e Reservas: (11) 3060.3636 / www.escolasaopaulo.org

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Temporada de dança do teatro alfa em 2010 traz grandes companhias do Brasil, Europa e Ásia

Grupo Corpo, São Paulo Companhia de Dança, Sankai Juku, Sociedade Masculina, Cloud Gate Dance Theatre, Quasar Cia.de Dança e Ballet du Grand Théâtre du Genève: assinaturas para os espetáculos à venda a desde 10 de junho

O Teatro Alfa, uma das principais salas de espetáculos do país, lança as assinaturas de sua Temporada de Dança 2010, composta por quatro companhias brasileiras, três delas com novas criações, uma européia e duas asiáticas, de grande expressão e de linguagens distintas, significativas na história da dança das últimas décadas.

   As grandes atrações da sétima Temporada de Dança do Teatro Alfa são: Grupo Corpo, que apresentará ímã e coreografia a definir em 6 de junho por votação pelo site da cia., em cinco apresentações de 11 a 15 de agosto; São Paulo Companhia de Dança, quatro apresentações das coreografias Tema e Variações e as estreias de Seis Danças e Prelúdio à tarde de um Fauno, de 9 a 12 de setembro; Sankai Juku, três apresentações da coreografia Tobari – Como num Fluxo Inesgotável, pela primeira vez apresentado no Brasil, de 14 a 16 de setembro; Cia. Sociedade Masculina, que estréia duas novas coreografias de Anderson Braz e Anselmo Zolla, em duas apresentações, 21 e 22 de setembro; Cloud Gate Dance Theatre, quatro apresentações da coreografia Whisper of Flowers, inédita no Brasil, de 2 a 5 de outubro; Ballet du Grand Théâtre de Genève, duas apresentações das recentes coreografias Blackbird, Dov’è la Lune e Loin, em 23 e 24 de outubro; Quasar Cia. de Dança, que estréia nova coreografia de Henrique Rodovalho, em duas apresentações, 6 e 7 de novembro.

   O Teatro Alfa oferece diversos benefícios para os assinantes. Os preços das assinaturas variam de R$196,00 a R$535,50, preços já com descontos de 15% para assinaturas normais e 30% para assinaturas especiais (estudantes e 3ºidade).

   As assinaturas podem ser feitas a partir de 10 de junho pelo site www.teatroalfa.com.br ou pelos telefones (11) 5693.4000 e 0300.789.3377.

   Entre as vantagens para os assinantes da Temporada 2009 do Teatro Alfa estão: 15% de desconto nos ingressos dos espetáculos da temporada; 30% de desconto para 3ª idade e estudantes; poltrona cativa para todos os espetáculos assinados; 50% de desconto no serviço de Valet Park; 10% de desconto na compra de ingressos para outros espetáculos da programação do Teatro Alfa; 4 ingressos para qualquer espetáculo infantil da Temporada 2010; Kit de Assinatura (ingressos e vouchers) entregue em casa; pagamento em até três vezes sem juros com cartões de crédito.

   TEMPORADA 2010 - Para a sua sétima temporada consecutiva de espetáculos de dança, o Teatro Alfa convidou sete significativas companhias. A expectativa de Elizabeth Machado, diretora-superintendente, é que “este número mágico traga muita satisfação e prazer para o público, que acompanha o trabalho de busca e pesquisa. Trabalho esse que resultou, ao longo desses anos, em trazer para o nosso palco obras representativas da produção contemporânea da dança”.

   Em 2010, dois grandes expoentes da dança da Ásia voltam a se apresentar no palco do Teatro Alfa: o Sankai Juku (Japão) e o Cloud Gate Dance Theater of Taiwan, referências internacionais de excelência e qualidade, e que apresentarão pela primeira vez no Brasil suas recentes criações.

   O Ballet du Grand Théâtre de Genève, companhia de repertório de destaque no cenário contemporâneo, também apresentará pela primeira vez no Brasil, um programa com renomados coreógrafos como Sidi Larbi Cherkaoui e Jírí Kylián.

   O Grupo Corpo, ao comemorar os seus 35 anos, reapresentará sua última criação ímã - e, inovando, propõe ao público, uma votação via internet para a escolha da segunda coreografia, que será anunciada a partir de 6 de junho.

   A Quasar, uma das mais empolgantes expressões da dança brasileira, estreia nova criação, assim como a São Paulo Companhia de Dança que, a cada ano, surpreende pela consistência e diversidade na escolha de repertório.

   Complementa a programação, a Sociedade Masculina, companhia paulista que vem conquistando espaço na cena internacional com um elenco exclusivamente masculino, de grande força e qualidade técnica, e que estreará duas coreografias.

   A expectativa do Teatro Alfa é que esses espetáculos da nova temporada, escolhidos com cuidado e dotados de características tão especiais, possam proporcionar ótimos e instigantes momentos ao público que cresce ano após ano.

   A DANÇA DO TEATRO ALFA - Reconhecido por artistas e produtores culturais como uma das melhores salas de espetáculos do país, o Teatro Alfa estabeleceu, a partir de 2004, um eixo de programação focado na dança, uma vocação quase natural daquele que é considerado pelas companhias como o melhor palco para dança no Brasil.

   Desde então, se apresentaram, entre outros, Grupo Corpo, Sankai Juku, a Companhia de Pina Bausch, Ballet du Grand Théâtre de Genève, Charleroi Dance Company – Plan K da Bélgica, Cloud Gate Dance Theatre de Taiwan, Ballet Stagium, Cisne Negro, Saburo Teshigawara - Cia. Karas do Japão, Eva Yerbabuena Ballet Flamenco, Cia. de Dança Deborah Colker, Cia. Nacional de Danza de Nacho Duato, Márcia Milhazes Companhia de Dança, a Quasar Cia. de Dança, Cie. DCA de Philippe Decouflé , Ballet de L’Opera de Lyon, Ballet National de Marseille, São Paulo Cia. de Dança e Ballet Preljocaj.

   GRUPO CORPO 11 a 15 de agosto / Direção artística: Paulo Pederneiras / Coreografias: Rodrigo Pederneiras / Espetáculos: ímã, música de Moreno Veloso, Domenico Lancelottti e Kassin, para 21 bailarinos; e coreografia a definir a partir de votação no site: www.grupocorpo.com.br

   SÃO PAULO COMPANHIA DE DANÇA 09 a 12 de setembro / Direção: Iracity Cardoso - Inês Bogéa / Coreografias: Tema e Variações (1947); Estréias de Seis Danças - estreia e Prelúdio à tarde de um Fauno

   SANKAI JUKU Japão / Direção artística: Ushio Amagatsu / Coreografia: Tobari – Como num Fluxo Inesgotável, música composta por Takashi Kako, Yas-Kas, Yochiro Yoshikawa; coreografia para 8 bailarinos / Duração: 1h25

   CIA. SOCIEDADE MASCULINA 21 e 22 de setembro / Direção artística: Anselmo Zolla e Vera Laffer / Estreias coreografias de Anderson Braz (diretor da Cia. Maria Kong de Israel) e Anselmo Zolla

   CLOUD GATE DANCE THEATRE Taiwan - 02 a 05 de outubro / Direção artística: Lin Hwai-min / Coreografia: Whisper of Flowers; música: Suítes de Bach para Violoncelo Solo; Coreografia de LIN Hwai-min para 20 bailarinos / Duração: 1h30

   BALLET DU GRAND THÉÂTRE DE GENÈVE 23 e 24 de outubro / Direção artística: Philipe Cohen / Coreografias: Blackbird (Jiri Kylián); Dov’è la Lune (Jean-Christophe Maillot); Loin (Coreografia: Sidi larbi Cherkaoui)

   QUASAR CIA. DE DANÇA 06 e 07 de novembro / Direção artística: Henrique Rodovalho / Coreografia: estreia

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Zupi TV, o canal online de arte contemporânea

A Zupi, portal online e revista de arte, lança o Zupi TV

A Zupi, referência em arte no país, acaba de lançar o Zupi TV, canal que divulga os melhores vídeos de graffiti, artes visuais, publicidade, moda, fotografia e motion graphics feitos no Brasil e no mundo.

   Entrevistas com artistas renomados, divulgação de novos talentos, animações criativas, matérias sobre arte de rua, experimentações audiovisuais que você não encontra por aí... tudo isso você confere no Zupi TV, que além de produções próprias e vídeos caçados na web traz ainda parcerias com feras do mercado, como Avesso TV, que semanalmente fornece matérias sobre os bastidores de ações e campanhas publicitárias diferenciadas, e Sampa Graffiti, série de documentários sobre o melhor do graffiti paulista. / Zupi TV: www.zupi.tv / Portal Zupi: www.zupi.com.br

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17ª edição do Prêmio FEMSA de Teatro Infantil e Jovem elege os melhores de 2009

Única premiação da América Latina voltada para o teatro infanto-juvenil prestigiou os melhores espetáculos de 2009 em evento exclusivo

Elenco da peça O Colecionador de Crepúsculos

Aconteceu no dia 10 de maio último, a 17ª edição do Prêmio FEMSA de Teatro Infantil e Jovem, no HSBC, em São Paulo, reunindo cerca de 350 pessoas da classe artística. O elenco da peça O Colecionador de Crepúsculos subiu ao palco com muito entusiasmo para receber o tão desejado troféu de melhor espetáculo jovem. Já a montagem Odisséia de Arlequino foi agraciada como melhor espetáculo infantil.

   Além do reconhecimento aos principais talentos de 2009, o Grupo FEMSA, realizador do programa, homenageou a renomada atriz, diretora, autora e empresária teatral, Nydia Licia Pincherle Cardoso.

   Foi uma noite marcada pela emoção. Nydia ficou lisonjeada com o reconhecimento e agradeceu. “É um prazer imenso estar aqui e receber esta homenagem. Agradeço a todos. O teatro infanto-juvenil me trouxe muita satisfação. Estou extremamente feliz”.

   O evento contou ainda com a presença da atriz Rosi Campos, que entregou o prêmio de melhor atriz à Veridiana Toledo, por sua atuação no espetáculo A Odisséia de Arlequino. “É uma delícia receber este reconhecimento das mãos da Rosi. Foram seis anos até acontecer este espetáculo e sete até a conquista deste prêmio”, afirma.

   Reconhecido por sua intensa interpretação em O Mistério do Fundo do Pote, Rodrigo Mercadante se mostrou muito emocionado no anúncio da sua vitória como melhor ator de 2009. “Quero oferecer esse prêmio a todo o elenco do Grupo Ventoforte”.

   O troféu apresentado nesta edição contou com o talento da artista plástica Elvira Schuartz e traduz o que a FEMSA entende como elementos formadores de uma sociedade de sucesso. O vidro representa a ternura e a tenacidade, a cor transparente a ética e a forma curvada a flexibilidade para a inovação.

   Novidades do prêmio - Uma das mais importantes novidades para esta edição foi a participação de Ângelo Brandini como roteirista e diretor da cerimônia. Reconhecido e premiado ator brasileiro, Brandini traz em seu currículo importantes atuações em programas de televisão e cinema, além de assinar roteiro e direção de diversos espetáculos no circuito Rio-São Paulo: Ricardo III, Midnight Clowns e O Avarento são algumas de suas atuações no teatro. Fim da Linha, Doutores da Alegria - O Filme e Carandiru podem ser citados como trabalhos no cinema e, ainda, Malhação (TV Globo) e Senta que lá vem comédia (TV Cultura), entre outras, marcam suas participações na televisão.

   Na entrega do prêmio, os melhores profissionais e montagens de 2009 foram escolhidos em 17 categorias: melhor autor de texto original, autor texto adaptado, direção, cenografia, figurinista, iluminação, música originalmente composta, trilha sonora, ator e atriz, ator e atriz coadjuvante, revelação, produção, categoria especial, espetáculo infantil e espetáculo jovem.

   Confira a lista completa dos ganhadores: AUTOR DE TEXTO ORIGINAL - Ilo Krugli – O Mistério do Fundo do Pote / AUTOR DE TEXTO ADAPTADO - Amauri Falseti – Com o Rei na Barriga / DIREÇÃO
- Kleber Montanheiro – A Odisséia de Arlequino / CENOGRAFIA - Marcia Abujamra e Marco Lima – A Bruxinha Atrapalhada / FIGURINO - J.C.Serroni e Telumi Hellen – O Colecionador de Crepúsculos / ILUMINAÇÃO - Davi de Brito e Vânia Jaconis – O Colecionador de Crepúsculos / MÚSICA ORIGINALMENTE COMPOSTA - André Abujamra – A Bruxinha Atrapalhada / TRILHA SONORA - Marcelo Gianini – Esperando Gordô / ATOR - Rodrigo Mercadante – O Mistério do Fundo do Pote / ATOR COADJUVANTE - Giovani Tozi – O Colecionador de Crepúsculos / ATRIZ - Veridiana Toledo – A Odisséia de Arlequino / ATRIZ COADJUVANTE - Greta Antoine – A Odisséia de Arlequino - REVELAÇÃO - Ivan Ribeiro – autor – A Incrível Batalha do Tesouro de Laduê / CATEGORIA ESPECIAL - Beto Lima, Dino Soto e Sidnei Caria – pela criação dos bonecos – Filhotes da Amazônia / PRODUÇÃO - Solução Arte Produções Artísticas e Culturais – A Tragédia de Romeu e Julieta / ESPETÁCULO INFANTIL - A Odisséia de Arlequino / ESPETÁCULO JOVEM - O Colecionador de Crepúsculos / *Crédito Foto: Ricardo Hara

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Antonio Peticov - a forma oculta

Mostra inédita reúne 22 obras do artista paulista até 16 de julho no Espaço Cultural Citi da Avenida Paulista

O Espaço Cultural Citi, a galeria de arte da Avenida Paulista, apresenta a partir de 24 de maio, a exposição inédita Antonio Peticov – A Forma Oculta, com 22 trabalhos de tinta acrílica sobre tela que cobrem um período de 1988 à 2009, com absoluto predomínio de obras realizadas a partir de 2006. A exposição permanecerá até 16 de julho.

   Nascido em Assis, interior de São Paulo, em 1946, Peticov é autodidata que desde o início da adolescência optou pelas artes plásticas. Estudante de história da arte, começa a expor na primeira metade da década de 1960. A partir de 1970, muda-se para Londres, dali para Milão e, em 1986, para Nova York, retornando ao Brasil apenas em 1999.

   O curador da exposição, o crítico Jacob Klintowitz, diz: “Antonio Peticov é o artista da invenção e da descoberta de um universo oculto feito de beleza, harmonia e magia. É um artista multifacetado e os seus interesses estéticos e humanos são marcantes, pois obedecem a uma linha cultural contínua. E não há qualquer diferença entre os interesses do artista Peticov e do homem Peticov, o que é mais raro do que se pensa. Esta unidade confere forte autenticidade ao seu percurso pessoal feito unicamente de reflexão.”

   Importante crítico de arte, o poeta Ferreira Gullar observa: “A sensação que me fica, ao refletir sobre a personalidade de Antonio Peticov e sua obra tão diversa e instigante, é a de que estou diante de um artista em pleno domínio de sua técnica, maduro e que, no entanto, mantém vivo dentro de si um menino ainda encantado com as formas e as cores do mundo.”

   O Espaço Cultural Citi é uma galeria pública visitada mensalmente por cerca de 50 mil pessoas que trafegam entre a Avenida Paulista e a Alameda Santos. O espaço mantém a sua vocação de mostrar obras de arte no centro vital de São Paulo. Desde 2005, passaram por ali as obras de nomes consagrados, como Rubens Gerchman, Luiz Paulo Baravelli, Gregório Gruber, Romero Britto, Newton Mesquita, Odetto Guersoni, Ivald Granato, Takashi Fukushima, Caciporé Torres, Sérgio Lucena e a ceramista Shoko Suzuki, além de jovens que se firmam como Luciana Maas, Maurício Parra, Carola Trimano e Manu Maltez.

   Antonio Peticov e a forma oculta, por Jacob Klintowitz - As anotações visuais de Peticov tratam das relações com a terra, árvores, paisagens e frutos; o registro do ser humano; as formas simbólicas; a criação de sistemas lúdicos bidimensionais ou tridimensionais, que tenham significados subjacentes e ofereçam leituras em vários níveis. E todas estas construções do espírito são objeto de constante experimentação, cotejos, remontagens, comparações, apropriações e, finalmente, de discussão e procura da herança grega, a proporção áurea, vínculos com a história da arte e as regras de construção da forma.

   Entretanto, nesta atividade esférica feita de brilhos e destaques, em nenhum momento Antonio Peticov demonstrou ter perdido a sua fidelidade ao humanismo ou pensou em soluções que não sejam plásticas e visuais. E não perdeu de vista o público e o público também não deixou de se comunicar com este artista tão singular.

   Neste caminho, o processo de Antonio Peticov tem sido o da maturação lenta, o da transformação permanente e, para fazer relação com uma disciplina arcaica, o da decantação da matéria. Neste artista a dedicação ao sentimento e a procura de imagens essenciais não o afasta do público. Desconfio que é justamente nessa veracidade e no exercício permanente da emoção que as pessoas encontram a sua empatia com a arte de Peticov. Se aplicarmos à sua trajetória o mesmo olhar retrospectivo que ele parece, neste momento, dirigir a si mesmo, encontraremos uma produção de diversificada visualidade. Mas são as ilusões da aparência, pois tudo está integrado por uma única emoção, o prazer de vir a conhecer.

   Antonio Peticov (Assis SP 1946). Com produção diversificada, Peticov trabalha com pintura, desenho, gravura, escultura e ilustração. Faz instalações como Balli Ballet (1982), em Cloudwalk Farm, Connecticut, e The Big Ladder - Scala Cromatica (1983), para a New York Art Expo, nos Estados Unidos. Apresenta, em 1989, o Projeto Natura - Rio Pinheiros na 20ª Bienal de São Paulo, prevendo a plantação de várias espécies de árvores ao longo do rio Pinheiros. Em 1992, cria o Projeto Bosque Natura, para a Conferência da Organização das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento, no Rio de Janeiro. Realiza, em 1990, o mural Momento Antropofágico com Oswald de Andrade, instalado na estação República do metrô, em homenagem ao centenário do escritor. Em 2003, lança o livro Trabalhos Escolhidos, juntamente com a exposição no MASP. Em suas pinturas trabalha freqüentemente com séries temáticas, utilizando conceitos da física e da matemática, relacionados ao espectro de cores e à luz. (Fonte: Enciclopédia Itaú Cultural)

   Serviço: O Espaço Cultural Citi (Av. Paulista, 1111, térreo, fone 11.4009.3000) fica aberto para visitação de segunda a sexta-feira, das 9 às 19 horas/ aos sábados, domingos e feriados, das 10 às 17 horas /  Acesso a pessoas com deficiência física pela Alameda Santos, 1146 / A entrada é gratuita / www.citi.com.br

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Peças inusitadas unem cristal e filigrana em exposição de arte em São Paulo

As designers internacionais brasileiras, Thais Guarnieri e Elvira Schuartz, apresentarão, no próximo dia 8 de junho, a coleção de jóias Art Éco, na galeria Espaço Zero, único studio glass da América do Sul. As designers irão expor peças inusitadas que unem cristal e filigrana. Produzidas manualmente a coleção é uma viagem ao universo da art noveau. Além disso, o público que passar pela galeria poderá ver esculturas que Thais expôs na última SOFA (The International Expositions of Sculpture Objects & Functional Art) que aconteceu recentemente em Nova York.

   Serviço: Entrada gratuita / Lançamento da coleção Art Éco / Data: 8 de junho / Local: Espaço Zero / Horário: 19h / Endereço: Rua Goiás, 167, Pacaembu, São Paulo, SP / Tel.: 11 3661-8658

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6° edição do Salon de Arte Contemporânea no “Carrousel Du Louvre”

No próximo dia 04 de Junho, no “Carrousel du Louvre” em Paris, França, estará acontecendo a abertura da “6ª Edição do Salão de Arte Contemporânea”

   O evento, um dos mais importantes Eventos Europeus de Arte Contemporânea, recebe anualmente Obra Tchin-Tchin, de Rafael Muriómilhares de visitantes. O Palácio do Louvre abriga atualmente o Museu do Louvre e o Carrousel du Louvre, um espaço de 7.100 metros quadrados que é o centro de todas as Convenções e Exposições que ocorrem em Paris.

   Para esta Mostra, a curadora Geni Settani, da Waylight de Portugal indicou o artista brasileiro Rafael Murió que irá apresentar a obra “Tchin-Tchin”

   Com 47 anos de carreira, Rafael Murió é hoje um dos artistas brasileiro mais reconhecido no exterior e vem se destacando por ser um dos pintores com maior presença em eventos internacionais. Suas obras estão presentes em acervos de grandes colecionadores, principalmente europeus, americanos e australianos. Detém inúmeros certificados, prêmios e menções honrosas, além de registros em diversos guias de arte.

   É membro da Associação Internacional de Artes Plásticas (AIAP-UNESCO), Academia Latino-Americana de Arte (ALA), Academia Brasileira de Arte Cultura e História (ABACH), Associação Paulista de Belas Artes (APBA), entre outras.

   Serviço: 6° EDIÇÃO DO “SALON DE ARTE CONTEMPORÂNEA” / Local: Carrousel du Louvre – Paris, França / Inauguração: 04 de junho de 2010

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Carlos Motta lança livro e abre exposição no Museu da Casa Brasileira
No dia 8 de junho, às 19h30, o arquiteto e designer lança o livro Carlos Motta e a vida, e abre a exposição < i>Carlos Motta – Móveis de madeira reutilizada, no Museu da Casa Brasileira.

Com concepção e projeto de Paulo Lima (publisher) da Trip Editora e Rafic Farah (arquiteto e designer), Carlos Motta e a vida percorre o caminho que une vida e obra de seu protagonista – sem ser um catálogo de suas peças nem tampouco sua biografia. A publicação espelha a convicção de Motta de que todos os elementos de sua vida se complementam e se alimentam mutuamente, de maneira indissociável: a família, os amigos, o surf e o trabalho.

   No livro, a história de Carlos Motta e a sua concepção do trabalho criativo são apresentadas a partir das entrevistas concedidas por ele a Adélia Borges (jornalista e curadora), Alfredo Pimenta (arquiteto) e Paulo Lima, combinadas a depoimentos de clientes, amigos e parentes. Toda essa rede de ideias e declarações se articula de forma coloquial e espontânea, como se o livro recuperasse um só longo bate-papo. Gilberto Dimenstein, José Zaragoza, Paulo Mendes da Rocha, Sérgio Rodrigues e Walter Salles são alguns dos entrevistados que deixam no livro seu depoimento sobre Carlos Motta.

   Ao longo de três décadas, o nome de Carlos Motta se estabeleceu no mundo do desenho industrial e da arquitetura como uma marca muito particular, que tem por características principais o uso da madeira e a preocupação com a responsabilidade ambiental e social – preocupação pioneira, que em Motta nasce não das constatações e necessidades do mundo de hoje, mas de suas próprias convicções pessoais. Assim, o arquiteto se tornou referência quanto à obtenção de qualidade com respeito à natureza e valorização do trabalho artesanal e da identidade brasileira. Os ideais que orientam seu trabalho aparecem, no livro, ao longo de todo o relato de sua trajetória, e ganham expressão máxima no capítulo “Redescobrimento” – no qual se retratam, em fotos de Fernando Laszlo, vinte peças de mobiliário feitas com madeira reaproveitada, ou redescoberta.

   O design brasileiro vive um momento especial. Tem demonstrado na última década o amadurecimento de seus criadores e comprova que as possibilidades de bom design deixaram de ser restritas ao mercado externo. Carlos Motta é um dos nomes desta geração de criativos que reinventou o mobiliário tradicional brasileiro e que tem conquistado cada vez mais o mercado internacional. Reconhecido por sua criatividade e sofisticação, o trabalho do designer é destaque em lojas européias e norte-americanas e em publicações especializadas (como a edição de junho de 2010 da revista inglesa Wallpaper).

   A publicação vem acompanhada de um DVD, intitulado Carlos Motta nas ondas da vida. O documentário tem duração de 30 minutos e contempla, como o livro a vida e o trabalho de Motta.

   “Considero o Carlinhos [Motta] um dos grandes designers atuais. Tem feito trabalhos com madeira reciclada, umas peças incríveis, maravilhosas, com madeira maciça. E ele faz isso com um entusiasmo que a gente percebe ser mesmo amor pela madeira e pelo trabalho. Uma coisa rara. Porque poucos designers fazem um trabalho com a sinceridade e o entusiasmo dele.”  / Sérgio Rodrigues, arquiteto e designer

   “Eu gosto muito dos móveis dele. Você senta no móvel do Carlos [Motta], você sente que ele foi pensado de uma maneira diferente à do imóvel industrial. Da mesma forma que, numa casa dele, você tem outro tipo de sensação, há essa mesma qualidade perceptiva numa cadeira, num sofá, numa espreguiçadeira. Por mais que o trabalho dele seja reconhecido, cada vez mais reconhecido, a compreensão do tempo e do espaço permanece a mesma. A compreensão do mundo.”  / Walter Salles, cineasta

   Ficha: Português ∙ 1ª edição ∙ 2010 / 180 pp. ∙ 23 x 29,5 cm / ISBN 978-85-7850-027-6 / R$ 90,00

   Sobre a exposição - Carlos Motta – Móveis de Madeira Reutilizada

   Com a exposição Carlos Motta – Móveis de madeira reutilizada, o designer comprova que através da estética, da técnica construtiva e da ergonomia é possível desenvolver peças de alta qualidade, reutilizando-se materiais como a madeira e ferro. A mostra reúne 25 peças de rediscovered wood – madeira de redescobrimento – e será exibida em São Paulo, entre os meses de junho a julho, no Museu da Casa Brasileira. Poster iormente, segue para Nova York, durante o mês de setembro deste ano, e Los Angeles, em março de 2011.

   Serviço: Data: 9 de junho a 4 de julho de 2010 / Horário: terça a domingo, das 10h às 18h / Local: Museu da Casa Brasileira / Avenida Brigadeiro Faria Lima, 2705 - Pinheiros – tel.: (11) 3032-3727

   Carlos Motta - Nascido em 1953, Carlos Lichtenfels Motta graduou-se em arquitetura pela Universidade Brás Cubas, em Mogi das Cruzes (SP), em 1971, após passar, sem se encontrar, pelos cursos de direito e publicidade. A escolha profissional o reuniu com a paixão que alimentava pela madeira, seu cheiro e suas formas, desde que, ainda menino, exercitava sua criatividade fazendo carrinhos de rolimã.

   Ao término da faculdade, Carlos Motta viajou com a mulher para a Califórnia. Nos Estados Unidos, passou a ter mais contato com diversas expressões artísticas e consolidou sua ideia de desenvolver seus próprios projetos. Ao retornar ao Brasil, em 1978, fundou o Atelier Carlos Motta, na Vila Madalena.

   Motta ministrou palestras em diversas universidades e foi professor na graduação em Desenho Industrial na Faculdade Armando Álvares Penteado (Faap), entre os anos de 2000 e 2004.

   Peças suas estão presentes em casas particulares e em instituições tão diversas como o Palácio da Alvorada, o Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM), áreas de convivência de unidades do Sesc e a Catedral-Basílica de Nossa Senhora Aparecida, entre outros. Além de exposições individuais no Brasil, seu trabalho integrou coletivas nos Estados Unidos, França, Holanda, Argentina, Itália e Inglaterra.

   O Atelier Carlos Motta já foi premiado diversas vezes, tanto por seu design singular como por seu conceito de responsabilidade ambiental e social no desenvolvimento dos projetos. Destacam-se reconhecimentos concedidos pelo Museu da Casa Brasileira, o Prêmio Aloísio Magalhães do Concurso Nacional de Desenho Industrial Fiesp e o Prêmio Planeta Casa.

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Do surgimento aos dias atuais. Livro trata a história das universidades brasileiras

Título, publicado pela EdUFSCar, reuniu educadora e arquiteto para analisar as transformações das instituições ao longo do tempo

A EdUFSCar publicou, recentemente, o livro "Arquitetura e Educação - câmpus universitários brasileiros". A obra aborda o percurso histórico da instituição universitária desde o seu nascimento na Europa medieval até os dias atuais, apontando a evolução educacional e arquitetônica das universidades do Brasil.

   O livro tem autoria de Ester Buffa, docente aposentada do Departamento de Educação da UFSCar e Gelson de Almeida Pinto, professor de Arquitetura e Urbanismo da Escola de Engenharia de São Carlos (EESC-USP).

   As universidades surgiram na Inglaterra, no século XVIII. Seguindo o exemplo britânico, os Estados Unidos implantaram instituições universitárias com foco na formação de educadores para a população nativa. As instituições de ensino ficavam fora do perímetro urbano e próximas aos campos. Esse afastamento dos centros urbanos possibilitou independência e autonomia para as instituições norte-americanas.

   No Brasil, as primeiras escolas de ensino superior chegaram com a vinda do Imperador Dom João VI, que trouxe cursos como Direito, Engenharia e Medicina. Até então, o único curso superior oferecido era o de Teologia para formar novos catequizadores. As universidades brasileiras, como as norte-americanas, também optaram pelo modelo de cidade universitária, unindo todas as faculdades e cursos espalhados pelas grandes metrópoles em apenas um ambiente, independente dos centro urbanos. A intenção era que esses espaços fossem autônomos com praças de alimentação, transporte, coleta de lixo e opções de lazer. Entretanto, Gelson de Almeida, um dos autores do livro, aponta que esse modelo não prosperou no Brasil. "Algumas iniciativas foram adotadas, mas as cidades universitárias no Brasil continuam dependendo dos centros urbanos que estão ao redor", aponta o autor.

   Essas e outras análises sobre a trajetória das universidades brasileiras podem ser conhecidas no livro recém publicado. A obra é fruto de extensa pesquisa e tem por objetivo apresentar uma nova perspectiva sobre a evolução das instituições de ensino superior. Dentre as universidades analisadas no livro estão as Universidades Federais do Rio de Janeiro e do Rio Grande do Sul, Universidade de Brasília, USP e Unicamp.

   O livro "Arquitetura e Educação - câmpus universitários brasileiros" já está disponível para venda na Livraria da EdUFSCar, localizada na área Norte do campus São Carlos e também pela Internet, em www.editora.ufscar.br. Outras informações pelo telefone (16) 3351-8962.

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Elevado 3.5

Documentário sobre a vida das pessoas que moram, trabalham e circulam ao longo do Minhocão, estreia dia 04 de junho nos cinemas

ELEVADO 3.5, dirigido pelos diretores João Sodré, Maíra Bühler e Paulo Pastorelo, é um filme sobre o mundo de pessoas que se cruzam ao longo dos 3.5km do Minhocão, via expressa construída na região central de São Paulo, durante a ditadura militar. O documentário terá uma exibição especial ao ar livre, no dia 30 de maio, na via elevada.

   Do nível da rua ao último andar, o espectador é conduzido por diferentes pontos de vista. Por cima e por baixo da via, à sombra ou nos fios de luz que desenham uma cidade recortada, o filme se desenrola por meio do mergulho nas histórias dos personagens. A memória do alfaiate, do pedreiro, do comerciante, das filhas do imigrante italiano ou da cantora, cede espaço para imagens de arquivo. As palavras da cabeleireira transexual, do senhor “diplomado na escola da vida”, o canto de uma pessoa solitária, inserem novamente o espectador no presente. Tempos se entrecruzam. Outros personagens aparecem. Pessoas que estão ali por opção ou não, há muito ou pouco tempo, de diferentes idades e origens. O Elevado provoca e converge os olhares: de janela para janela, do segundo andar para a via expressa, do carro para dentro do apartamento, do ônibus para o comércio, do comerciante para o transeunte, da cobertura para a paisagem.

   ELEVADO 3.5 venceu o Festival “É tudo verdade / It’s all true” em 2007 e participou dos seguintes festivais: 24º Festival de Cine de Bogotá, 16º Festival de Biarritz, 22º Festival Del Cinema Latino Americano (Trieste), 48º Festival dei Popoli (Firenzi), 1º Brazilian Filme Festival of Toronto, 11º FórumDoc.BH, 29º Festival Del Nuevo Cine LatinoAmericano (Havana), 20º Rencontres Cinemas D’Amérique Latine de Toulouse.

   Sobre os diretores:

   Paulo Dominguez Pastorelo é arquiteto e urbanista formado pela FAU/USP. Iniciou sua carreira de documentarista com o filme Vale o Homem seus Pertences (52min), realizado em co-produção com STV - Rede SescSenac de Televisão em 2005. Dirigiu e produziu, em parceria com João Sodré, o vídeo educativo Desenhos do Mundo e Descobrimentos Imaginados (14min) para exposição de cartografias de São Paulo no Museu Paulista em 2005. Foi também 1o assistente de direção do cineasta Rodolfo Nanni no longa-metragem documentário O Retorno, premiado no Festival Cine - PE em 2008. Atualmente, finaliza seu mestrado em cinema na Universidade Sorbonne-Nouvelle Paris III e se prepara para filmagem do longa-metragem Tokiori – Dobras do Tempo em agosto deste ano [www.tokiori.wordpress.com].

   Maíra Santi Bühler formou-se em Ciências Sociais pela Universidade de São Paulo em 2001. Em 2006, defendeu seu mestrado, "Vida e Morte no Campo Alegre: um Estudo Etnográfico no Jequitinhonha", no departamento de Antropologia da mesma instituição. Tem formação complementar e experiência profissional na área de fotografia e vídeo e trabalha com antropologia e imagem. Dirigiu os documentários Elevado 3.5 (2007) e A Aranha Vive Daquilo que Tece (2002).
   João Clark de Abreu Sodré é arquiteto e urbanista formado pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (2005) e mestre na mesma instituição com a dissertação Arquitetura e viagens de formação pelo Brasil, 1938-1962 (2010). Integra o escritório gruposp, com Alvaro Puntoni, desde 2004. Produziu, com Paulo Pastorelo, o vídeo educativo Desenhos do Mundo e Descobrimentos Imaginados para exposição “Cartografia de uma história. São Paulo colonial: mapas e relatos”, Museu Paulista (2005).
  
Ficha Técnica: Brasil, 2007, 72min / Direção, Pesquisa, Roteiro: João Sodré, Maíra Bühler & Paulo Pastorelo / Personagens Entrevistados: Luiz Sollazzi, Alcyr Christoforo, João Batista Correa da Paixão, Ananias Pereira dos Santos, entre outros / Produtora: Pr!mo Filmes / Produtor Executivo: Matias Mariani / Diretor de Fotografia: Lula Carvalho / Técnico de Som: Paulo Seabra / Assistente de Produção: Camila Camargo & Natália Valiera / Trilha Sonora Original: Eduardo Nazarian e Guilherme Garbato / Sinopse Curta: Documentário sobre a vida de pessoas que moram, trabalham e/ou circulam ao longo do Minhocão, via elevada que atravessa a região central de São Paulo.

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Jornalismo de moda: crítica, história e mídia com Maria Prata
Jornalista e editora-chefe do canal Fashion TV

O curso propõe uma reflexão sobre a crítica de moda em diversos veículos nacionais e internacionais. Serão discutidos os pontos fundamentais para criticar um desfile. Os alunos entenderão como fazer uma crítica apresentando seu ponto de vista. É voltado para estudantes, profissionais e interessados nas seguintes áreas:moda, jornalismo, marketing e comunicação./ Curso teórico / Nível: básico

Serviço: Data: 17 de julho - sábado / Horário: das 10h às 17h / 1 aula | 6h / Preço: 520,00 em até 2x / Inscrições na Escola São Paulo / Rua Augusta, 2239 / Informações e Reservas: (11) 3060.3636 / www.escolasaopaulo.org

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Dassault Systèmes e Museu de Belas Artes de Boston reconstroem pirâmides virtualmente

Iniciativa leva conteúdo arqueológico ao público geral e à comunidade científica por meio de simulações e visualizações 3D

A Dassault Systèmes (DS), líder mundial em 3D, e o Museu de Belas Artes de Boston, um dos museus de arte mais importantes do mundo localizado nos Estados Unidos, anunciam parceria para levar o poder do 3D, já bastante presente no setor industrial, para a arqueologia. A iniciativa digital, chamada projeto Arquivos de Giza, tem como objetivo reunir e compartilhar informações arqueológicas sobre as pirâmides no planalto de Giza, no Egito, com o público geral e estudiosos da área.

   Apoiado pela Fundação Andrew W. Mello, supervisionada pelo egiptólogo Peter Der Manuelino, diretor de Arquivos do Museu, e por Philip J. King, professor de Egiptologia na Universidade de Harvard, o projeto reuniu, na última década, fotografias digitalizadas de expedições históricas, diários de escavações e mapas, plantas e croquis dos antigos túmulos e pirâmides da região. O resultado é o maior banco de dados e site já montado relacionado ao planalto de Giza (http://www.mfa.org/Giza). A maioria dos documentos arqueológicos e das imagens é resultado de mais de 40 anos de escavação do egiptólogo George Reisner (1867-1942), um dos fundadores da arqueologia científica moderna, que liderou a expedição da Universidade de Harvard e do Museu de Belas Artes de Boston ao Egito. Em uma colaboração internacional única, o projeto Arquivos de Giza também é parceiro de todas as instituições do mundo que hospedam as coleções mais importantes relacionadas a Giza.

   Para a DS, o desafio do projeto é direcionar o conhecimento e as tecnologias para experiências realísticas em 3D para o centro da educação e pesquisa. A empresa leva ao Projeto Giza a expertise em 3D em tempo real e uma completa gama de soluções para simulação e visualização de dados arqueológicos, criando experiências interativas e de imersão para especialistas e para o público em geral. A DS e o museu criarão novas formas de experiências em multiplataformas, individuais ou coletivas, por meio de aplicativos na Internet ou por sistemas virtuais mais complexos e de realidade aumentada, usando jogos, telas 3D e até mesmo cinemas com objetivo de proporcionar novos tipos de sensações que proporcionem uma imersão arqueológica.

   A parceria permitirá a reconstrução em tempo real do planalto de Giza baseada em dados arqueológicos atuais, além da colaboração entre tecnologia e arqueologia, que resultará em novos questionamentos científicos e comunicação. A arqueologia virtual, usando o poder de ferramentas para simulação e experiências 3D, apresenta novas hipóteses. “Tais ferramentas e abordagens oferecem uma nova dimensão à pesquisa da egiptologia, permitindo compartilhamento de inovação e conhecimento”, diz Peter Der Manuelian. “Na DS, encontramos um parceiro comprometido com a precisão científica e criatividade tecnológica.”

   Esta parceria é a continuação dos projetos sobre a pirâmide de Khufu, iniciados pela DS há três. "O conteúdo do projeto Arquivos de Giza é uma importante nova fonte para a egiptologia. Peter Der Manuelian segue os passos de George Reisner, contribuindo diariamente para a preservação digital da herança histórica da humanidade," disse Mehdi Tayoubi, diretor de Estratégia Interativa da Dassault Systèmes. "Com a experiência 3D, criaremos novas formas de interatividade, colaboração e inovação para os mundos da educação, pesquisa e público em geral.”  /www.3ds.com

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Nitsche e Tozzi: a pop art brasileira

Mostra inédita com trabalhos de Marcello Nitsche e Claudio Tozzi, representantes paulistanos da estética pop que consagrou Andy Warhol, até 21 de maio no Espaço Cultural Citi da Avenida Paulista

O Espaço Cultural Citi, a galeria de arte da Avenida Paulista, apresenta a exposição inédita Nitsche e Tozzi: a pop art brasileira, que propõe um diálogo com a mostra Andy Warhol, Mr. America, que o Citi patrocina na Estação Pinacoteca, a maior retrospectiva já vista no país da obra de um dos artistas mais influentes do século XX.

Marcello Nitsche / Claudio Tozzi   Nascidos em São Paulo, Marcello Nitsche (1942) e Claudio Tozzi (1944), viveram como jovens artistas no início da década de 1960 o impacto da pop art da qual Warhol é ícone. A mostra Nitsche e Tozzi: a pop art brasileira reúne 17 obras de cada artista. A exposição permanecerá até 21 de maio.

   O curador da exposição, o crítico Jacob Klintowitz, diz: “A pop art é um produto direto da sociedade de produção e consumo em massa. É a maneira de a arte ver o universo dos objetos, o mundo das coisas. A nossa é muito diferente da americana, pois tem um caráter crítico, irônico, político e, às vezes, carnavalesco. Marcello Nitsche e Claudio Tozzi estão entre os melhores. Eles são profundamente originais e conseqüentes e criaram uma extensa iconografia. Com a atual exposição de Andy Warhol na Pinacoteca de São Paulo, e o brilho, eficiência e objetividade de seus trabalhos, é uma boa hora para observar estas diferenças.”

   As duas exposições patrocinadas pelo Citi são uma excelente oportunidade para se usufruir a pop art americana e brasileira separadas por alguns quilômetros na mesma cidade. Como disse o célebre físico e crítico de arte Mário Schenberg “uma autêntica arte pop brasileira só pode nascer em São Paulo, cidade moderna quase sem presença viva do passado, onde a massificação contemporânea se faz sentir com força incomparavelmente maior do que nas demais cidades brasileiras”.

   O Espaço Cultural Citi é uma galeria pública visitada mensalmente por cerca de 50 mil pessoas que trafegam entre a Avenida Paulista e a Alameda Santos. O espaço mantém a sua vocação de mostrar obras de arte no centro vital de São Paulo. Desde 2005, passaram por ali as obras de nomes consagrados, como Rubens Gerchman, Luiz Paulo Baravelli, Gregório Gruber, Romero Britto, Newton Mesquita, Odetto Guersoni, Ivald Granato, Takashi Fukushima, Caciporé Torres, Sérgio Lucena e a ceramista Shoko Suzuki, além de jovens que se firmam como Luciana Maas e Manu Maltez, entre outros.

   Nitsche e Tozzi: a pop art brasileira, por Jacob Klintowitz

   Marcello Nitsche é o lúdico criador de universos que reinventam o puer eternus, a eterna criança. É o que faz emergir em nós. É raro um artista com tanta espontaneidade no gesto e na invenção estética. Ele pertence à categoria dos que sabem sem percorrer o caminho do raciocínio dedutivo. Ele, de repente, sabe. O artista Marcello Nitsche gosta de andar no limite, entre fronteiras, na terra de ninguém. É utópico. Ele criou as “pinceladas” em material rígido, como se fosse uma placa, com os respingos e as falhas das cerdas do pincel. Não é pintura, escultura ou um objeto tradicional, já que nem corpo tem, é uma espécie de alma da pincelada. É assim que ele se move, por estes caminhos incógnitos, desfiladeiros fora do mapa, mexendo na estrutura das coisas, como uma criança que desmonta o brinquedo e – surpresa! – quando remonta, o que era um rádio transforma-se em bicicleta. Isto é impossível. Agora, como explicar isto para o Nitsche? Ou, melhor, como contar para a bicicleta que ela não é bicicleta, mas um rádio?

   O artista Claudio Tozzi sempre criou imagens a partir dos objetos e dos acontecimentos do cotidiano. Os seus modelos foram os personagens e as cenas que fazem parte da vida de cada um: a notícia do jornal, a embalagem na gôndola, o destaque do telejornal. Tozzi tornou temas o "Bandido da Luz Vermelha", os "Astronautas", "Veneza", o "Parafuso", as "Escadas" e transformou o banal em paradigma, pois os elevou à condição de imagens do século vinte através das quais é possível entender o contingente. O artista mostrou o universo de objetos que impregna a vida atual e tornou equivalentes os vários elementos da nossa realidade. A história de crime do jornal, a notícia do astronauta na lua, o parafuso, visões dos canais venezianos, tem para nós o mesmo impacto e recebem a mesma atenção. São partes integrantes de um universo de comunicação e de extraordinárias transformações.

   Serviço:O Espaço Cultural Citi (Av. Paulista, 1111, térreo, fone 11.4009.3000) fica aberto para visitação de segunda a sexta-feira, das 9 às 19 horas; aos sábados, domingos e feriados, das 10 às 17 horas. Acesso a portadores de deficiência física pela Alameda Santos, 1146. A entrada é gratuita. / www.citi.com.br

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Prêmio Jabuti 2010: Arquitetura, Urbanismo, Fotografia, Comunicação e Artes; Ilustração de Livros Infantil ou Juvenil; e Reportagem são algumas categorias da maior premiação literária do País. As inscrições se encerram no dia 31 de maio.

As inscrições para a 52ª edição do Prêmio Jabuti já estão abertas. As categorias da premiação são as seguintes: Tradução; Arquitetura e Urbanismo, Fotografia, Comunicação e Artes; Teoria/Crítica Literária; Projeto Gráfico; Ilustração de Livro Infantil ou Juvenil; Ciências Exatas, Tecnologia e Informática; Educação, Psicologia e Psicanálise; Reportagem; Didático e Paradidático; Economia, Administração e Negócios; Direito; Biografia; Capa; Poesia; Ciências Humanas; Ciências Naturais e Ciências da Saúde; Contos e Crônicas; Infantil; Juvenil; Romance; e Tradução de Obra Literária Espanhol-Português.

   Os três primeiros colocados em cada uma das categorias concorrem aos prêmios de Livro do Ano de Ficção e Livro do Ano de Não-Ficção.

   Podem concorrer ao Prêmio Jabuti 2010 apenas obras inéditas, editadas no Brasil, entre 1º de janeiro e 31 de dezembro de 2009. A participação é aberta a editores, escritores, autores independentes, tradutores, ilustradores, produtores gráficos e designers.

   Câmara Brasileira do Livro – CBL www.cbl.org.br / As inscrições se encerram no dia 31 de maio. Mais informações pelo site www.premiojabuti.org.br

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Fúlvio Stefanini e Rodrigo Lombardi na peça A Grande Volta que estreia no Teatro FAAP
Fúlvio Stefanini e Rodrigo Lombardi são dirigidos por Marco Ricca no texto do belga Serge Kribus, o último traduzido por Paulo Autran

Em 2001, Paulo Autran se apaixonou pela peça Le Grand Retour de Boris S., de Serge Kribus, começou a traduzi-la e a preparar a sua montagem. Mas o grande sucesso de Visitando o Sr. Green acabou por mudar seus planos. Agora, passados alguns anos, Marco Ricca dirige a montagem do texto que tanto interessou o grande mestre, A Grande Volta, com Fúlvio Stefanini e Rodrigo Lombardi interpretando pai e filho, protagonistas de uma história que fala de amor, comprometimento, medo, solidão, sonhos, falhas e de um belo encontro. O espetáculo estréia em 1º. de maio de 2010, no Teatro FAAP (Rua Alagoas, 903, Higienópolis, São Paulo) onde permanecerá em temporada até 15 de agosto.

   A comédia dramática A Grande Volta tem cenografia de André Cortez, figurinos de Letícia Barbiere, iluminação de Maneco Quinderé, trilha sonora de Eduardo Queiroz e produção de Germano Soares Baia e Giuliano Ricca. A direção é de Marco Ricca.

   Sinopse - O momento é de crise para o publicitário Henrique (Rodrigo Lombardi): ele acaba de perder o emprego, sua esposa o deixou levando o filho pequeno, e, para completar, seu pai Boris (Fúlvio Stefanini), sem aviso prévio, mudou-se para sua casa. Boris é um ator velho, ultrapassado, há muito tempo fora dos palcos, que acaba de ser chamado para viver um personagem clássico - e dos mais importantes da dramaturgia mundial: o Rei Lear, de Shakespeare.

   A peça de Serge Kribus, tocante e muito bem construída, explora a relação entre pai e filho e as questões de identidade delas decorrentes. O tom às vezes irônico e rude leva, a uma profunda humanidade. Nós somos o que somos, mas também aquilo que os nossos pais nos transmitiram. Henrique não pode fugir de seu pai, apesar do profundo desejo que ele tem de distanciar-se dele. A verdade está aí, os dois homens se parecem. Como em um espelho, pai e filho devolvem um para o outro o mesmo discurso, os mesmos erros, o mesmo medo e a mesma loucura.

   A história ameaça transformar-se em tragédia, porém com sensatez, dela se afasta e se encontra na comédia dramática, com a densidade sentimental habilmente recheada de certeiros toques de humor.

   FICHA TÉCNICA: Texto: Serge Kribus / Tradução: Paulo Autran / Direção: Marco Ricca / Elenco: Fúlvio Stefanini e Rodrigo Lombardi / Cenografia: André Cortez / Figurinos: Leticia Barbiere / Iluminação: Maneco Quinderé / Trilha Sonora: Eduardo Queiroz / Fotos: João Caldas / Fotos de Estúdio: Jairo Goldflus / Programação Visual: Bummub / Assistente de Direção: Luciana Azevedo / contrarregra: Renato Orbite /técnico de Luz: Adriano Tosta / técnico de som: Felipe Alexandre / Camareira: Conceição Telles / Lei Rouanet: Sonia Odila / Administração Financeira: Argemiro Meirelles Neto / Assistente de Produção: Thiago Oliveira / Produção Executiva: Carmem Oliveira / Produtores associados: Germano Soares Baia e Giuliano Ricca / Realização: Mais Palcos Projetos Culturais e Ricca Produções Artísticas.

   SERVIÇO: A GRANDE VOLTA / Teatro FAAP (Rua Alagoas, 903 – Higienópolis – tel.: 11.3662.7233) / Horários: sextas, às 21h30, sábados, às 21h; domingos, às 18h / Preços: R$ 70,00 / Temporada: até 15 de agosto de 2010 / Lotação: 506 lugares / Duração: 75 minutos / Classificação Etária: 12 anos / Bilheteria: quarta a sábado, das 14h às 20h; domingo, das 14 às 17h. Aceita cartões Visa, Mastercard e Dinners / Serviço de venda de Ingressos: (11) 3662.7233 / 3662.7234. Aceita cartões Visa, Mastercard e Dinners - não cobramos taxa adicional para venda por telefone e vendas com desconto para estudante, aposentados e maiores de 65 anos / Estacionamento: gratuito, com vagas limitadas / Acesso para deficientes / Patrocínio: Porto Seguro / Apoios: George V – Casa Branca / Promoção: Rede Globo / Realização: Mais Palcos Projetos Culturais e Ricca Produções Artísticas

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O fantástico reparador de feridas

De Brian Friel com Walter Breda, Mariana Muniz, Fernando Paz e direção de Domingos Nunez até 16 de maio no Viga Espaço Cênico

Três personagens, quatro monólogos e a história de uma trupe bastante incomum que viaja por cidadezinhas do interior, apresentando um número que se situa entre uma representação teatral e um culto religioso de cunho sobrenatural. Esse é o ponto de partida para as situações que acontecem na peça O Fantástico Reparador de Feridas, do irlandês Brian Friel, dirigida e traduzida por Domingos Nunez, tendo como protagonistas Walter Breda (comemorando 50 anos de carreira), Mariana Muniz e Fernando Paz. A produção é da Cia. Ludens, grupo teatral que se dedica à montagem de textos de dramaturgos da Irlanda.

   Na equipe de criação, os figurinos são de Chico Cardoso, iluminação de Aline Santini, trilha sonora original de Ricardo Severo e cenografia da Cia. Ludens. A direção de produção é de Julio Cesar Pompeo.

   Os três personagens de O Fantástico Reparador de Feridas são Frank, Grace e Teddy. Frank (Walter Breda, indicado ao Prêmio Shell por este espetáculo) é um homem que vive atormentado por possuir um dom sobre o qual não tem nenhum controle e tenta aplacar seus questionamentos com doses colossais de uísque. Sua mulher, Grace (Mariana Muniz, também indicada ao Prêmio Shell), advogada e filha de um juiz aristocrata, acusa, defende, busca evidências e comprovações para justificar seu estado mental. Teddy (Fernando Paz), empresário de artistas exóticos e decadentes, transita entre a frieza profissional, a admiração por Frank e uma possível paixão por Grace. Juntos, os três tentam sobreviver cobrando ingressos de inválidos em apresentações das quais podem sair curados. De vilarejo em vilarejo vão vivendo suas histórias e cada um tem sua própria versão dos fatos.

   Talvez o elemento de ligação que permeie a produção dramatúrgica de Friel seja o seu esforço em discutir através do teatro as diversas formas de representação da linguagem e suas convenções. Em O Fantástico Reparador de Feridas Friel constrói sua narrativa totalmente calcada nas possibilidades da metalinguagem. O rigor da carpintaria teatral, a ousadia do dramaturgo com este experimento, a temática abordada e a proposta estética sugerida pelo próprio texto são elementos que fazem desta peça um dos momentos mais criativos dentro da trajetória artística do escritor.

   Com o texto construído sobre a estrutura de quatro monólogos, Friel se propõe questionar a linguagem articulada como instrumento seguro para um testemunho que ateste com precisão a veracidade dos fatos. A memória, os sentimentos e interesses escusos são poderosos agentes que atuam sobre a linguagem no sentido de distorcê-la, amenizá-la, ridicularizá-la.

   Assim, cada uma das personagens da peça narra diretamente para a platéia, de acordo com suas próprias conveniências, alguns fatos que vivenciaram juntas durante uma época. Ao contar suas experiências, as personagens têm o intuito de convencer os espectadores e a si próprias de que aquele ponto de vista é o que mais se aproxima do que realmente aconteceu. Aos poucos, tece-se uma cadeia de informações que se complementam e se opõem e que, necessariamente, pela própria natureza da linguagem articulada, levarão os espectadores a tirar suas próprias conclusões.

   Extremamente atual, este texto coloca a questão da manipulação da linguagem como um dos pilares para uma possível representação do mundo contemporâneo. Em última análise, tudo depende do ponto de vista do observador que, de um modo ou de outro, relativiza os discursos a que está exposto e os reorganiza de acordo com suas próprias necessidades, sentimentos e limitações. A natureza religiosa do número que apresentam aproxima o texto do Brasil, em cujo território proliferam-se igrejas, templos e curandeiros que prometem tipos variados de curas e arrastam multidões de necessitados. Seus cultos se transformam em uma mistura de busca por um sentimento de fé genuína, com demonstrações que facilmente fariam parte de um “freak show” e exibições de cenas dignas de um filme de horror.

   Serviço: O FANTÁSTICO REPARADOR DE FERIDAS / Local: Viga Espaço Cênico (Rua Capote Valente, 1323 – Pinheiros, São Paulo, SP – tel. 3801.1843) / Temporada: até 16 de maio / Horários: sexta e sábado, 21h – domingo, 19h / Duração: 100 minutos / Classificação: Recomendada para maiores de 14 anos / Lotação: 74 lugares / Preços: R$ 30,00 e R$ 15 (meia)/ Reservas: 11.3331-8309 / Instalações: ar-condicionado, acesso a portadores de necessidades especiais, café.

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Milton Levy em “Show Stand-up” no teatro Ruth Escobar

Sucesso de bilheteria, a peça “O dia que comi a pombagira” em sua segunda temporada nos palcos em SP

Marcado por sessões e cadeiras extras em quase todas as apresentações a comédia, que atingiu milhares de espectadores em apenas 5 meses de temporada conta a trajetória da carreira de Milton Levy – o próprio ator – e traz, além das cinco histórias verídicas e inusitadas, base do espetáculo, novas esquetes que complementam a apresentação.

   Predestinado a ser artista, Levy começa sua narração pela descoberta de sua vocação pela arte. Dentre muitas tentativas frustradas como músico e radialista, as histórias chegam ao momento em que o ator se apaixona pelos palcos e desenrola mais uma série de histórias divertidas e engraçadas que dão corpo ao espetáculo.

   O ponto alto da apresentação fica a cargo da história que dá nome a peça e descreve uma viagem feita à baixada santista em companhia de amigos. O desenrolar da história se passa em um típico bar da época com situações hilárias.

   A ideia de criar um espetáculo veio com o sucesso de sua participação no programa do Jô Soares, onde o ator falou um pouco sobre sua vida, fazendo a plateia e o apresentador se divertirem muito.

   Os convites para estreia dia 10 de abril estão esgotados, tamanho sucesso da peça. Para o dia 17 de abril os convites já estão à venda.
  
FICHA TÉCNICA - Texto, Direção, Atuação: Milton Levy / Operador de Luz e Som: Ed Murphy Jr / Temporada até Novembro / Sessões todos os sábados até 27 de novembro / Horário 22h30 / Local
Teatro Ruth Escobar – Sala Miriam Muniz (59 lugares) / Endereço Rua dos Ingleses, 209 – Bela Vista / Ingressos R$ 20,00 - meia entrada (estudantes, professores, aposentados e acima de 65 anos) Aceita cheque e cartões de crédito (Mastercard, Diners e Rede Shop) / Telefone 11 3289.2358 / Horário de Bilheteria 14 às 21h | Venda antecipada de ingressos – quinta a domingo / Duração do Espetáculo 50 minutos / Gênero Comédia - Stand-up / Classificação 12 anos / www.ruthescobar.apetesp.org.br

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Exposição homenageará São Paulo

Um dos destaques será o centenário de Adoniran Barbosa

A partir do próximo dia 10 de maio, o pintor Rafael Murió inaugurará a mostra “Flores para São Paulo”, na Galeria Bric a Brac, sob a curadoria de Vagner Aniceto. Nesta individual, o artista declara seu amor à cidade, através da pintura de flores e da lembrança dos principais locais e atrações que marcaram a história da “terra da garoa”. Murió lembrará, também, o centenário do cantor e compositor Adoniran Barbosa, com um quadro em sua homenagem.

   No total serão apresentadas 35 telas, de diversos tamanhos e técnicas, como serigrafia, aquarela e acrílico sobre tela e eucatex, utilizadas na série “Bar Brahma”, que reverencia personalidades, como Cauby Peixoto, Caetano Veloso, Ary Barroso, entre outros.

   Com 47 anos de carreira, Rafael Murió faz contracenar ao classicismo do seu aprendizado, o romantismo de sua personalidade sonhadora. Ele é um homem de emoções — emoções estas que são transferidas a todas as suas obras.

   Reconhecido internacionalmente, vem se destacando por ser um dos pintores com maior presença em eventos internacionais. Recentemente, participou da Artexpo New York (Estados Unidos), considerada a maior Feira de Artes do mundo, e foi convidado a representar o Estado de São Paulo no “XV Circuito Internacional de Arte Brasileira”, previsto para os meses de maio e junho, em Berlim (Alemanha) e Praga (República Tcheca), respectivamente.

   Suas obras estão presentes em acervos de grandes colecionadores, principalmente europeus, americanos e australianos. No País, podem ser encontrados nos principais leilões do mercado de arte, além de galerias e museus. Detém inúmeros certificados, prêmios e menções honrosas, além de registros em diversos guias de arte. É filiado à Associação Internacional de Artes Plásticas (AIAP UNESCO), à Associação Internacional de Arte (IAA UNESCO), à Academia Latino-Americana de Arte (ALA), Academia Brasileira de Arte Cultura e História (ABACH), à Associação Paulista de Belas Artes (APBA) e ao Sindicato dos Artistas Plásticos no Estado de São Paulo (SINAPESP).

   Serviço - “Flores para São Paulo” – Exposição individual de Rafael Murió - Vernissage: dia 11 de maio, a partir das 20h30 / Exposição: de 10 a 29 de maio — segunda a sexta-feira, das 9 às 19 horas, e sábados, das 9 às 13 horas / Local: Galeria Bric a Brac / Al. Jauaperi, 996 - Moema / Informações: (11) 5055-0874 / Entrada gratuita

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Exposição: Lauro Monteiro na Casa da Cultura de Paraty

"Alumbramentos: água, cor, palavra" Aquarelas de Lauro Monteiro

Abertura: dia 01 de maio de 2010, 20 horas / Exposição: até dia 31 de maio, de quarta à segunda-feira, das 10 as 18h30 / Local: Casa da Cultura de Paraty / Rua Dona. Geralda, 177- Centro Histórico, Paraty-RJ

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Roberto Mícoli lança livro
Com textos de Mario Gioia, (jornalista e crítico de arte) e Stéphane Malysse (antropólogo e artista multimeios), Roberto Mícoli enfoca a trajetória, a formação e o processo criativo do artista plástico, através de uma seleção de suas obras, em mais de cem belas fotografias assinadas por Salvador de Rosa, Romulo Fialdini e Valentino Fialdini, entre outros.

   Tendo na cor um elemento fundamental e na lona seu material-base, as composições de Roberto Míc oli se caracterizam pela justaposição de fragmentos; sua geometria se constrói através de dobras e costuras, que valorizam o elemento artesanal em seu trabalho.

   A singularidade das criações de Roberto Mícoli, exibida tanto nas telas como nos objetos escultóricos, é resultado de sua perspectiva diante de sua obra. Para o artista, sua fruição como criador necessariamente interfere nas sensações que a obra provocará no espectador.

   A publicação terá também uma edição especial, denominada Objeto - livro, que traz como sobrecapa uma tela de Roberto Mícoli dentro de uma caixa de acrílico. A série foi concebida pelo artista exclusivamente para essa edição, com tiragem de 50 exemplares numerados e autografados.

   “A fatura de suas obras se mostra, de certa forma, como uma metáfora de como Roberto Mícoli pensa a função do fazer artístico em sua vida. Unidades menores se somam em um conjunto calculado, não conforme um projeto frio, mas segundo um plano sensorial, no qual a ordenação das cores é uma ordenação do mundo.”

   Roberto Mícoli nasceu em 1953, em Campinas (SP). Começou a desenhar orientado pelo pai, desenhista técnico.

   O início de sua carreira artística, marcado por influências múltiplas, do cinema à contracultura, se deu sobretudo através de salões. A primeira mostra individual na capital paulista, em 1984, aconteceu na Galeria Kaos Brasilis, espaço multidisciplinar que congregava boa parte dos novos nomes da arte na época. No mesmo ano, integraria a coletiva Como vai você, Geração 80?, no Parque Lage, no Rio de Janeiro, para a compreensão das artes brasileiras do período.

   Mícoli responde hoje por uma obra que, olhada retrospectivamente, pontua o desenrolar das artes plásticas brasileiras no arco das três últimas décadas. Se nos debruçarmos sobre sua trajetória, é possível esboçar algo da arte experimental e de protesto dos anos 1970; ou vislumbrar os dias efervescentes da redemocratização do país, que ganharam expressão artística por meio da ruidosa Geração 80; é possível, ainda, acompanhar o clima de temor e medo da passagem da década de 80 para os anos 1990, com a crescente disseminação da Aids e com a crise econômica que marcou a era Collor.

   Na atualidade, a obra de Mícoli se insere em um momento de otimismo do sistema de arte, perpassado pela multiplicidade de instituições, galerias, mostras e artistas. Peças de Roberto Mícoli integram distintas coleções particulares e de instituições como o Museu Paulista de Arte Contemporânea (MAC), o Museu de Arte São Paulo (MASP), e a Estação Pinacoteca (dentro da coleção da Fundação Nemirovsky). Além de exposições individuais no Brasil, seu trabalho esteve em diversas coletivas na Alemanha, Argentina, Bolívia, Chile, Canadá e Equador.

   Ficha Técnica - Português ∙ 1ª edição ∙ 2010 / 182 pp. ∙ 22 x 28 cm / ISBN 978-85-7850-023-8 / R$ 140,00 / Edição Objeto-livro / Edição limitada (numerada de 1 a 50) / R$ 2.200,00/ www.bei.com.br

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Cidades imaginadas iberoamericanas
Imaginários Urbanos é um projeto coordenado pelo professor Armando Silva (Universidade Nacional de Bogotá, Colômbia) que já estudou 22 cidades buscando, a partir da análise de imagens, mídia, arte, literatura, tecnologias e até álbuns de família, identificar como se constroem as identidades das cidades neste início de milênio. Mais do que as imagens proporcionadas pela arquitetura e o urbanismo, o contorno dos edifícios ou o traçado das ruas, é o conjunto de emoções e percepções que os habitantes manifestam que montam a personalidade de cada cidade. As 50 fotografias selecionadas para a exposição Cidades Imaginadas Iberoamericanas apresentam algumas dessas percepções: grafites em muros explicitam opiniões políticas, residências cercadas por grades aludem à preocupação coletiva com a violência e procissões religiosas atestam a fé dos moradores, por exemplo.

   Tais sensações, quando colocadas em um plano coletivo, revelam uma estética urbana que se altera ao longo do tempo, na dinâmica da história da vida cotidiana do cidadão e de grupos sociais. Há locais identificados com determinadas emoções ou sensações, mesmo quando não existem motivos reais para tanto. Alguns bairros são percebidos como perigosos ainda que, por ações diversas, tenham reduzido o índice de criminalidade. Outros continuam a exalar uma aura de boemia, quando na verdade seus bares transformaram-se em ponto de encontro de executivos. Essa soma de percepções coletivas dá corpo à cidade e permite analisar os imaginários como um conceito chave para conhecer a dimensão do ser coletivo urbano.

   A construção dessas formas imaginárias permite uma comparação entre as formas de produção social da arte pública – em suas diversas formas - e dos imaginários urbanos. Ambas são ações urbanas, baseadas em experiências estéticas que atuam fora dos museus e com um sentido público derivado de questões políticas que perseguem a expansão das democracias locais. Mas existe uma diferença fundamental: a arte pública é feita pelos artistas enquanto os imaginários são produzidos pelos cidadãos. Esta e outras questões o organizador da exposição, Armando Silva, apresenta em seminário que acontece no mesmo dia, às 17 horas, com Lisbeth Rebollo Gonçalves (curadora da exposição), Sylvia Werneck e Hélcio Magalhães (assistentes da curadoria).

   Serviço: Exposição CIDADES IMAGINADAS IBEROAMERICANAS / Curadoria Lisbeth Rebollo Gonçalves  / Encerramento 23 de maio de 2010 / Funcionamento terça a domingo 10 às 18 horas (segunda-feira fechado) / Local MAC USP Ibirapuera / Pavilhão Ciccillo Matarazzo, 3º piso / (prédio da Bienal, acesso pela rampa lateral) / Estacionamento no Parque Ibirapuera com Zona Azul / Telefone 11 5573.9932 / Agendamento 11 3091.3328 / Entrada franca  / www.mac.usp.br

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Cidade Múltipla
O fotógrafo Ricardo Hantzschel abre a exposição com imagens foram captadas por 5 câmeras pinhole

O fotografo Ricardo Hantzschel abre a exposição “Cidade Múltipla” no dia 29 de maio, sábado, às 11 horas na Caixa Cultural São Paulo.

   “Cidade Múltipla” é um ensaio fotográfico que enfoca referências arquitetônicas da São Paulo do autor, sob o ponto de vista de cinco diferentes câmeras pinhole.

   O resultado é uma cidade improvável, construída por conjuntos de instantes que formam camadas de tempo sobrepostas em cada registro; remetendo a veloz e caótica metamorfose cotidiana da metrópole.

   Pinhole são câmeras artesanais feitas com caixas ou latas vedadas, onde a luz penetra apenas por pequenos furos feitos com uma agulha. Na face oposta ao orifício coloca-se um papel fotográfico que registra a imagem formada no interior da câmera.

   A beleza deste aparato, que remonta a descoberta da camera obscura no Renascimento, está na sua forte presença de acaso e na precariedade, já que não há lente, obturador, visor ou diafragma. Simplesmente o ordenamento físico dos raios de luz e a sensibilidade do papel quimicamente revelado.

   Dados técnicos: o trabalho reúne captação fotográfica tradicional, digitalização dos negativos e ampliação digital de 14 imagens em papel base de algodão.

   Oficinas Gratuitas - Durante o período da exposição serão ministradas pela equipe do projeto:

   "Cidade Invertida - fotografia e linguagem visual", 4 oficinas gratuitas. A oficina consiste na construção de uma luneta de observação a partir de lupas e lentes. / Oficina Imagem Invertida / Dias 11/06 e 18/06 às 9h; 25/06 às 15h.

   Oficina Câmera Obscura - Sábado, dia 03/07 das 15h às 17h / A partir de 15 anos / Incrições pelo tel. 11 3321-4400

   Serviço: “Cidade Múltipla” / Exposição do fotografo Ricardo Hantzschel / Abertura dia 29 de maio, às 11h / Exposição: De 29 de maio a 5 de julho / Caixa Cultural São Paulo / Galeria Octogonal Praça da Sé, 111 – São Paulo SP / Terça a domingo, das 9h as 21h / Entrada franca / Classificação etária: livre / Transporte gratuito para escolas e instituições públicas / www.caixa.gov.br/caixacultural

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Autores britânico, irlandês e norueguês confirmam presença na Bienal do Livro de SP
Os conceituados escritores Conn Iggulden, John Boyne e Jostein Gaarder participam do evento na capital paulista, que acontece em agosto.

Três grandes nomes da literatura mundial já confirmaram presença na 21ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, que acontece de 12 a 22 de agosto de 2010, no Pavilhão de Exposições do Anhembi, Zona Norte da capital paulista.

   Do Reino Unido virá o escritor de ficção histórica Conn Iggulden, autor da mundialmente bem-sucedida coleção “O imperador”, e co-autor, junto a seu irmão Hal Iggulden, do best-seller “O livro perigoso para garotos” (Galera Record). Durante a Bienal do Livro, Iggulden fará a divulgação de seus livros já editados por aqui e participa de sessão de autógrafos para novos lançamentos em português.

   Autor do consagrado “O mundo de Sofia”, o norueguês Jostein Gaarder autografará “O castelo dos Pirineus” (Companhia das Letras).

   Já o irlandês John Boyne promove o best-seller “O menino do pijama listrada”, além de “O garoto no convés” (Companhia das Letras).

   A Bienal do Livro 2010 - Uma programação cultural rica e diversificada, composta por mais de 700 atividades distribuídas por pelo menos 400 horas durante 11 dias é o que encontrará quem for à 21ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, de 12 a 22 de agosto de 2010, no Pavilhão de Exposições do Anhembi, Zona Norte da capital paulista.

   Nesta edição, novos formatos, grande interatividade e a presença de conceituados escritores brasileiros e autores internacionais vão formar a grade mais pluralista dos 40 anos de evento.

   Para enriquecer a programação, a organização da Bienal do Livro convidou conceituados profissionais para serem curadores das atividades culturais. Em 2010, a programação focará quatro temas principais: Livro digital; Lusofonia; Clarice Lispector; e Monteiro Lobato.

   Realizada pela Câmara Brasileira do Livro (CBL) e organizada pela Reed Exhibitions Alcantara Machado, a 21ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo tem o objetivo de ampliar a base de leitores e democratizar o acesso ao livro – com reflexos imediatos à cidadania.

   A Bienal do Livro ocupará uma área de 60 mil metros quadrados (o equivalente a quase oito campos de futebol) do Pavilhão de Exposições do Anhembi e a expectativa é reunir 350 expositores do Brasil e de fora, que representam mais de 900 selos editoriais.

   Terceiro maior evento do gênero do mundo – os dois maiores são a Feira do Livro de Frankfurt e a Feira Internacional do Livro de Turim –, a Bienal do Livro chega em 2010 a sua 21ª edição, sendo um grande ambiente cultural onde se apresentam, juntas, as principais editoras, livrarias e distribuidoras do país, que destacam seus lançamentos nesse período.

   Assim, além da programação cultural ampla e variada, desenvolvida especialmente para despertar o gosto pela leitura em todas as faixas etárias e classes sociais, a feira oferece aos seus visitantes ampla e diversificada variedade de livros de qualidade de todos os segmentos.

   A Câmara Brasileira do Livro (CBL), fundada em 1946, tem como missão atender aos objetivos maiores de seus associados – hoje, são 600 – e ampliar o mercado editorial por meio da democratização do acesso ao livro e da promoção de ações para difundir e estimular a leitura.

   Para cumprir de modo adequado essa missão, a entidade desenvolveu estratégias voltadas à promoção da leitura e ao fortalecimento do mercado editorial, ancorando-as em três eixos bem definidos e complementares: ações políticas capazes de garantir voz e peso institucional a um setor de atividade decisivo para a disseminação do conhecimento e da cultura; o desenvolvimento do negócio do livro em todos os segmentos da cadeia produtiva; e amplo apoio aos associados, não só na prestação de serviços importantes, mas também na articulação em torno de uma entidade de classe representativa.

   Serviço: 21ª BIENAL INTERNACIONAL DO LIVRO DE SÃO PAULO / de 12 a 22 de agosto de 2010/ Pavilhão de Exposições do Anhembi - Av. Olavo Fontoura, 1.209 - São Paulo, SP / www.bienaldolivrosp.com.br

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A fotografa Rosa De Luca lança o livro Arte Vida Minas Gerais

O prefácio é assinado pelo governador de Minas Gerais, Aécio Neves, e a pela atriz Bruna Lombardi

   O livro mostra imagens da viagem feita pela fotografa a partir de Belo Horizonte. Foram escolhidos três percursos que resultaram nas imagens publicadas no livro, o segundo de uma série que se iniciou com registros no sul da Bahia.

   Nas páginas, Rosa de Luca registra a rara beleza natural dos garimpos e cachoeiras (Serra do Cipó, Conceição do Mato Dentro, Carrancas), os diferentes extratos de história, das pinturas rupestres de Barão de Cocais ao patrimônio colonial (Diamantina, Ouro Preto, Mariana, Congonhas do Campo, São João Del Rei, Catas Altas e Tiradentes), buscando sempre os principais núcleos de arte e artesanato (Bichinho, Prados e o Vale do Jequitinhonha).

Ficha técnica: Edição: bilingueingles-portugues / Paginas: 240 cor / Preço: R$ 100,00 / Editora Allestrade / ISBN 97885898545739788589854573 / Patrocinador: União Química Farmac. Nacional / www.allestrade.com.br

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AnimaTV ganha espaço na internet

Site exibe animações na íntegra e estabelece interação entre programa e público, que poderá votar em suas preferidas

O AnimaTV, programa que abrilhantou por uma semana a grade da TV Cultura, compartilha, agora, suas histórias repletas de magia e diversão na internet. A partir desta quarta-feira (10/2), o site www.tvcultura.com.br/animatv põe no ar, na íntegra, as 17 animações do especial infanto-juvenil.

   A página ainda abre espaço, entre os dias 10 e 28 de fevereiro, para que os visitantes votem em sua animação preferida. Os projetos com melhor colocação ganham o Troféu Internauta, destinado ao primeiro e segundo lugar. Vale ressaltar que tal processo não interferirá na seleção dos dois vencedores que receberão, cada um, R$ 950 mil para a produção de mais 12 filmes.

   O AnimaTV, que entrou na programação da TV Cultura de 25 a 30 de janeiro, traz histórias que habitam o imaginário da garotada e, ao mesmo tempo, fincam pé na originalidade. Nelas, fantasia, educação e valores éticos se misturam para explorar de forma leve e descontraída o universo de crianças e adolescentes.

   O programa, de iniciativa pública, envolve Secretaria do Audiovisual, Secretaria de Políticas Culturais do Ministério da Cultura, TV Brasil, Fundação Padre Anchieta – TV Cultura e Associação Brasileira das Emissoras Públicas Educativas e Culturais (ABEPEC). Conta também com o apoio da Associação Brasileira de Cinema de Animação (ABCA)./ www.tvcultura.com.br/animatv

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Livro aborda imigração francesa no Brasil
Livro mostra aspectos inéditos da imigração francesa no Brasil durante os séculos 19 e 20

A influência da cultura francesa no Brasil desde a independência do país em 1822 é conhecida e estudada. O mesmo não se pode dizer da imigração francesa no Brasil que interessou poucos estudiosos e é quase desconhecida nos dois países.

   Foi essa constatação que incentivou os historiadores Laurent Vidal, da Universidade francesa de la Rochelle, e Tânia Regina de Luca, da Universidade Estadual Paulista, a organizar o livro Franceses no Brasil, séculos 19 e 20, lançado na estreia do ano da França no Brasil.

   Comparada às grandes imigrações italiana, alemã ou japonesa, do final do século 19 ou início do século 20, a presença de imigrantes franceses no Brasil é mais do que discreta.

   Em 1895, por exemplo, dos mais de 65 mil estrangeiros que entraram no país, 63% eram italianos, 21% portugueses, quase 7% espanhóis, 3,38% alemães e somente 1,5% eram franceses.

   Mas esse pequeno número não é a única explicação para a quase invisibilidade da imigração francesa nas pesquisas. Segundo o historiador francês Laurent Vidal, a França se considerou, durante muito tempo, como uma terra de imigração e não de emigração.

   "O estado francês preferia orientar os fluxos imigratórios para as colônias, como por exemplo, a Argélia e tentavam impedir a imigração para outros países", explica.

   A historiadora brasileira Tânia Regina de Luca, que co-organizou o livro, diz que apesar de pouco expressiva, a imigração francesa foi constante e abrageu vários setores e regiões brasileiras.

   Segundo ela, uma das "revelações importantes" do livro é tentar mostrar que a imigração francesa no Brasil não foi homogênea, nem exclusivamente urbana.

   "Acho que o que o livro mostra é a pluralidade dessa imigração. Primeiro, que ela ocorreu ao longo de todo o século 19 e não somente no final. Os franceses não se dirigiram exclusivamente para os centros urbanos e tampouco eram somente imigrantes qualificados", afirma.

   O livro Franceses no Brasil, séculos 19 e 20, organizado por Laurent Vidal e Tânia Regina de Luca e publicado pela editora Unesp, reúne 22 artigos de vários pesquisadores franceses e brasileiros./ por Adriana Brandão RFI/ www.rfi.fr

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XV Circuito Internacional de Arte Brasileira
O pintor Rafael Murió foi, novamente, um dos selecionados para representar o Estado de São Paulo durante o “XV Circuito Internacional de Arte Brasileira”, que acontecerá de 24 a 28 de maio, em Berlim (Alemanha) e de 28 de junho a 9 julho, em Praga (República Tcheca).

   Promovida pelo Colege Arte de Belo Horizonte, a mostra é considerada um dos mais importantes eventos culturais promovidos pelo Brasil no exterior e conta com o apoio institucional do Ministério das Relações Exteriores e das Embaixadas Brasileiras sediadas nos países participantes.

   Com 47 anos de carreira, Rafael Murió vem se destacando por ser um dos pintores com maior presença em eventos internacionais. Recentemente, participou da Artexpo New York (Estados Unidos), considerada a maior Feira de Artes do mundo. No ano passado, suas obras estiveram em importantes mostras e galerias de países, como Chile, Espanha, Estados Unidos, França, Inglaterra e Portugal.

   Seus quadros estão presentes em acervos de grandes colecionadores, principalmente europeus, americanos e australianos. No País, podem ser encontrados nos principais leilões do mercado de arte, além de galerias e museus. Detém inúmeros certificados, prêmios e menções honrosas, além de registros em diversos guias de arte. É filiado à Associação Internacional de Artes Plásticas (AIAP UNESCO), à Associação Internacional de Arte (IAA UNESCO), à Academia Latino-Americana de Arte (ALA), Academia Brasileira de Arte Cultura e História (ABACH), à Associação Paulista de Belas Artes (APBA) e ao Sindicato dos Artistas Plásticos no Estado de São Paulo (SINAPESP).

   Programação: “XV Circuito Internacional de Arte Brasileira” / Data: de 24 a 28 de maio / Local: Galeria Berlim am Meer - Berlim (Alemanha) / Data: de 28 de junho a 9 de julho / Local: Galeria Dólmen – Praga (República Tcheca) / Informações: (31) 3234-1280/3261-4652 / www.colegearte.com.br

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Regina Silveira mostra seu jogo de luzes e sombras na 9ª edição da revista Dasartes
Publicação chega às bancas com temas que vão desde os direitos autorais de obras de arte até o por que o “gosto” de cada um não deve ser discutido

Regina Silveira e sua exposição no Centro Cultural Banco do Brasil é o destaque da 9ª edição da revista Dasartes, que estará nas bancas a partir do dia 05 de abril. Ainda nessa edição, discussões sobre os direitos autorais; os maiores roubos de obras de artes do mundo; o movimento futurista; entrevista com Joe Berardo, um dos maiores colecionadores do mundo; Guy Amado falando por que o “gosto” não se discute, além de matérias com grandes artistas brasileiros e internacionais.
Nesta edição das Dasartes, além do destaque para a exposição de Regina Silveira, no Centro Cultural Banco do Brasil, e traz ainda, discussões sobre os direitos autorais; os maiores roubos de obras de artes do mundo; o movimento futurista; entrevista com Joe Berardo, um dos maiores colecionadores do mundo; Guy Amado falando por que o “gosto” não se discute, e matérias com grandes artistas brasileiros e internacionais.

   Lançada em junho de 2008, a revista Dasartes foi idealizada por Liege Gonzalez, atual editora executiva da revista. Com 29 editorias, a publicação abrange todo o universo relacionado às artes plásticas do Brasil e do mundo. A revista é bimestral, com tiragem de 15 mil exemplares. O site (www.dasartes.com) tem aproximadamente 40 mil acessos mensais. O público-alvo concentra-se nas classes AA e AB, faixa etária entre 25 e 65 anos, principalmente colecionadores e profissionais da arte, como galeristas, museólogos, críticos e estudantes.

   Formada por um time de 36 colaboradores em constante renovação, a equipe da Dasartes conta com especialistas e mestres em artes plásticas, a exemplo da jornalista e mestre em história da arte Fernanda Lopes, o artista plástico Artur Lescher, cujas obras estão expostas nos principais museus do país, como MAM SP, Pinacoteca SP e Belas Artes do Rio de Janeiro; o galerista e leiloeiro James Lisboa, o diretor do Museu da Arte Contemporânea de Niterói Guilherme Bueno, que também é editor da revista, entre outros. As edições da revista podem ser encontradas em bancas, livrarias como Siciliano, Saraiva e Fnac, galerias de arte e lojas de museus selecionadas. / www.dasartes.com

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Oficina de Quadrinhos com Caco Galhardo

Cartunista publica suas tiras 1996 na Folha de São Paulo

A oficina aborda a produção de quadrinhos, Hqs, charges, cartuns e tiras, seus métodos, criação, a análise dos trabalhos de outros autores, os conceitos básicos e aplicação prática em um fanzine desenvolvido na aula. É voltado para estudantes, profissionais e interessados em artes visuais, quadrinhos, HQ e design.

   O paulistano Caco Galhardo publica desde 1996 sua tira na Folha de São Paulo. Tem seis livros publicados – duas coletâneas, dois infantis, uma adaptação de clássico e outro em parceria com o escritor Marcelo Mirisola. Seus trabalhos são frequentemente publicados por revistas como Você S/A, Sexy, Gloss e Piauí e alguns de seus personagens já viraram animações nos canais MTV e Cartoon Network. Em 2010, também atuou como curador da sessão de humor gráfico da exposição RISADARIA, realizada no Pavilhão da Bienal em São Paulo.
Seu novo trabalho, o texto da peça “Meninas da Loja”, com direção de Fernanda D’Umbra, estréia no final de maio, também em São Paulo.
Mais sobre seu trabalho pode ser acompanhado no site dentro da estação de humor do UOL: www.cacogalhardo.com.br.
  
Serviço: Curso teórico e prático / Nível: básico / Pré-requisitos: conhecimento básico de desenho e idade mínima de 15 anos / Data: de 1º a 15 de julho / 2ª e 5ª / das 15h30 às 18h / 5 aulas | 12h30 / Preço: 490,00 em até 2x / Inscrições na Escola São Paulo / Escola São Paulo / Rua Augusta, 2239 / Informações e Reservas: (11) 3060.3636 / www.escolasaopaulo.org

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Grafiteiros pintam interior da FNAC Paulista
Loja abre suas portas para uma das mais urbanas demonstrações de arte, que já se tornou a cara de São Paulo. Artistas convidados se revezarão na pintura do interior da loja

Ao longo de todo este ano, algumas paredes da loja Fnac Paulista servirão de tela para alguns dos principais nomes do grafite brasileiro, uma ação que faz parte do projeto Encontro com a Arte. A cada três meses, artistas serão convidados a pintar a entrada da loja que fica na Avenida Paulista e um enorme painel ao lado das escadas rolantes centrais. Para dar início ao projeto, dois importantes nomes da arte urbana nacional, Onio e Da Lata. Em paralelo, 14 obras dos dois artistas ficarão expostas na Galeria Fnac Paulista. Segundo Franklin Stefanelli, diretor da loja, “é com grande prazer que a Fnac Paulista, localizada numa das avenidas mais importantes do país, abre suas portas para acolher a mais autêntica forma de expressão da arte de rua”.

   O projeto Encontro com a Arte traz, em sua primeira etapa, dois importantes nomes da Arte Urbana Nacional para dentro dos muros da Fnac: Onio (DF) e Da Lata (MG). A obra destes artistas vem ao encontro da proposta inicial de transformação dos locais de passagem em pinturas mural, destinadas à contemplação visual do público. Além dos dois painéis produzidos no interior da loja, um conjunto de telas do acervo pessoal dos artistas completa a exposição.

   Onio escancara sua versatilidade ao propor um jogo caótico de elementos gráficos que transitam livremente pelas linhas tortas de suas telas. Seus traços imprimem uma sensação permanente de movimento cuja dinâmica estabelece diálogos constantes entre figuras isoladas no interior da obra. A influência direta dos anos 70 cinge sua linguagem e age por meio dos quadrinhos e da estética psicodélica de construção simbólica, que norteiam sua composição. As pinturas de Onio traçam uma releitura do universo visualmente carregado das grandes cidades e projetam nosso olhar para o interior de seu mundo colorido.

   A obra do artista Da Lata aguça a percepção, do início ao fim, levando-a ao universo imaginário, povoado por criaturas fantásticas e, também, particularmente psicodélicas. Os sutis movimentos dos olhos nos inscrevem em novas formas de existência profundamente imersas numa micro-realidade interminável. A densidade cavalar que derrete os desenhos é consequência direta das ondas de lisergia contidas em cada traço planejado pelo artista. Da Lata expõe um surrealismo contemporâneo, altamente vinculado ao inconsciente criativo que dilacera as barreiras do pensamento racional.

   Em suas múltiplas facetas e interpretações, cada obra sensibiliza o coletivo, posto que promove um diálogo plural, capaz de navegar entre todos os públicos e despertar as mais variadas sensações. A realização do projeto é, ainda, um presente especial para as crianças, que ganham novas asas para desenvolver um imaginário rico e intenso./ Fotógrafo Victor Moriyama

   Serviço: Fnac Paulista / Av Paulista 901 e Al Santos 960 (estacionamento), Jardins, São Paulo - SP / Tel: (11) 2123-2000 / Aberta de segunda a sábado, das 10h às 22h. Domingos e feriados, das 10h às 21h / Mais informações e imagens disponíveis no blog www.encontrocomaarte.tumblr.com

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Centro Cultural Banco do Nordeste disponibiliza perfil no Twitter e canal de vídeos no You Tube

O Centro Cultural Banco do Nordeste está disponibilizando dois canais em mídias sociais: um perfil no microblog Twitter e um canal de vídeos no You Tube

O perfil no Twitter (www.twitter.com/ccbnb) está compartilhando e colhendo – junto aos internautas – informações, sugestões e opiniões sobre a programação dos três Centros Culturais Banco do Nordeste (Fortaleza; Cariri, em Juazeiro do Norte, na região sul do Ceará; e Sousa, no alto sertão paraibano). O perfil atualmente conta com 363 seguidores.

   Recentemente, dentro da programação do IV Festival BNB das Artes Cênicas, a entrevista com o ator, dramaturgo e diretor teatral Ricardo Guilherme foi tuitada ao vivo no perfil do CCBNB, destacando e compartilhando frases emitidas pelo artista sobre sua história de vida e trajetória artística, no decorrer da conversa.

   Por sua vez, o canal do Centro Cultural Banco do Nordeste no You Tube (www.youtube.com/user/centroculturalbnb) está exibindo vídeos de entrevistas com os cantores e compositores Raimundo Fagner, Ednardo, Alceu Valença, Geraldo Azevedo e Antônio Nóbrega, com o dramaturgo, romancista e poeta Ariano Suassuna e com o ator Emiliano Queiroz, além de um debate sobre Literatura na Internet e um vídeo institucional sobre o BNB.

Geraldo Azevedo e Alceu Valença   Com duração média total de 55 minutos, cada uma dessas entrevistas e debate disponível no canal do CCBNB no You Tube está dividida em cinco a sete blocos. Ao todo, são 44 vídeos publicados no referido canal, segmentados em sete programas especiais (entrevistas e debate), mais o vídeo institucional.

   Entre os diferenciais interessantes do acesso a esses vídeos publicados no canal do CCBNB no You Tube, o designer gráfico do Ambiente de Comunicação do BNB, Gabriel Ramalho, aponta: “os vídeos podem ser vistos na Internet, no momento e na ordem em que o internauta desejar e, também, através de dispositivos móveis, em qualquer lugar, como Ipod, Iphone e demais smartphones; além disso, os usuários podem optar por se inscrever no canal de vídeos, recebendo, assim, todas as atualizações em primeira mão; e todos os vídeos podem ser compartilhados em blogs, redes sociais ou enviados aos amigos”.

   As entrevistas foram gravadas no cineteatro do Centro Cultural Banco do Nordeste-Fortaleza, dentro dos programas Nomes do Nordeste, Literato e Papo XXI. O Nomes do Nordeste mostra a trajetória de vida e a atuação artístico-cultural dos principais nomes da cultura nordestina, por meio de depoimentos de profissionais e artistas reconhecidos nacional e internacionalmente.

   Já o Literato contempla a realização de palestras com autores nordestinos, além de debates sobre temas ligados à literatura regional. Nesses encontros, os leitores são apresentados às idéias dos autores, discutindo obras ou temas.

   Além do Nomes do Nordeste e do Literato, o CCBNB realiza o Papo XXI. Nesse programa de debates, o tema central são as tendências da cultura para o Século XXI. O objetivo é discutir e aprofundar os conhecimentos sobre temas emergentes da atualidade, com forte repercussão no Nordeste.

   Editados no formato DVD, as entrevistas, debates, depoimentos e palestras referentes a esses três programas são veiculados na rede de TVs públicas brasileiras. Organizadas em cinco coleções de dez volumes, esses DVDs são distribuídos gratuitamente pelo Centro Cultural Banco do Nordeste para bibliotecas e estabelecimentos de ensino públicos, equipamentos culturais e organizações não-governamentais, mediante solicitação por ofício. A íntegra das entrevistas com os cantores e compositores Alceu Valença e Geraldo Azevedo também está disponível em forma de livro.

   Veja os programas disponíveis no canal do Centro Cultural Banco do Nordeste no You Tube (www.youtube.com/user/centroculturalbnb): Raimundo Fagner, Ednardo, Alceu Valença, Geraldo Azevedo, Ariano Suassuna e Antonio Nóbrega, Emiliano Queiroz, Literatura na Internet./ www.bnb.gov.br

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Parques Nacionais Sul - Cânions e Cataratas

Coleção se inspira na paisagem para incrementar o prazer dos viajantes com informações e curiosidades

Este é o 4º livro da série Tempos do Brasil, que se inspira na paisagem para incrementar o prazer dos viajantes, aproximando-o de seu destino. As fotografias, de Roberto Linsker e Zé Paiva, são acompanhadas de informações e curiosidades sobre as regiões retratadas; e o peso e formato, 16X16cm, foram escolhidos para facilitar o transporte em malas e mochilas.

   “Quase uma década após o pioneiro Brasil Aventura*, o Brasil já tinha sido vasculhado por todas as mídias. O pensamento então foi o de aprofundar o conhecimento sobre algumas regiões, trazendo um pouco mais de ciência e história”, conta o fotógrafo e editor Roberto Linsker, que coordena o projeto junto com Wilson Teixeira, geólogo e professor titular do Instituto de Geociências da Universidade de São Paulo. Os três primeiros títulos da série são: “Arquipélago Fernando de Noronha – O Paraíso do Vulcão” / “Chapada Diamantina – Águas no Sertão” / “Itatiaia - Sentinela das Alturas”.

   Parques Nacionais Sul - Cânions e Cataratas explora o Brasil Meridional, território que engloba os estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, onde se localizam o Parque Nacional da Serra Geral, o Parque Nacional de Aparados da Serra, o Parque Nacional de São Joaquim e o Parque Nacional do Iguaçu. Seguindo a estrutura da série, o livro descreve a região em três tempos distintos:

   Pelo tempo geológico, o leitor descobre como um vulcanismo vindo do centro da Terra, há milhões de anos, formou os primeiros contornos da paisagem que pouco a pouco e sob as forças da natureza criaram cenários deslumbrantes, como o das cataratas do rio Iguaçu, dos Aparados da Serra ou dos Campos Gerais. Entende o porquê da região concentrar as melhores vinícolas nacionais e conhece o Aquífero Guarani.

   No capítulo do tempo biológico a fauna e a flora da região convidam para um passeio pelas matas de araucária, que dividem seu território com a estimulante erva-mate, matéria-prima para a bebida mais consumida pela população do sul do país.

   Nas páginas dedicadas aos caminhos do tempo humano, o leitor entra em contato com a história da ocupação na região, marcada pelo povo Guarani, pelos missionários jesuítas e pelos imigrantes europeus, vindos principalmente da Alemanha e da Itália. O livro ressalta também as grandes batalhas travadas na região.

   Os últimos capítulos contemplam as principais atrações da região e reservam uma página para um patrimônio da humanidade desaparecido: Sete Quedas, que submergiram em 1982 quando as comportas do canal de desvio de Itaipu foram fechadas, subindo o nível do Rio Paraná mais de 220 metros. Antes de submergir, as quedas percorriam uma extensão total de 114 metros e seu som podia seu ouvido a uma distância de até 32 quilômetros. Além de trazer uma manifesto a favor da preservação da região.

   O livro tem o apoio da Pró-Reitoria de Cultura e Extensão Universitária da Universidade de São Paulo por meio da Estação Ciência.

   Ficha Técnica: Formato 16 x 16 cm / 204 páginas / 158 imagens / Impressão colorida / Preço: R$ 60,00 / ISBN: 9788585981549 / Terra Virgem Editora / Rua Galeno de Almeida, nº 179 / São Paulo- SP / Tel:11 3081.9932 / 3083.7823 / www.terravirgem.com.br

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Novo site da ceramista Bia Ferreira da Rosa

www.biaceramica.com.br

 

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Bia Dória/ Flor da terra/ 2009Arte do bem

Bia Dória é a mais nova parceira tecnológica da Montana Química

O time de artistas apoiados tecnologicamente pela Montana ganha um reforço, a artista plástica Bia Dória, que transforma madeiras encontradas na natureza em obras de arte. Raízes, galhos, cipós, troncos de árvore, entre outros, funcionam como matéria-prima para a artista que desenvolve um trabalho sensível e requintado.

   A Montana entra com o acabamento que, além de colaborar esteticamente, confere às obras maior proteção e durabilidade. Bia utiliza o esmalte poliuretânico texturizado Goffrato, que possui alta resistência contra riscos e produtos de limpeza e é formulado com pigmentos isentos de metais pesados, nocivos à saúde.

   Além deste, também pode ser visto em seus trabalhos o emprego do stain Osmocolor, um preservativo com registro no IBAMA, que possui ação fungicida e hidrorrepelente. O produto ainda vem com filtro solar, o que protege ainda mais a madeira da ação das intempéries.

   As obras de Bia Dória podem ser apreciadas em sua galeria, em exposições itinerantes no mundo todo, ou mesmo nos ambientes da Casa Cor São Paulo. Para mais informações, acesse o site http://www.galeriabiadoria.com.br

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Exibições| MAI 2010

12.016 PV


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